<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333</id><updated>2011-11-20T09:21:59.676-02:00</updated><category term='This is What I do'/><title type='text'>BOP!</title><subtitle type='html'>Victor E. Folquening escreve, você lê e diz alguma coisa</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>120</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-724456700190261483</id><published>2011-11-20T09:19:00.001-02:00</published><updated>2011-11-20T09:21:35.874-02:00</updated><title type='text'>Contrabandeando Gleiser e House</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="kicker blue" style="background-color: white; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;folha de hoje.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="kicker blue" style="background-color: white; color: navy; font-size: 18px; font-weight: bold; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="kicker blue" style="background-color: white; color: navy; font-size: 18px; font-weight: bold; text-transform: uppercase;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="kicker blue" style="background-color: white; color: navy; font-size: 18px; font-weight: bold; text-transform: uppercase;"&gt;MARCELO GLEISER&lt;/div&gt;&lt;div class="title" style="background-color: white; font-size: 26px; font-weight: bold;"&gt;O mestre do método científico&lt;/div&gt;&lt;div class="eye" style="background-color: white; border-bottom-color: rgb(102, 102, 102); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 2px; border-top-color: rgb(102, 102, 102); border-top-style: solid; border-top-width: 2px; font-style: italic; font-weight: bold; padding-bottom: 7px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 7px; width: 240px;"&gt;O protagonista da série "House" é defensor da dedução lógica para chegar a uma conclusão racional&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;Imagino que a maioria de vocês conheça a megassérie da Fox, "House", agora em seu oitavo ano. Para quem não conhece, o enredo é mais ou menos assim: em um hospital perto de Princeton, nos EUA, trabalha o genial e genioso Dr. Gregory House -representado magistralmente por Hugh Laurie-, líder de um time de médicos especializados em diagnósticos complicados, aqueles que nenhum outro médico consegue decifrar.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;À sua incrível intuição, o doutor House une sua irreverência e um conhecimento enciclopédico do corpo humano e de suas sutilezas. Excêntrico, não confia em ninguém, principalmente nos seus pacientes. Ele é um modelo do cientista dedicado à aplicação do método científico, defensor da dedução lógica para se chegar a uma conclusão racional. Na série, o rei é o método empírico.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;Um paciente chega com uma série de sintomas misteriosos. House e seu time começam suas investigações, tentando antes as explicações mais óbvias. Em geral, estas falham e eles têm de pensar mais profundamente e, muitas vezes, de forma não convencional, sobre quais são as causas dos sintomas.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;O primeiro passo é combinar toda a evidência disponível. Sua arma básica é o ceticismo. Fazem baterias de testes, coletando mais dados, tentando decifrar o quebra-cabeça. Uma causa plausível deve conectar todos os sintomas, dando sentido aos dados. De certa forma, cada diagnóstico é uma descoberta, uma ponte conectando informação de modo inesperado e inovador.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;A ciência de ponta muitas vezes funciona da mesma forma: dados são obtidos, conexões são buscadas, hipóteses são construídas e testadas, comparando-as aos dados experimentais. Se funcionam, isto é, se explicam o que está ocorrendo, são aceitas preliminarmente até mais dados serem colhidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;O processo de teste é contínuo, até que haja suporte suficiente para a hipótese. Ela é então aceita, até que novos dados possam vir a contradizê-la. A ciência avança por meio de seus fracassos. Novas ideias são necessárias quando as velhas não podem explicar as observações. Portanto, não há explicações finais, apenas explicações melhores.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;Em "House", e na medicina em geral, quando uma hipótese diagnóstica é considerada razoável, medicação é receitada para curar a doença. Se funciona como é previsto, ótimo: o paciente fica curado e o médico vai em frente, tentando curar outros. Se não funciona, o processo começa outra vez. Na série, novas ideias são discutidas em reuniões de grupo, onde sintomas e resultados de testes são comparados e discutidos, hipóteses são propostas e debatidas em conjunto. Essas discussões são essenciais para que novas ideias surjam. Na pesquisa, é muito comum que ideias nascidas como conjecturas ganhem corpo e expressão. Mesmo que o doutor House em geral tenha razão, o processo é válido, e imita o que ocorre em laboratórios e centros de pesquisa pelo mundo afora.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white;"&gt;Claro, o doutor que cura os outros não sabe como se curar. Ou não quer. É difícil combinar objetividade e subjetividade, algo que imagino que muitos telespectadores saibam. Talvez devamos ouvir as sábias palavras de Sócrates, que há mais de 24 séculos já dizia que o essencial é conhecer a si mesmo.&lt;/div&gt;&lt;span class="text_footer" style="background-color: white; font-size: 13px;"&gt;&lt;b&gt;MARCELO GLEISER&lt;/b&gt;&amp;nbsp;é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor de "Criação Imperfeita". Facebook:&lt;a href="http://goo.gl/93dHI"&gt;&lt;b&gt;http://goo.gl/93dHI&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-724456700190261483?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/724456700190261483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=724456700190261483&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/724456700190261483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/724456700190261483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2011/11/contrabandeando-gleiser-e-house.html' title='Contrabandeando Gleiser e House'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-3765452666723125056</id><published>2009-09-06T14:11:00.003-03:00</published><updated>2009-09-06T14:21:51.938-03:00</updated><title type='text'>Relativismo cultural</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SqPvgkkBVQI/AAAAAAAAAqs/n8Rfnmxlvi0/s1600-h/Faniquita.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5378405722860115202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SqPvgkkBVQI/AAAAAAAAAqs/n8Rfnmxlvi0/s400/Faniquita.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SqPucYtduVI/AAAAAAAAAqk/De6n06e1o7Y/s1600-h/06092009(001).jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-3765452666723125056?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/3765452666723125056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=3765452666723125056&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3765452666723125056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3765452666723125056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2009/09/relativismo-cultural.html' title='Relativismo cultural'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SqPvgkkBVQI/AAAAAAAAAqs/n8Rfnmxlvi0/s72-c/Faniquita.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-6728786138187473903</id><published>2009-01-04T10:37:00.004-02:00</published><updated>2009-01-04T10:41:49.587-02:00</updated><title type='text'>Férias em São Francisco</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SWCuCwPB0wI/AAAAAAAAAo8/mUqVndDEhn0/s1600-h/Pedra+com+Tatures+e+Alex.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5287417324863869698" style="DISPLAY: block; 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Estou curtindo cada vez mais. Há uma desculpa para serem ruins. Na topo, Alex, meu irmão João Felipe e a noiva, Damares. Embaixo, figuras barrocas na Igreja Nossa Senhora da Graça, cuja fundação original, como capela, é do século 16. S. Francisco do Sul é a terceira cidade mais antiga do Brasil.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-6728786138187473903?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/6728786138187473903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=6728786138187473903&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6728786138187473903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6728786138187473903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2009/01/frias-em-so-francisco.html' title='Férias em São Francisco'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SWCuCwPB0wI/AAAAAAAAAo8/mUqVndDEhn0/s72-c/Pedra+com+Tatures+e+Alex.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-1738869404845051564</id><published>2008-12-15T00:16:00.003-02:00</published><updated>2008-12-15T00:29:57.060-02:00</updated><title type='text'>OUTRAS DO VALÊNCIO!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SUW_6CEURKI/AAAAAAAAAos/PqAWAPPwyYg/s1600-h/Val%C3%AAncio+na+igreja.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279837141870068898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 273px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SUW_6CEURKI/AAAAAAAAAos/PqAWAPPwyYg/s400/Val%C3%AAncio+na+igreja.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SUW_foQNo1I/AAAAAAAAAok/dR_F_dUkQBg/s1600-h/Val%C3%AAncio+e+Lu+Motta+na+cachoeira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279836688264045394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 270px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SUW_foQNo1I/AAAAAAAAAok/dR_F_dUkQBg/s400/Val%C3%AAncio+e+Lu+Motta+na+cachoeira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SUW-CkjtIxI/AAAAAAAAAoc/IEFce87OUMA/s1600-h/Val%C3%AAncio+arque%C3%B3logo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279835089544225554" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 268px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SUW-CkjtIxI/AAAAAAAAAoc/IEFce87OUMA/s400/Val%C3%AAncio+arque%C3%B3logo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fotos que eu tirei do Valêncio Xavier durante algumas de nossas reportagens. Na primeira, ele está na capela da Fazenda Fortaleza, em Castro, acho que imitando um padre. Na segunda, Valêncio e a fotógrafa Luciana Motta (vai ser mãe, em breve!), numa das cachoeiras que a gente dava um jeito de colocar no roteiro da matéria (mesmo que a história nada tivesse com cachoeiras). A Lu usa uma camiseta minha, lembro agora, para se proteger do frio: não estava lá muito quente, mas isso não impedia os mergulhos do velhinho. A terceira, Valêncio e uma arqueóloga - puxa, não lembro o nome dela - identificando pinturas rupestres em algum lugar entre Ponta Grossa e Guarapuava (santa distância, Batman!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-1738869404845051564?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/1738869404845051564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=1738869404845051564&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1738869404845051564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1738869404845051564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/12/outras-do-valncio.html' title='OUTRAS DO VALÊNCIO!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SUW_6CEURKI/AAAAAAAAAos/PqAWAPPwyYg/s72-c/Val%C3%AAncio+na+igreja.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-9009908945680803033</id><published>2008-12-05T14:32:00.002-02:00</published><updated>2008-12-05T14:33:28.872-02:00</updated><title type='text'>Valêncio!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/STlXzIgi7UI/AAAAAAAAAdg/xF-syYgUCQw/s1600-h/Val%C3%AAncio+ca%C3%A7ando+assombra%C3%A7%C3%B5es+em+Castro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276344974410181954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 255px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/STlXzIgi7UI/AAAAAAAAAdg/xF-syYgUCQw/s400/Val%C3%AAncio+ca%C3%A7ando+assombra%C3%A7%C3%B5es+em+Castro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-9009908945680803033?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/9009908945680803033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=9009908945680803033&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/9009908945680803033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/9009908945680803033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/12/valncio.html' title='Valêncio!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/STlXzIgi7UI/AAAAAAAAAdg/xF-syYgUCQw/s72-c/Val%C3%AAncio+ca%C3%A7ando+assombra%C3%A7%C3%B5es+em+Castro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-4703428576243101364</id><published>2008-08-23T21:21:00.002-03:00</published><updated>2008-08-23T21:35:08.668-03:00</updated><title type='text'>O FUTURO, QUEM DIRIA?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SLCrKI2jeWI/AAAAAAAAAbw/F-DcDL3LAUM/s1600-h/Perfil+novos+seriados+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237874557295229282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SLCrKI2jeWI/AAAAAAAAAbw/F-DcDL3LAUM/s400/Perfil+novos+seriados+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Essa foto horrorosa (mas adorável) é do dia da minha Primeira Comunhão. Aliás, minha e do Benet. Eu sou o cara vestido de mordomo de filme de terror. O Benet é o cantor romântico. Do meu lado, Ricardo Humberto, hoje um dos maiores artistas gráficos do país; naquela época, só o irmão do Benet e colecionador de discos tipo Vyper e Wasp. Na sombra do Ricardo, o João Felipe - que amargava o sofrimento de ser o caçula do grupo, meu irmão e desdentado. Hoje é gestor de uma das maiores multinacionais do país, respeitado pela habilidade com logística e recursos humanos. Mal terminou o MBA, virou professor a preço generoso dessas pós-graduações para executivos. E eu e o Benet, que agora temos crises regulares de niilismo, tirávamos sarro dele.&lt;br /&gt;De qualquer forma, dá uma felicidade olhar para essas caras...&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-4703428576243101364?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/4703428576243101364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=4703428576243101364&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/4703428576243101364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/4703428576243101364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/08/o-futuro-quem-diria.html' title='O FUTURO, QUEM DIRIA?'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SLCrKI2jeWI/AAAAAAAAAbw/F-DcDL3LAUM/s72-c/Perfil+novos+seriados+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-2771792717561978716</id><published>2008-07-30T14:52:00.002-03:00</published><updated>2008-07-30T15:13:21.766-03:00</updated><title type='text'>NOVA POSTAGEM NA 91 ROCK! E fotos de antigamente!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SJCslMQUK7I/AAAAAAAAAas/Ea6U7AJDNp4/s1600-h/Noite+do+tiroteio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228868922321939378" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SJCslMQUK7I/AAAAAAAAAas/Ea6U7AJDNp4/s400/Noite+do+tiroteio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Descobri umas fotos de trabalho, antigonas, e vou me expor ao ridículo publicando.&lt;br /&gt;**&lt;br /&gt;Essa imagem aí deve ser do Rodolfo Bührer. Registra a noite em que Ciriaco e Baiano, os dois "seguranças" do então prefeito Jocelito Canto, resolveram atirar nos jornalistas. Jocelito havia discutido com o então repórter do Estado do Paraná Osny Gomes (agora no Sindicato dos Jornalistas) durante uma festa que estreiava a Münchenfest. O quiprocó levou todo mundo a passar a noite apertado nos corredores da 13a, famosa delegacia da cidade. Em primeiro plano, meio dormindo, a Denise Angelo (hoje assessora do Pequeno Príncipe) entrevista Pedro Sebastião, que era chefe de gabinete do prefeito. Eu pareço o Caio Jr ali atrás. Depois de mim, Giovani Ferreira, escorpiano que agora milita na Gazeta do Povo. O drama da confusão ainda ressoava, mas, como não poderia deixar de ser, a repórter de TV precisa sempre mostrar simpatia. Acho que a irreverente Chris Chernobay é repórter no Oeste do estado, agora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-2771792717561978716?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.91rock.com.br/blog/nao/' title='NOVA POSTAGEM NA 91 ROCK! E fotos de antigamente!'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/2771792717561978716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=2771792717561978716&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2771792717561978716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2771792717561978716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/07/nova-postagem-na-91-rock.html' title='NOVA POSTAGEM NA 91 ROCK! E fotos de antigamente!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SJCslMQUK7I/AAAAAAAAAas/Ea6U7AJDNp4/s72-c/Noite+do+tiroteio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-3697158262131619516</id><published>2008-07-15T21:32:00.006-03:00</published><updated>2008-07-16T09:08:31.652-03:00</updated><title type='text'>ANÚNCIO!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SH1Dbjx498I/AAAAAAAAAak/98z7fwelGac/s1600-h/Mercedez+leva+voc%C3%AA+longe.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223405283559667650" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SH1Dbjx498I/AAAAAAAAAak/98z7fwelGac/s400/Mercedez+leva+voc%C3%AA+longe.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SH1DApSZ6EI/AAAAAAAAAac/z5GVatKzlYE/s1600-h/Brian+Wilson+em+S%C3%A3o+Chico.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223404821181753410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SH1DApSZ6EI/AAAAAAAAAac/z5GVatKzlYE/s400/Brian+Wilson+em+S%C3%A3o+Chico.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Everaldo preencheu o anúncio com pressa. Não tinha o que fazer no resto do dia, mas sempre foi terrivelmente ansioso. Quer se livrar das coisas, até daquelas que deseja muito. Vai ao cinema ver um filme, aquele filme!, e fica torcendo para que seja bem curto. Mesmo que espere um século pela estréia, leia todas as críticas e até monitore as fofocas de produção, quando enfim entra no cinema... a coisa toda já deveria ter acabado!&lt;br /&gt;Então, já que resolveu colocar o anúncio, passar por isso, deveria ser breve. Também acha que pensar muito no assunto lhe torna caprichoso demais. E, portanto, improdutivo. É quase um lance de sorte: pode ficar ridículo e pode ser o bilhete premiado.&lt;br /&gt;Mas a pressa não ajudou, nem mesmo naquilo que considera seu forte: escrever bem e corretamente. Um pequeno erro, menor até do que o estilo “jovial” e “divertido” que adotou para disfarçar o desespero, tornou a história muito estranha.&lt;br /&gt;O anúncio deveria ser:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Homem quase na meia idade, que com bondade pode ser&lt;br /&gt;considerado charmoso, procura mulher inteligente e com tudo em cima.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assinou com um pseudônimo – na verdade, o único elemento do texto que demorou para sair de sua cachola. Ele pensou em Adam, para homenagear o protagonista de Sete Noivas para Sete Irmãos, mas compreendeu o quão nerd esse tipo de batismo pode soar. Cogitou também Aladim e Simbad, que não pareciam tão ridículos nos primeiros segundos. O nome precisava soar másculo, mas sensível. Alguma coisa forte, sólida, e ao mesmo tempo sugestiva de um certo ar de abandono. Bom, isso eliminava os candidatos Pescoço, Satã e Navalha, que preenchiam apenas a primeira parte. E riscava em absoluto Pedrinho e Rex, mais convenientes para a outra qualidade. Chegou a uma conclusão simples. Deveria ser um nome diferente do seu, mas que não mentisse. Não poderia ser um nome-qualidade, tipo Batatinha ou Dengoso, pois se sentiria uma coisa.&lt;br /&gt;Então assinou Heveraldo.&lt;br /&gt;Ah, tem o erro. Um erro de digitação, por assim dizer, embora o formulário do jornal tenha sido preenchido com uma caneta Bic preta, mascada na ponta e amarrada por um barbante grudento.&lt;br /&gt;Ficou assim:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Homem quase na meia idade, que com bondade pode ser&lt;br /&gt;considerado charmoso, procura mulher inteligente e com tufo em cima.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tufo?&lt;br /&gt;O fato é que esses malditos classificados funcionam. No domingo, o telefone tocou. A mulher se apresentava como “Talita”, tinha uma voz bonita e convenientemente hesitante (não parecia uma respondedora calejada). Marcaram para se encontrar no café. Antes de desligar, a garota fez uma confissão.&lt;br /&gt;“Então... preciso contar uma coisa, para que nosso relacionamento não comece com mentiras... meu nome é Thalita”.&lt;br /&gt;Everaldo pensou em lembrá-la de que já haviam se apresentado e até temeu que ela sofresse de, sei lá, Alzheimer. Debitou na conta do nervosismo e até sentiu prazer com a confusão. Adora pessoas um pouco atrapalhadas. Thalita esperou um pouco e&lt;br /&gt;“E você? Sei que quer me dizer seu nome”.&lt;br /&gt;Ah, ela sacou que Everaldo usava pseudônimo. É inteligente a mardiçoadinha!&lt;br /&gt;“Tá, vou confessar... meu nome é... Everaldo”&lt;br /&gt;“Ah, ah! Você é tão engraçado!”&lt;br /&gt;Qual é o problema com meu nome?, ele pensou.&lt;br /&gt;Quarenta minutos depois, Everaldo estava lá, sentado de costas para a porta, esperando. Uns dois anos sem namorada era demais, até mesmo para alguém econômico como ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(continua).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;* Ah, essas fotos são de S. Francisco do Sul e arredores, no final de semana. Foram feitas com meu celular.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-3697158262131619516?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/3697158262131619516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=3697158262131619516&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3697158262131619516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3697158262131619516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/07/anncio.html' title='ANÚNCIO!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SH1Dbjx498I/AAAAAAAAAak/98z7fwelGac/s72-c/Mercedez+leva+voc%C3%AA+longe.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-3556562370127701942</id><published>2008-07-11T11:22:00.005-03:00</published><updated>2008-07-11T12:22:59.680-03:00</updated><title type='text'>BUDD BOETTICHER! ASSISTA!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SHd5beX240I/AAAAAAAAAaU/B2UNdUsbtwU/s1600-h/SevenMen.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221775805875938114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SHd5beX240I/AAAAAAAAAaU/B2UNdUsbtwU/s400/SevenMen.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Finalmente vi um filme de &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Budd Boetticher&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dou um tempo aqui na série sobre musicais porque é como se um desejo antigo tivesse se realizado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Paramount lançou no Brasil uma caixa com filmes produzidos pela Batjac, a lendária companhia de John Wayne. No meio, &lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Sete Homens Sem Destino&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; (&lt;em&gt;Seven Men From Now&lt;/em&gt;, 1956), dirigido pelo ex-toureiro Boetticher.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Você pode comprar cada uma das obras separadamente, ao custo médio de R$ 32,00.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vale cada centavo. Ou o triplo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A fama do filme não é imerecida. É o tipo de coisa que procuro no cinema e está cada vez mais difícil de achar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;78 minutos de um roteiro esplêndido, simples, despretensioso e, assim mesmo, cheio de camadas de interpretação. O homem do texto é &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Burt Kennedy&lt;/span&gt;, um camarada que foi herói de guerra, caladão e, ao que parece, o complemento do egocêntrico e amalucado Boetticher.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os atores são perfeitos. Não é preciso falar muito de &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Randolph Scott&lt;/span&gt;, que faz o vingador silencioso em busca dos sete bandidos que mataram sua mulher. É o típico papel de Scott: honesto até a medula, sem nenhuma afetação. Um macho, sensível e distante, mas um macho do Oeste.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A mocinha é &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Gail Russell&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;, &lt;/strong&gt;que fez fama com &lt;strong&gt;No Rastro da Bruxa Vermelha&lt;/strong&gt; e outro filme mais antigo, &lt;strong&gt;O Fora-da-Lei&lt;/strong&gt;, ambos com John Wayne - um amigo de toda a vida. Uma vida bem curta, diga-se de passagem. Como Judy Garland, Russell se tornou alcoólatra por não suportar a pressão do trabalho em estúdio. Foi descoberta antes dos 18 e levada para Hollywood sem nunca ter cogitado ser atriz. A bebedeira fechou as portas para a garota, que chegou a ser considerada a mulher mais bonita do cinema. Aos 36 anos, amigos a encontraram morta, cercada de garrafas de vodca, num apartamento minúsculo e miserável em Los Angeles.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas o "cara" de &lt;em&gt;Seven Men From Now&lt;/em&gt; é &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Lee Marvin&lt;/span&gt;, personificando um dos melhores vilões da história. É tão estranho que chegamos a gostar dele. Tem alguma coisa afeminada nos seus gestos, acentuada por uma echarpe verde escolhida pelo próprio Marvin. Por outro lado, não há dúvidas da sua masculinidade. O melhor de tudo é que aceitamos um sutil código de ética entre Marvin e Scott. Eles são inimigos, mas parece que Masters, o bandido, admira seu oponente a ponto de parar um instante antes da ação e assistir os pequenos gestos do cowboy.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Duas cenas estão entre as melhores coisas que já vi no cinema. A abertura: uma caverna em que dois bandoleiros se protegem da chuva. Scott chega e explica que está a pé (os índios roubaram seu cavalo para comer) e começa a falar do massacre de Palm Springs. Ouvimos tiros, mas a imagem já é dos dois cavalos, amarrados lá fora. Em seguida, vemos o mocinho montado em um deles e carregando o outro. Mais tarde, o equino sobressalente servirá para um acordo com os indígenas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;(Lembra um de meus diálogos favoritos, este de &lt;strong&gt;Era uma Vez no Oeste&lt;/strong&gt;: três bandidos, montados, vão receber Charles Bronson na estação de trem. Dizem que vieram pegá-lo, mas a intenção, é óbvio, é matar o gaiteiro-atirador. "Parece que está faltando um cavalo para você", diz um deles. Bronson retribui: "Na verdade, estão sobrando dois").&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A outra cena é a do diálogo na carroça. Mais tarde descobri que é a cena favorita tanto do roteirista Kennedy quanto do próprio Budd. Marvin se encanta por Russell. Ele percebe que o viúvo Scott também arrasta a asa para a mulher, casada com o (aparentemente) molengão que conduz a parelha para Los Angeles. Lee Marvin começa a contar uma história fictícia que é, ao mesmo tempo, uma "dica" que ele está percebendo o clima entre a mulher e Scott, uma forma de humilhar o cocheiro e uma belíssima cantada na dona. A tensão é tão grande que ficamos ansiosos para que acabe logo. Grande cinema!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os críticos levantam, assobiam e batem palmas para o duelo final. Um triunfo da economia e, como disse um comentarista nos Extras do DVD, uma morte que mais parece um balé. "Ele realmente sabe como morrer", disse a respeito do camarada que perde o duelo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Sete Homens Sem Destino&lt;/span&gt; (cujo título em português o confunde com o clássico &lt;strong&gt;Sete Homens e Um Destino&lt;/strong&gt;, refilmagem de &lt;strong&gt;Os Sete Samurais&lt;/strong&gt; - mas não tem nada a ver) é um filme honesto, inteligente, grande diversão, maravilhosamente escrito, dirigido e interpretado. Não tem frescura - sem câmeras lentas, zooms, p&amp;amp;b misturado com cores, travellings de um quilômetro ou qualquer recurso fácil de "estilo". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É um dos maiores filmes da história do cinema.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;***&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não posso deixar de comentar as entrevistas com &lt;strong&gt;Clint Eastwood&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Quentin Tarantino&lt;/strong&gt; nos Extras. Eu acho Tarantino um mala e não tenho medo de dizer que ele não acerta faz tempo. Digamos, desde &lt;strong&gt;Pulp Fiction&lt;/strong&gt;. O resto de sua filmografia é uma curiosa paródia de si mesmo, com grande momentos mas evidentes problemas de ritmo e narrativa. Uma espécie de &lt;strong&gt;M. Night Shyamalan&lt;/strong&gt;, que, aos pedaços, sugere um cineasta genial. Mas quando vemos o todo, não deixa de parecer amador. Ambos são cineastas de dois filmes. Tarantino com &lt;strong&gt;Pulp Fiction&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Jackie Brown&lt;/strong&gt;. Shyamalan com &lt;strong&gt;Sexto Sentido&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Corpo Fechado&lt;/strong&gt;. Todos os outros filmes da dupla são legais, merecem ser vistos, mas lembram trabalho de escola. Deve ser por isso que os nerds adoram tanto os dois.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E quando você vê Tarantino, ansioso, cuspindo, falando pelos cotovelos, e do seu lado há o irônico e discreto Eastwood, sabemos muito bem qual dos dois é grande.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;**&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A foto lá no topo, da cena na caverna, é p&amp;amp;b, mas o filme é colorido, magistralmente fotografado por &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;William H. Clothier&lt;/span&gt;, um camarada que aprendeu seu ofício com &lt;strong&gt;Jospeh von Stenberg&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-3556562370127701942?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/3556562370127701942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=3556562370127701942&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3556562370127701942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3556562370127701942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/07/budd-boetticher-assista.html' title='BUDD BOETTICHER! ASSISTA!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SHd5beX240I/AAAAAAAAAaU/B2UNdUsbtwU/s72-c/SevenMen.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-3679949250920822528</id><published>2008-06-28T11:16:00.001-03:00</published><updated>2008-06-28T11:18:43.162-03:00</updated><title type='text'>MAIS UM BLOG!</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Desde ontem, também assino blog para o sítio da 91 Rádio Rock.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.91rock.com.br/blog/nao"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;www.91rock.com.br/blog/nao&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Espero um olhar carinhoso por lá!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-3679949250920822528?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/3679949250920822528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=3679949250920822528&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3679949250920822528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3679949250920822528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/06/mais-um-blog.html' title='MAIS UM BLOG!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-2914750034486516332</id><published>2008-06-21T13:01:00.004-03:00</published><updated>2008-06-21T14:24:00.700-03:00</updated><title type='text'>GRANDES MUSICAIS - PARTE II</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SF04zl_vYTI/AAAAAAAAAaE/iTQWG4_i3II/s1600-h/meetm2.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214386402588844338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SF04zl_vYTI/AAAAAAAAAaE/iTQWG4_i3II/s400/meetm2.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;A reclamação era mais ou menos óbvia: os compositores de &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Agora Seremos Felizes&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; (Meet Me St. Louis, 1944) se recusavam a escrever uma música sobre um bonde - um &lt;em&gt;trolley&lt;/em&gt;. Ponha-se no lugar de um camarada que, no começo dos anos 40, levava a sério seu ofício. Você teria que pensar em melodia, letra, ritmos que combinassem com o roteiro: um drama nostálgico com toques de humor. Sem non-sense. Se fosse hoje, provavelmente cairíamos no escracho. Ou em um tiroteio em câmera lenta, ao som do rap, já que transporte coletivo é cenário freqüente dos filmes de ação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Só que se trata de um filme "bobo". Maliciosamente bobo. Os roteiristas - Ralph Blane e Hugh Martin - tentaram dar uma roupagem mais "digna" para o tema, usando o bonde como uma espécie de metáfora. O diretor jogou fora e pediu uma música &lt;strong&gt;sobre o bonde!,&lt;/strong&gt; ora bolas. Enquanto colecionavam recortes de jornais antigos, em busca de inspiração, descobriram fotos do veículo na época em que a história se ambienta (alvorada do século 20). A legenda de uma delas: "clang, clang. lá bem o bonde". Daí saiu um dos momentos mais gloriosos da história do cinema.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;The Trolley Song&lt;/span&gt;", contudo, era o menor dos problemas. Tudo caminhava para dar errado. O diretor era um quase estreiante e não contava com a confiança de todo mundo. Tudo bem que era Vincent Minnelli, mas pode-se dizer que ninguém ainda sabia o que isso significava. Para piorar, a estrela estava descontente, desmotivada e fazia de tudo para mostrar que era mimada, sim, e danem-se vocês todos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas era &lt;strong&gt;Judy Garland&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A maior "artista completa" da história de Hollywood. Outros dançavam melhor do que ela. Havia quem interpretasse melhor. E até cantasse melhor. Mas quantos fizeram tudo isso num nível tão alto? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Judy era tão boa que Minnelli se apaixonou por ela durante as filmagens, a despeito de seu temperamento terrível. E a despeito de ela ser casada. De ela não ser nem um pouco bonita. E de Minnelli ser gay!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tanta contradição só poderia ter resultado em Liza Minelli, mesmo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Meet me in St. Louis&lt;/em&gt; é um exemplo de como a paixão dos talentosos é o melhor fermento da arte. O filme é um deslumbre em technicolor, com todas as cores possíveis nos inverossímeis vestidos de babados e chapéus encimados por verdadeiros jardins. Toda vez que tem um solo, Judy é enquadrada por Vincent como num porta-retrato. Às vezes com a janela, às vezes com as árvores, às vezes com as pessoas - pois veja que, quando Judy começa a cantar &lt;em&gt;The Trolley Song&lt;/em&gt;, ela é a única sem chapéu. Sua simplicidade é emoldurada pelo colorido calculado dos figurinos e do movimento dos coadjuvantes. Deus, isso sim é dirigir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Trata-se de um filme ingênuo, inspirado nas histórias publicadas por Sally Benson na revista New Yorker. Doce e familiar. Mas, claro, como toda obra-prima, guarda estranhezas que nos provocam incômodos persistentes. A maior delas, sem dúvida, é a assombrosa sequência do Dia das Bruxas, em que as crianças parecem entrar num frenesi de violência e auto-mutilação. A cena da pequena Margareth O'Brien enfrentando o "homem mau" do final da rua parece décadas à frente de sua época.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Cada canção tem uma história memorável - como a de "&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;The boy next door&lt;/span&gt;", cuja letra mudou o endereço descrito no roteiro para que rimasse no refrão. E todas ficaram para o repertório da música popular, especialmente "&lt;span style="color:#6633ff;"&gt;Have yourself a merry little christmas&lt;/span&gt;", que foi alterada pela própria Judy Garland porque, segundo ela, "o final levava a uma espécie de suicídio".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A velha máxima "a estrela que brilha mais, dura a metade do tempo" vale perfeitamente para Judy, que praticamente nasceu no &lt;em&gt;show-business&lt;/em&gt; e foi vítima do próprio talento, sem chance de infância ou sossego. Morreu de tanto tomar remédio para emagrecer, viciada em pílulas para dormir e álcool. Tinha pouco mais de 40 anos. Amanhã, 22 de junho, completam-se 39 anos de sua morte.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ding! Ding!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Garland está ansiosa. O seu paquera, o menino da porta ao lado, não aparece. Toda a cidade parece ter vindo. É a inauguração do bonde! A animação dos outros não contagia a adolescente. O veículo começa a andar. Com ele, a música. Todos cantam felizes. Menos a aborrecida Garland. Até que seu amado surge correndo atrás do bonde, atabalhoado mas sem amassar o impecável terno marrom ou desarrumar a gravatinha verde. Ela quer compartilhar a felicidade, ela quer contar para os outros! Então, depois de dois minutos e 16 segundos do início da sequência, ouvimos e vemos a deliciosa interpretação dessa que é uma das maiores atrizes de todos os tempos:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;With my high-starched collar, and my high-topped shoes&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;And my hair piled high upon my head&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;I went to lose a jolly hour on the Trolley and lost my heart instead. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;With his light brown derby and his bright green tie&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;He was quite the handsomest of men&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;I started to yen, so I counted to ten the I counted to ten again&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quer saber? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Veja você mesmo: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=5UJLIrT_ALs"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=5UJLIrT_ALs&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-2914750034486516332?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/2914750034486516332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=2914750034486516332&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2914750034486516332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2914750034486516332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/06/grandes-musicais-parte-ii.html' title='GRANDES MUSICAIS - PARTE II'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SF04zl_vYTI/AAAAAAAAAaE/iTQWG4_i3II/s72-c/meetm2.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-3635212355257196432</id><published>2008-06-20T13:29:00.006-03:00</published><updated>2008-06-21T12:50:22.240-03:00</updated><title type='text'>MUSICAIS NO ANIVERSÁRIO DE BRIAN WILSON!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SFvrT9pbKAI/AAAAAAAAAZ0/nvzyIq4TfEM/s1600-h/Ginger+colorida.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214019721809831938" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SFvrT9pbKAI/AAAAAAAAAZ0/nvzyIq4TfEM/s400/Ginger+colorida.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SFvrExDDyoI/AAAAAAAAAZs/dpoOlhoFmLo/s1600-h/Cyd-Charisse-Posters.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214019460729653890" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SFvrExDDyoI/AAAAAAAAAZs/dpoOlhoFmLo/s320/Cyd-Charisse-Posters.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Hoje é o aniversário de &lt;strong&gt;Brian Wilson&lt;/strong&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em sua homenagem - e em memória à recém-falecida &lt;strong&gt;Cyd Charisse&lt;/strong&gt;, bailarina célebre pelo talento e por duas das pernas mais bonitas do cinema (olhe a foto) - vou listar meus musicais favoritos. Há meses que quero fazê-lo, mas francamente ando sem ânimo. Na tentativa de pegar no tranco, indico alguns para quem curte o gênero. Outra hora, falo de cada um. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Primeiro, uma questão de delimitação: prefiro chamar de "musical" o gênero cinematográfico em que as pessoas dançam e cantam "naturalmente" no enredo. A música é estrela principal. Não é simplesmente um comentário sonoro ou a ilustração de passagens biográficas. Por isso, eu não considero Johnny &amp;amp; June, Ray, Piaf, It's De Lovely, etc., filmes "musicais": são dramas biográficos sobre celebridades musicais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Também parecerei ainda mais velho e ranzinza, como os camaradas da ESPN que lamentam o fim do futebol há vinte anos, mas tenho dificuldade em listar filmes contemporâneos. O tempo realmente prova alguma coisa sobre a arte, especialmente no seu papel influenciador. Não tenho medo de dizer que as obras ganham significado com o tempo, com a literatura produzida sobre elas, com o consumo compartilhado que enriquece nossas leituras. Não acho que, sozinho, o espectador possa aproveitar plenamente o prazer de assistir um filme. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Essas indicações também parecerão óbvias. A necessária leitura original sobre filmes especiais não pode cair na ingenuidade de desprezar os cânones. É até legítimo que alguém goste, sei lá, de "Dançando no Escuro", mas é uma tremenda falta de conhecimento técnico e sensibilidade estética dizer que o melodrama do Lars von Tryer é &lt;strong&gt;melhor &lt;/strong&gt;que "Cantando na Chuva" ou "Cabaret".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vejamos:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dos nove filmes produzidos por Pandro Berman, a maioria dirigido por Mark Sandrich, coreografado por Hermes Pan e todos estrelados por &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Ginger Rogers e Fred Astaire&lt;/span&gt;, eu escolheria dois:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;O PICOLINO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (Top Hat, 1935)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;RITMO LOUCO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (Swing Time, 1936)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A forma como essas nove pérolas dos anos 30 foram levadas a cabo é um caso a ser mais seriamente analisado pelos estetas, principalmente aqueles que ainda acreditam na soberania do "autor". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O "autor" aqui, definitivamente, não é o diretor. É Astaire, um sátiro elegante e sem sexo deslizando "seis ou sete" números por filme. O ator chegou a construir um diagrama para orientar o roteiro de cada película, com porções matematicamente definidas para as cenas de romance, ação, comédia e dança. A história era basicamente a mesma, assim como o elenco de apoio: Astaire encontra Rogers, se apaixona e a corteja, ela o repudia, ele dança, ela dança, há uma confusão de identidades, e no final eles dançam de novo. Normalmente tem um mordomo (Eric Blore) de comentários venenosos que desafia o patrão atrapalhado e sexualmente carente (Edward Everett Horton). E uma coadjuvante um tanto histérica ou blasè que serve de confidente para Rogers ou esposa de Horton (Helen Broderick).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;São todos iguais? Sim e não. Cada um deles é especial e acho que podemos encará-los como uma investigação realmente autoral de uma possibilidade, de um tema. Em proporções obviamente diferentes, Astaire fez da parceria com Rogers o que Monet fez a partir do lago com nenúfares ou da Catedral de Ruen. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fred Astaire impedia os diretores de usar cortes ou edições nas cenas de dança. Ele considerava um desrespeito com o espectador privá-lo do corpo todo dos bailarinos e do tempo correto dos números. Li numa das coletâneas do crítico Roger Ebert que, velhinha, Ginger Rogers reclamou de "Embalos de sábado à noite" por causa dos planos picoteados e próximos "demais". "Esses jovens acham que podem dançar com os olhos", ela teria dito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em &lt;strong&gt;Picolino&lt;/strong&gt;, além da maravilhosa música de Irving Berlin, aproveitamos os cenários art-decò e o charme delicioso de Rogers, uma mulher de personalidade forte e &lt;em&gt;sexy appeal&lt;/em&gt; injustamente desvalorizado (perceba, nas cenas em que aparece de cetim ou calças de pijama, que bundinha formosa essa mulher tinha!). É quase consensual que não havia erotismo na relação entre os dois, mas a competição e a nítida admiração mútua provoca um frisson que gela nossa barriga. É quase sexual. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Antes de entrar em cena, o casal ensaiava literalmente até os pés sangrarem. A própria Ginger talvez seja um pouco responsável por ser menos valorizada do que Astaire. Ela queria ser uma atriz "séria" e evitava a todo custo ser rotulada como atriz-cantora-dançarina, muito embora, nas palavras da própria, "eu fazia o mesmo que Fred, só que para trás e de salto". &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Veja a garota fazendo o "reverso em agulha" depois de convencer a todos - diretor, coreógrafo e o próprio parceiro - que aquele extravagante vestido &lt;em&gt;precisava&lt;/em&gt; ser usado em cena, mesmo que, décadas depois, a gente fique prestando atenção às plumas voando pela pista: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=oWiTxsdR6no"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=oWiTxsdR6no&lt;/a&gt; (ah, sem falar que estamos ouvindo "Cheek to cheek", uma das maiores canções de todos os tempos!). Em tempo: Astaire se opôs fortemente ao figurino, mas, depois da estréia, mandou uma jóia de presente para a colega, acompanhado de um bilhete onde se lia: "você tinha razão".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ritmo Louco, &lt;/strong&gt;que foi dirigido por George Stevens (Assim Caminha a Humanidade, Um Lugar ao Sol)&lt;strong&gt;,&lt;/strong&gt; é o favorito de alguns críticos, mas eu divido esse amor com &lt;em&gt;Top Hat&lt;/em&gt;. Ainda assim, talvez o cinema não tenha nos proporcionado uma cena tão deliciosa quanto o número &lt;em&gt;Pick Yourself Up&lt;/em&gt;, que abre o filme: Astaire, flechado pelo cupido, segue Rogers até a academia de dança em que ela leciona. O mancebo finge que é um descordenado e faz a garota amaldiçoar a própria profissão: "eu não conseguiria lhe ensinar nada nem em um milhão de anos". O mau-humorado patrão de Rogers (aqui Eric Blore não é mordomo!) vê isso e a demite. O resto, você imagina. Começa com algo como "espere, acho que aprendi alguma coisa..." Ou melhor, nem imagine: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=mxPgplMujzQ"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=mxPgplMujzQ&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois, entre outras felicidades, ouvimos Fred cantar &lt;em&gt;The way you look tonight&lt;/em&gt; para uma zangada Ginger, trancafiada no banheiro. Na primeira nota, como disse a Priscilla, já dá vontade de chorar de alegria. &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=PgRtP74AbO0"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=PgRtP74AbO0&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Bom, vou trabalhar. Depois escrevo sobre outros musicais.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-3635212355257196432?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/3635212355257196432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=3635212355257196432&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3635212355257196432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3635212355257196432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/06/musicais-no-aniversrio-de-brian-wilson.html' title='MUSICAIS NO ANIVERSÁRIO DE BRIAN WILSON!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SFvrT9pbKAI/AAAAAAAAAZ0/nvzyIq4TfEM/s72-c/Ginger+colorida.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-5718840349560092594</id><published>2008-06-20T13:27:00.001-03:00</published><updated>2008-06-20T13:29:30.580-03:00</updated><title type='text'>QUEM MANDOU MORAR NUM BAIRRO CHAMADO BIZARRO?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;IC diz que líquido que verte em casa é sangue humano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;19/06 - 23:16 - Agência Estado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÃO PAULO - O Instituto de Criminalística de Jundiaí (a 60 quilômetros de São Paulo) identificou como sangue humano o líquido vermelho que verte do chão da casa de um casal de aposentados, no Jardim Bizarro. O mistério começou no último domingo, de acordo com Boletim de Ocorrência registrado pelos moradores.&lt;br /&gt;Segundo informou o proprietário da residência, um funcionário público aposentado de 71 anos que preferiu não ter seu nome divulgado, por volta de 18 horas sua mulher tomava banho quando viu sair um líquido vermelho do chão do banheiro. O "fenômeno" se repetiu na segunda-feira e depois não ocorreu novamente. O aposentado disse à reportagem do Estado que o líquido começava a verter sempre do banheiro, não somente do rejunte, mas também da superfície do piso. E que chegava a jorrar a até dez centímetros de altura do chão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-5718840349560092594?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/5718840349560092594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=5718840349560092594&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/5718840349560092594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/5718840349560092594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/06/quem-mandou-morar-num-bairro-chamado.html' title='QUEM MANDOU MORAR NUM BAIRRO CHAMADO BIZARRO?'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-1295364722787408722</id><published>2008-06-11T12:10:00.006-03:00</published><updated>2008-06-11T12:20:52.267-03:00</updated><title type='text'>DEVERIA HAVER UM DESENHO DO MICKEY CHAMADO TOP RAT!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SE_sAa08sGI/AAAAAAAAAZk/6bJ_T7pzKZg/s1600-h/FredAstaireGingerRogersRio33_GazellesWBack.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210642785836511330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SE_sAa08sGI/AAAAAAAAAZk/6bJ_T7pzKZg/s400/FredAstaireGingerRogersRio33_GazellesWBack.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ficar parado ali no canto é tão tão visível, tão bobo, que talvez seja melhor sair dançando mesmo, enfrentando quem está de butuca. Mas é claro que chamaria ainda mais a atenção. Nem estou vestido a caráter. Fred Astaire me olha como se me conhecesse. Não imaginava que ele faz o estilo “simpático profissional”. De qualquer modo, o camarada foi sensível e percebeu meu desconforto. Faz essa cara de “ei, &lt;em&gt;pal&lt;/em&gt;, sou solidário!”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele vem arrastando os pés e me tira para dançar. Heaven, I'm in heaven. O que você está fazendo? And my heart beats so that I can hardly speak. Estou colhendo morangos. And I seem to find the happiness I seek. Ei, isso foi uma ironia ou ele quer dizer algo? Deus me livre da segunda hipótese. Ficaria muito desapontado com metáforas baratas. E talvez com um pouco de medo. When we're out together dancing cheek to cheek. Você está se saindo bem, para quem não é dançarino. Heaven, I'm in heaven. Será que ele pensa que sou gay? Ei, Fred, não sou gay. And the cares that hung around me through the week. Ah, claro que não. Não estou nem interessado em saber. Isso é dançar. Seem to vanish like a gambler's lucky streak. Tá, mas eu acabo de perceber que estou fazendo seus passos para trás... When we're out together dancing (swinging) cheek to cheek. Viu, você está se saindo bem. Oh I love to climb a mountain. Mas olhe para meus pés... And reach the highest peak. Você está louco. Eu sou Fred Astaire. Acha que vou olhar para os pés enquanto danço? But it doesn't thrill me half as much. Eu quero dizer que não uso salto. As dancing cheek to cheek. Bom, isso facilita as coisas para ti. Oh I love to go out fishing. Eu não sou Ginger Rogers! In a river or a creek. Disso eu não tenho a menor dúvida. But I don't enjoy it half as much. Saudade. As dancing cheek to cheek.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-1295364722787408722?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/1295364722787408722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=1295364722787408722&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1295364722787408722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1295364722787408722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/06/deveria-haver-um-desenho-do-mickey.html' title='DEVERIA HAVER UM DESENHO DO MICKEY CHAMADO TOP RAT!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SE_sAa08sGI/AAAAAAAAAZk/6bJ_T7pzKZg/s72-c/FredAstaireGingerRogersRio33_GazellesWBack.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-3112812298954386123</id><published>2008-04-24T12:54:00.013-03:00</published><updated>2008-04-24T14:30:10.226-03:00</updated><title type='text'>CHECK LIST DE ATUALIDADES!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SBC1VPCbegI/AAAAAAAAAZY/fZUo3CUhQfc/s1600-h/Browning+poster.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5192849746776783362" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SBC1VPCbegI/AAAAAAAAAZY/fZUo3CUhQfc/s400/Browning+poster.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SBC0ufCbefI/AAAAAAAAAZQ/KYFEXLtVfkg/s1600-h/Browning+Version.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5192849081056852466" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SBC0ufCbefI/AAAAAAAAAZQ/KYFEXLtVfkg/s400/Browning+Version.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SBC0kfCbeeI/AAAAAAAAAZI/ABMZEAogIQU/s1600-h/My+favourite+things.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5192848909258160610" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SBC0kfCbeeI/AAAAAAAAAZI/ABMZEAogIQU/s400/My+favourite+things.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SBC0b_CbedI/AAAAAAAAAZA/aoCf3njlVUI/s1600-h/Ritchie+as+melhores.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5192848763229272530" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SBC0b_CbedI/AAAAAAAAAZA/aoCf3njlVUI/s400/Ritchie+as+melhores.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Caso Isabela:&lt;/strong&gt; Chato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os pais dela no Fantástico (e em toda a parte):&lt;/strong&gt; Muito chato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Finais dos campeonatos estaduais:&lt;/strong&gt; Chato. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Terremoto:&lt;/strong&gt; Chaaaaato. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Prazo final do Imposto de Renda:&lt;/strong&gt; Chato. E horrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Padre que sonhava ser Mary Poppins:&lt;/strong&gt; Tragicamente engraçado... mas chato. A emoção toda ocorreu há instantes. Ouvi no Jornal Estadual que a Marinha está procurando o noviço voador na Penha por causa do "pressentimento" de um fiel. Eu pensei que não viveria para testemunhar um negócio desses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alunos reclamando de notas e faltas:&lt;/strong&gt; Nem precisa falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Professores de Jornalismo que ainda acham “uma grande questão” a divisão entre “teoria e prática”:&lt;/strong&gt; Chato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Barcelona X Manchester:&lt;/strong&gt; Decepcionante. E chato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Redescobri John Coltrane&lt;/strong&gt;: Excitante. Coltrane é aquele trecho obrigatório da vida que te toma durante tanto tempo que parece ter se esgotado na sua lista cotidiana. Mas revi &lt;strong&gt;Sound of Music&lt;/strong&gt; e voltei a me derreter pela versão Trane de &lt;em&gt;My Favourite Things&lt;/em&gt;, um dos melhores eventos da história da humanidade. Meu amigo Osny Tavares tinha essa gravação como a ponte sonora de sua vida – talvez do lado de &lt;em&gt;Eye of the Tiger&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A visão original da Priscilla sobre cinema:&lt;/strong&gt; Viciante! Ela mergulhou na teoria cognitivista e me levou junto. Pobre Christian Metz, parece tão tolo agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Canções com letras tolas em português:&lt;/strong&gt; Sensacional! Eu tenho um amor por letras bobas, despretensiosas, executadas com a mais despudorada e profissional vulgaridade. Como alguns clássicos de &lt;strong&gt;Bob Durough&lt;/strong&gt;, versões de &lt;strong&gt;Richard Cheese&lt;/strong&gt; e pérolas apresentadas por &lt;strong&gt;Caco&lt;/strong&gt;, o Sapo, nos Muppets. Mas minha viagem para São Paulo permitiu que redescobríssemos, no carro, a beleza das letras tolas em português. E hoje ninguém ganha da obra-prima &lt;em&gt;Pelo Interfone&lt;/em&gt;, com o &lt;strong&gt;Ritchie&lt;/strong&gt;. “Chamo por você, ninguém atende/ De repente uma luz acende/ Ela não está (com som metálico)/ me diz a voz que vem do intefone/ Não sei se vai chegar, volte amanhã mas antes telefone”. Agora há pouco ouvi &lt;em&gt;Quando&lt;/em&gt;, do &lt;strong&gt;Roberto Carlos&lt;/strong&gt;. “Quanto você se separou de mim/ Quase a minha vida teve fim”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Browning Version (Nunca te Amei):&lt;/strong&gt; Indispensável! Assisti à versão original, de Anthony &lt;strong&gt;Asquit&lt;/strong&gt;, com &lt;strong&gt;Richard Redgrave&lt;/strong&gt; (pai de Vanessa) no papel do professor que está se despedindo da escola, tem uma mulher adúltera e o ódio dos colegas invejosos para lidar. A interpretação de Redgrave é de pasmar, dessas que faz você pensar duas vezes antes de dizer que é “ator” ou que “estuda teatro”. Paulo Camargo me disse que a versão dos anos 80, com &lt;strong&gt;Albert Finney&lt;/strong&gt;, também é ótima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Operário 5 X Maringá 1:&lt;/strong&gt; O Fantasma ataca novamente! E com o gol mais bonito da rodada, incluindo o futebol internacional e a belíssima cobrança de falta de Diego, do Mengão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Viva Las Vegas&lt;/strong&gt;: Grande disco, do Rei. É sempre emocionante conferir o quanto certas personalidades da história mudaram quase tudo o que veio depois. Elvis faz aqui muito do que veríamos em dezenas de "tendências" do rock nos anos seguintes. A introdução de &lt;em&gt;Polk Salad Annie&lt;/em&gt;, por exemplo, é tudo o que Jim Morrison gostaria de ter feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Projetos da Rádio e TV Campus:&lt;/strong&gt; Tão legais que merecem um post especial. Em breve!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-3112812298954386123?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/3112812298954386123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=3112812298954386123&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3112812298954386123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3112812298954386123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/04/check-list-de-atualidades.html' title='CHECK LIST DE ATUALIDADES!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SBC1VPCbegI/AAAAAAAAAZY/fZUo3CUhQfc/s72-c/Browning+poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-4620629640235957856</id><published>2008-04-24T11:59:00.002-03:00</published><updated>2008-04-24T12:05:06.648-03:00</updated><title type='text'>JOSÉ CARLOS FERNANDES!</title><content type='html'>Gentil como sempre, &lt;strong&gt;José Carlos Fernandes&lt;/strong&gt; - um dos quatro ou cinco melhores jornalistas do Paraná - teve a generosidade de me citar em sua crônica de sexta-feira, na Gazeta do Povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/colunistas/conteudo.phtml?tl=1&amp;amp;id=757982&amp;amp;tit=Doce-misterio"&gt;http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/colunistas/conteudo.phtml?tl=1&amp;amp;id=757982&amp;amp;tit=Doce-misterio&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dá para ser demagogo: quando não se trata de obituário, página policial, escândalos em geral ou viagens idiotas com balões de borracha, é sempre bom ser lembrado num jornal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-4620629640235957856?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/4620629640235957856/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=4620629640235957856&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/4620629640235957856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/4620629640235957856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/04/jos-carlos-fernandes.html' title='JOSÉ CARLOS FERNANDES!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-2126713734313335207</id><published>2008-04-22T14:38:00.003-03:00</published><updated>2008-04-22T14:50:20.274-03:00</updated><title type='text'>JORNALISTAS EM BUSCA DE CONSOLAÇÃO? Um texto de Rafael Schoenherr</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SA4kvPCbeWI/AAAAAAAAAYI/yjXJPdx_6Pg/s1600-h/Quarteto+em+a%C3%A7%C3%A3o+1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5192127814313933154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SA4kvPCbeWI/AAAAAAAAAYI/yjXJPdx_6Pg/s400/Quarteto+em+a%C3%A7%C3%A3o+1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O que está escrito a seguir é correspondência do professor-jornalista Rafael Schoenherr para seus colegas de viagem ao Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo. Foi produzida no calor da viagem, o que dá aquele sabor de imediatismo. Reproduzo aqui, embora tenha sido escrita para três leitores. Na foto, a troupe da Unibrasil no terceiro andar do prédio Piauí da Mackenzie. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O GPS é um aparelho generoso com os viajantes que precisam chegar com exatidão a um destino. Mesmo que a cidade seja São Paulo e que metade da tripulação seja ponta-grossense. Muito do charme do 'brinquedo' está na voz eletrônica que orienta: “vire à esquerda, 200 metros”. Em outros momentos, menos elegantes, talvez, o conselho é “mantenha-se à direita”. Independente do sentido, a recomendação só é feita após o preciso mapeamento do destino no visor - um mapa detalhado da região identifica onde estamos, velocidade de navegação, ruas próximas e o trajeto (manobra a manobra) até o ponto de chegada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais que alguns amigos professores não gostem do termo 'mapeamento', ao voltar de encontros de pesquisa, fico com a sensação de que falta em boa medida um aparelho de orientação (um mapa!) que facilite o trajeto discursivo. Tenho a impressão de que um levantamento prévio da situação (onde estamos, velocidade e condições de navegação, por onde podemos ir e onde queremos chegar – alguns chamariam esse cálculo de 'estratégia'...) melhor conduziria (e, em alguns casos, até mesmo evitaria) certas discussões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, tiro essa idéia de duas oportunas intervenções do professor Elias Machado no último Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, em São Paulo. Como definir qual deve ser o perfil do docente em Jornalismo se não temos dados precisos e atualizados (pesquisa, enfim) sobre sua real situação em diversas escolas? No GT Pesquisa na Graduação, por sua vez, Elias debateu qual a contribuição dos pesquisadores CNPq na formação de novos pesquisadores na graduação. Isso com base em levantamento do número de pesquisadores CNPq com orientandos de iniciação científica em cursos de jornalismo. Rastreamento indispensável, segundo Machado, para a formulação de políticas de pesquisa no país – ao passo que identifica uma demanda muito maior do que a contemplada pela atual distribuição de bolsas. São apenas 12 pesquisadores doutores CNPq no país com projetos registrados na área de jornalismo. Só para se ter uma idéia, existem mais de 150 doutores associados na Sociedade Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), como bem lembrou o professor da UFSC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados autorizam pensar que, em muito, pesquisa em jornalismo é uma coisa de herói no país. Isto é, ainda não funciona regularmente como prática institucionalizada. O mesmo vale para diversas ótimas iniciativas (de extensão, de pesquisa, pedagógicas) que conhecemos no Encontro, onde o desempenho do professor nem sempre vem acompanhado de estímulo e sustentação institucionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, somente um mapa da situação pode pautar precisamente novas formas de ação e organizar o trajeto – o que está em muito por se fazer, ainda, na área de docência em Jornalismo. Caso contrário, vira reclame nostálgico (saudades disfarçadas mais de um tempo em que conseguíamos nos localizar do que da realidade pretérita em si)... Isso evitaria eventuais devaneios que desconsideram transformações recentes no mercado profissional, por exemplo, quando pensamos em requisitos do professor de jornalismo – cobrar 60 anos de trabalho em redação em jornal impresso seria injusto com as futuras gerações de docentes, para radicalizar na ilustração... Mas poderíamos tranqüilamente relacionar dados sobre os anos de redação e o resultado no ensino a partir de casos específicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem o necessário detalhamento da situação (que projete novas 'formas de agir'), o consolo é se agarrar a generalidades (que valeriam para qualquer pretensão educativa), dispersão temática, falta de objetividade, frases de efeito e apoio emotivo (com filme piegas ao final), suposto encastelamento vanguardista na universidade pública, horismo assumido nas privadas e transferência dos problemas coletivos para a escala individual de ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não tira o brilho do evento nacional, pois desligar o GPS e se perder pela cidade permite encontrar pessoas interessantes com suas realidades singulares de docência e histórias divertidas de jornalismo. O mapa está longe de ser autoritário, portanto. Mas diante de uma realidade dinâmica da área, o que está em jogo é a legitimidade dos cursos de jornalismo, como recordou o professor Victor Folquening - e estar informado parece ser um modo interessante de olhar as coisas do outro lado da consolação. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Rafael Schoenherr&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-2126713734313335207?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/2126713734313335207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=2126713734313335207&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2126713734313335207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2126713734313335207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/04/jornalistas-em-busca-de-consolao-um.html' title='JORNALISTAS EM BUSCA DE CONSOLAÇÃO? Um texto de Rafael Schoenherr'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SA4kvPCbeWI/AAAAAAAAAYI/yjXJPdx_6Pg/s72-c/Quarteto+em+a%C3%A7%C3%A3o+1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-79799634403163172</id><published>2008-04-21T10:14:00.007-03:00</published><updated>2008-04-21T23:47:54.395-03:00</updated><title type='text'>EMPREGO É PREOCUPAÇÃO DE FILISTEU!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SA1NAvCbeVI/AAAAAAAAAYA/o2jfKVLqPvo/s1600-h/Rafael+na+pizzaria.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5191890620450044242" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SA1NAvCbeVI/AAAAAAAAAYA/o2jfKVLqPvo/s320/Rafael+na+pizzaria.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Preciso dizer que me orgulho da participação de nossos representantes, da Unibrasil, no XI Fórum Nacional de Professores de Jornalismo, encontro que levantou o barracão na bela Universidade &lt;strong&gt;Mackenzie &lt;/strong&gt;de sexta até hoje, em São Paulo.&lt;br /&gt;Todo o nosso quarteto apresentou trabalhos: professores-jornalistas Maura Martins, Rafael Schoenherr, Thays Poletto e eu. Para minha alegria, o mérito nem estava na simples aceitação dos artigos, mas na legitimidade deles. Nesse tipo de evento, alguns professores gastam o tempo dos colegas com certos "relatos de experiências" que não contribuem para absolutamente nada. E isso acontece porque os instrumentos regulatórios da qualidade das instituições de ensino pedem curriculos empapados de "participações em eventos".&lt;br /&gt;Por paradoxal que pareça, não é todo militante da academia que tem talento para a discussão intelectual. Mas precisa mostrar serviço para o coordenador, que precisa mostrar serviço para a instituição, que tem que prestar contas para o MEC. No final, o que a universidade X vai usar, nos seus discursos de formatura, é que "nossos professores participaram de 160 eventos durante o ano". Mas vá saber se algum deles contribuiu com alguma coisa melhor do que uma conversa fiada na lanchonete do fórum.&lt;br /&gt;Como sou coruja, não resisti a ficar apenas no meu grupo de trabalho - Ética e Teoria da Comunicação - e tentei assistir a participação de Rafael, Thays e Maura nas outras salas. Dessa circulação, dá para tirar algumas conclusões:&lt;br /&gt;* Muito do que se diz e se apresenta como proposta séria de pesquisa é coisa de piá de prédio: leituras coloridas dos teóricos mais pop da Comunicação com a nítida intenção de misturar a diversão do final de semana com a proposta pedagógica.&lt;br /&gt;* Por incrível que pareça, ainda há uma distância abissal entre o mercado real de trabalho e a perspectiva acadêmica geral. Boa parte dos professores - principalmente da escola pública - olha com desdém a prática mundana do jornalismo. Alguns defendem, inclusive, que o ensino da profissão se resuma a debates teóricos. Isso seria anacrônico mesmo que garantíssimos professores com leitura profunda e atualizada das teorias. Mas é muita hipocrisia defender que temos um quadro docente geral, nas instituições públicas, privadas, confessionais e comunitárias do país, que dê conta do recado. Nas duas intituições privadas em que trabalhei com Jornalismo, em Curitiba, vi bibliografias, armadas por colegas, que se baseavam em livros de auto-ajuda e títulos como "O Que é Comunicação", do Juan Diaz Bordenave, cuja última edição ainda contém um trecho clamando o videocassete como "uma realidade no Brasil".&lt;br /&gt;Mas há algo mais danoso nessa postura: encarcerar o ensino superior nos seus próprios limites, como se não houvesse obrigação de diálogo com a sociedade. Ora, já que tratamos de Jornalismo, é preciso encarar os fatos com toda a fuligem que por ventura tenham: hoje formamos 8 vezes mais jornalistas do que o número de jornalistas com carteira assinada no Brasil. Não é obrigação da escola desenvolver novas formas de atuação? E entender o mercado não é um passo para isso?&lt;br /&gt;Tem outro problema. A distância entre academia e mundo do trabalho libera os profissionais a praticarem iniquidades ou abandonarem a busca por qualidade. Recentemente ouvi de um (eficiente) editor que certa reportagem deveria usar mais "fontes qualificadas, ligadas a insituições" e "gastar menos espaço" com o depoimento das vítimas de determinada desgraça, pois "essas pessoas não têm preparo para discutir o assunto". Não parece que esse é um assunto superado? Pois é, não. Talvez já se configure carne de vaca na sala dos professores de Jornalismo das faculdades, mas na maior parte das redações o senso comum ainda ajuda a afundar o negócio do jornalismo. Veja, nem é uma questão moral. Trata-se, antes do exame da caixa de Pandora, de uma missão bem simples: garantir que o jornalismo seja consumido pelas pessoas. E daí pratique seu papel de "nó da tessitura da existência".&lt;br /&gt;* Isso provoca outra distorção. Um certo complexo de inferioridade em relação à Sociologia e a Filosofia acaba levando vários professores a transformar assuntos simples e objetivos em caleidoscópios pseudo-intelectuais, cheios de rococós e referências desconexas. Por exemplo: o assunto é ensinar a escrever. O caminho: uma discussão sobre a materialidade do eu em face das possibilidades dialógicas da imprensa como co-retorno da esfera pública.&lt;br /&gt;* O que deve acontecer, imagino, por falta de dados objetivos que apontem os caminhos da pesquisa. E aí vem a parte boa.&lt;br /&gt;* No grupo de trabalho do Rafael, o professor Elias Machado, da UFSC, parecia bem empenhado em dar um caráter objetivo para as pesquisas. Começou um mapeamento dos bolsistas do CNPQ no Brasil. A idéia é descobrir a produtividade e relevância do trabalho desenvolvido pelos doutores que são beneficiados pelos recursos públicos.&lt;br /&gt;* Percebemos também que o o novo presidente do FNPJ, Edson Spenthof (da Federal de Goiás), tem a enxada e o quintal para carpir. Na sua fala (ele era o mediador do meu grupo) deixou claro que se sentia "longe da hegemonia". Ah, doces palavras. Não que sempre a maioria esteja enganada. Mas, em geral, o &lt;em&gt;bandwagon&lt;/em&gt; aponta para o banal, como bem sabemos. Ele não trata com soberba nem o colega que apresentou uma curiosa fala sobre espionagem empresarial e até citou o site da CIA como referência...&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;#####&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Na longa, mas divertida viagem de volta, dirigi por horas, na boca da madrugada, com o canto perpétuo dos meus colegas. Jogamos um &lt;em&gt;qual é a música&lt;/em&gt; que resultou na constatação de que a professora Maura Martins tem o maior repertório de canções da história. Alguém que transita tranquilamente entre Maria Bethânea, marchas de Carnaval de Porto Alegre (!), Madonna, David Bowie e pérolas musicais que incluem versos como aquele que descreve o He-Man como um "gato alto astral".&lt;br /&gt;Na foto, professor Rafael relembra versos tocantes de Paulo Ricardo e Sérgio Malandro em uma pizzaria da Consolação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-79799634403163172?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/79799634403163172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=79799634403163172&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/79799634403163172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/79799634403163172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/04/alguma-objetividade.html' title='EMPREGO É PREOCUPAÇÃO DE FILISTEU!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/SA1NAvCbeVI/AAAAAAAAAYA/o2jfKVLqPvo/s72-c/Rafael+na+pizzaria.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-3532334126714057639</id><published>2008-04-06T03:24:00.004-03:00</published><updated>2008-04-06T03:35:04.818-03:00</updated><title type='text'>A FREIRA SEM CABEÇA REBELDE!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R_htrUuNlzI/AAAAAAAAAXY/VuUWozvuw3o/s1600-h/Lobisomem.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R_htrUuNlzI/AAAAAAAAAXY/VuUWozvuw3o/s320/Lobisomem.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5186015561981466418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O terceiro dos sete filhos do Capitão Roberto Esperto virava lobisomem. Em toda noite de lua cheia, a testa e os ombros de Juvenaldo eram tomados por pelos, cresciam-lhe os dentes, esticavam as unhas e ele se punha a uivar, sem ao menos se importar com as eventuais visitas para o jantar – cada vez mais raras, diga-se de passagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conter a desgraça de ser conhecido como “O Pai do Lobisomem” (o que de fato já começara a acontecer) e evitar maior constrangimento social para si e para a família, o Capitão Esperto resolveu enviar o filho para um Monstreiro Beneditino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário das expectativas, a adaptação de Juvenaldo não foi das mais dolorosas. Mesmo de forma traiçoeira, ele parecia ter ouvido a voz de Deus. Talvez por causa da postura liberal dos Beneditinos de lá, tão receptivos que viviam de braços dados com o Rabino Golem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paz de espírito não durou muito, no entanto. No dia da Benção de Prevenção à Polidactilia, Juvenaldo saiu do claustro para tocar as mãos dos fiéis. Entre eles estava uma noviça, Maria, a Freira Sem Cabeça. O pescoço serelepe daquela noivinha de Cristo fez com que Juvenaldo prendesse a respiração. Naquela noite, já uivava para a lua, sôfrego de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não escapou a Monsenhor Boitatá o clima romântico que se estabeleceu entre os dois. Também não era a primeira vez que Maria se metia em encrencas. No Convento Sibilante, as colegas descreviam a freira como “desmiolada”. Elas cantavam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Como resolver um problema como Maria?/ &lt;br /&gt;Já que seu caso é mais que cabeça vazia?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem demora, Juvenaldo e Maria promoviam encontros secretos no cemitério que separava suas sagradas residências. A discrição não durou, já que o menino passou a deixar rastros de pelos por entre as covas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monsenhor Boitatá tomou uma decisão dura, mas coerente com suas obrigações religiosas. Transferiu Juvenaldo para o Monstreiro da Ressurreição Padre Romero, onde receberia cuidados do temido abade Zumbi. Entre dentes, os noviços Beneditinos compartilhavam a dolorosa expectativa: “O abade vai comer a cabeça dele!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, no caminho, Juvenaldo viu um coelho e fugiu para o mato.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Fim.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-3532334126714057639?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/3532334126714057639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=3532334126714057639&amp;isPopup=true' title='32 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3532334126714057639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3532334126714057639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/04/freira-sem-cabea-rebelde.html' title='A FREIRA SEM CABEÇA REBELDE!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R_htrUuNlzI/AAAAAAAAAXY/VuUWozvuw3o/s72-c/Lobisomem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>32</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-8215194323254760727</id><published>2008-03-27T08:53:00.005-03:00</published><updated>2008-03-29T09:04:09.316-03:00</updated><title type='text'>DEVERIA HAVER UMA LEI QUE PROTEGESSE NELSON RODRIGUES!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R-uSG0uNlyI/AAAAAAAAAXQ/QfkC1ZD5LAk/s1600-h/Victor+na+varanda+de+tio+Acelino.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182396442149230370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R-uSG0uNlyI/AAAAAAAAAXQ/QfkC1ZD5LAk/s400/Victor+na+varanda+de+tio+Acelino.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Minha observação corre sério risco de ser injusta, já que, por causa do tempo disponível, vi poucas peças até agora.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas há algo terrivelmente conservador vibrando pelo Festival de Curitiba, como um vento encanado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Comprei ingresso para oito peças da assim chamada Mostra Contemporânea de Teatro. Depois da quarta, resolvi prestar atenção nos endereços de apresentação. Notei algo muito pouco contemporâneo: todas em palco italiano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Claro que teatro é negócio de intelectual ou artista e essas duas categorias, com frequência sazonal, cansam das tentativas de ousadia e saem por aí dizendo que "o retorno é moderno". Talvez seja isso. Palco italiano é a coisa mais moderna que existe!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas, como disse meu amigo Gustavo Scheffer, na saída de um tanto decepcionante meio-espetáculo de Gerald Thomas, "moderno, para mim, é coisa do século 19".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Também me impressionou a generosidade de muitos colegas em relação às peças. Tudo bem dizer que os artistas estão lá fazendo um trabalho de investigação, que o juízo crítico depende de nuances de repertório, condições subjetivas, o escambau.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas concluir que aquela montagem de &lt;strong&gt;Vestido de Noiva&lt;/strong&gt;, dos Satyros, é "original"? Ou mais, "sensacional!", como ouvi de alguns? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Temos todo o respeito pelo grupo, que faz um trabalho reconhecido nacionalmente lá na praça Roosevelt, e ainda com o Ivam Cabral, que nos deu a honra de aceitar o convite do Holofote e conceder entrevista lá na Unibrasil. Só que o lance todo não passou muito do amadorismo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Achei muito interessante o recurso do vídeo", disseram uns dois. Bom, talvez devêssemos proporcionar mais variedade teatral em Curitiba, pois, no mínimo, temos o Paulo Biscaia fazendo isso - e muito melhor - há bastante tempo. Um vídeo com a deslocada e "cool" música pop cabeça numa espécia de intermezzo da peça parecia muito com clipe de empresa de formatura.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"A interpretação de Norma Bengell é incrível". Bom, comedida talvez seja suficiente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Há uma interatividade com o público". De fato, não há. Não há "quebra de quarta parede" no espetáculo, pelo menos não no nível de espetáculos lá dos anos... 40, quem sabe. Aquela bola constrangedora passeando gratuitamente pela platéia chega a justificar vandalismo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Enfim, os atores andavam a esmo pelo procênio, sem nenhuma intenção cênica. O toque gay dos camaradas vestidos com um avental de açougueiro ou metalúrgico, sei lá, soou, de novo, frágil e insuficiente. O Travesti World Fashion Poor Metaphor do "gran finalle", com todo mundo vestido de noiva, é a típica coisa para adolescente dizer "genial, genial". O mesmo que diz "genial, genial" para videoclipe do Charlie Brown Jr.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ahhhh, e olhe que não falei de &lt;strong&gt;Júpiter&lt;/strong&gt;...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Talvez a peça que melhor justificou meu trintão de ingresso tenha sido &lt;strong&gt;Mãe Coragem&lt;/strong&gt;, do Armazém + Louise Cardoso. Ainda assim, não foi exatamente memorável. Algumas ótimas soluções em um elenco irregular. Passamos por alguns sofrimentos: aquele narrador "arqueólogo" (ah, o reino da metáfora barata!) e a interpretação musical. Havia uma cantora que se destacava. Uma grande voz (no volume, pelo menos). Por isso mesmo, um fiasco. Como o restante do elenco cantava, no máximo, "direitinho", quando a mulher soltava a garganta, parecia uma eliminatória do American Idol. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Oh, Deus, como sou rabugento de manhã...&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bocó da foto sou eu, interpretando alguma coisa para meu falecido tio Acelino, na varanda que parecia um palco italiano, naquele bairro de PG que tem o sinistro nome de "31 de Março". A cena deve ter acontecido em 1975 ou imediações.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-8215194323254760727?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/8215194323254760727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=8215194323254760727&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8215194323254760727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8215194323254760727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/03/deveria-haver-uma-lei-que-protegesse.html' title='DEVERIA HAVER UMA LEI QUE PROTEGESSE NELSON RODRIGUES!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R-uSG0uNlyI/AAAAAAAAAXQ/QfkC1ZD5LAk/s72-c/Victor+na+varanda+de+tio+Acelino.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-4111929026563584753</id><published>2008-03-03T14:45:00.005-03:00</published><updated>2008-03-03T15:01:49.930-03:00</updated><title type='text'>CAPITAL CIÊNCIA!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R8w7b5hhUqI/AAAAAAAAAV0/ylSfCom4iHc/s1600-h/logo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173575422425780898" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R8w7b5hhUqI/AAAAAAAAAV0/ylSfCom4iHc/s320/logo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O &lt;strong&gt;Capital Ciência&lt;/strong&gt; está circulando e posso me dizer que foi um trabalho bonito. A equipe do Midiabólicos trabalhou duro para realizar esse tablóide inteiramente colorido, com linguagem alternativa no texto e na concepção visual.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Preciso dar crédito a todos, então repasso, primeiro, o expediente do jornal:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#6600cc;"&gt;Capital Ciência é uma edição especial do curso de jornalismo da Unibrasil, e tem como proponentes os midiabólicos, alunos do grupo de projetos especiais. São eles: Adriano V. Carneiro, Andressa Berkenbrock, Cleverson Bravo, Heitor Hayashi, Henrique Fendrich, Katy Mary Farias, Priscilla Cesar, Robson Custódio, Rodolfo Stancki, Sheila Irene Gorski e Thiago Lapa.&lt;br /&gt;Artigo da página 07 assinado pela professora Maura Martins e pela agora jornalista Nelci Guimarães.&lt;br /&gt;A coordenação geral é do professor e jornalista Victor Folquening (Mtb 3411/13/25v), acompanhado dos professores orientadores Felipe Harmata Marinho, Maura Martins, Paulo Camargo, Rafael Schoenherr e Thays Poletto.&lt;br /&gt;A Unibrasil é dirigida pelo seu presidente, professor doutor Clèmerson Merlin Clève.&lt;br /&gt;Fica na rua Konrad Adenauer, 442, bairro Tarumã. O telefone da coordenação de Jornalismo é (41) 3361.4252 ou 4259. O endereço virtual: &lt;a href="mailto:jornalismo@unibrasil.com.br"&gt;jornalismo@unibrasil.com.br&lt;/a&gt;. O site do Cepjor: &lt;a href="http://jornal.unibrasil.com.br/"&gt;http://jornal.unibrasil.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#6600cc;"&gt;O exemplar que tens em mãos se serve do projeto gráfico de Adriano V. Carneiro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, depois, reproduzo nosso editorial:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sob muitos aspectos, Capital Ciência, segundo produto do grupo Midiabólicos, é uma espécie de síntese do modelo de formação que o curso de Jornalismo da Unibrasil vem se empenhando em oferecer. Um procedimento pedagógico que privilegia o talento, o esforço, o mérito, a recusa ao senso comum e às respostas prontas.&lt;br /&gt;Combina conhecimento técnico e formação humanística. E, principalmente, tenta apontar alternativas, correndo riscos (mesmo que sutis) normalmente sufocados no cotidiano da profissão.&lt;br /&gt;A proposta do Capital Ciência é explorar a linguagem do jornalismo científico, sem, com isso, desprezar modelos exteriores. Ele é pautado pelos projetos de conclusão de curso defendidos no curso de Comunicação Social/Jornalismo da Unibrasil no segundo semestre de 2007. Os alunos-repórteres, no entanto, não têm compromisso com a abordagem das monografias e demais trabalhos de conclusão de curso.&lt;br /&gt;Por exemplo, uma das reportagens sobre autismo se inspira, simultaneamente, na problemática do agendamento, levantada tangencialmente no projeto “Almanaques para Jornalistas”, e em um livro-reportagem sobre a síndrome, “O autismo é outra história”.&lt;br /&gt;Veremos sinais do jornalismo literário, assimilado em pelo menos duas disciplinas do curso, do jornalismo popular, das influências de jornalistas tão distintos quanto o irônico Daniel Pearl, o preciso José Hamilton Ribeiro (que nos concedeu entrevista exclusiva para a reportagem sobre conseqüências psicológicas das amputações) e o meticuloso Joseph Mitchell, quanto autores da literatura ficcional contemporânea, como J. M. Coetzee e James Lee Burke.&lt;br /&gt;Há, também, texto assinado conjuntamente por professor e aluno – o que reforça o compromisso de pensar no aprendizado como um esforço de toda a comunidade acadêmica. O Midiabólicos é formado, por sinal, por seis professores orientadores e dez alunos, provenientes de praticamente todos os períodos do curso.&lt;br /&gt;A variedade de citações explícitas e cuidadosamente mimetizadas vai além dos textos e chega ao projeto gráfico, que já havia experimentado alguns elementos incomuns no Capital Literária, lançado pelo Midiabólicos no último semestre. O projeto visual é inspirado nas célebres capas de disco produzidas pelo designer Red Miles e o fotógrafo Francis Wolf para o selo de jazz Blue Note a partir dos anos 50. Este próprio editorial segue uma homenagem de terceira geração, se inspirando nos artigos de contracapa dos lps da gravadora, assinadas pelo produtor e crítico Alfred Lion.&lt;br /&gt;Poderíamos dizer:&lt;br /&gt;“Sob muitos aspectos, Live at Caverna, segundo disco ao vivo do Midiabólicos, é uma espécie de síntese do tipo de música que duas gerações de compositores e instrumentistas&lt;br /&gt;vinham praticando na costa leste da metrópole. Um som que privilegia a experiência, mas sobretudo o talento e a disposição de sair do boogie woogie que dominava Curitiba naqueles tempos”.&lt;br /&gt;Mais uma vez a variedade tem seu peso pedagógico: o que faz um profissional se tornar competitivo e sair da mera condição de “empregado” (ou desempregado) é a quantidade e qualidade de informações que consegue assimilar, manter e articular criativamente. Sem repertório, o estudante de Jornalismo é refém, no mínimo, de discursos provincianos, lotados da superstição do pensamento positivo, corporativismo e medo.&lt;br /&gt;O apelo à qualidade e ao compromisso inegociável com os princípios da Unibrasil Records pauta o álbum Capital Ciência. E esperamos que tenha a honra de influenciar novas experimentações, novos caminhos, novas esperanças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-4111929026563584753?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/4111929026563584753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=4111929026563584753&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/4111929026563584753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/4111929026563584753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/03/capital-cincia.html' title='CAPITAL CIÊNCIA!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R8w7b5hhUqI/AAAAAAAAAV0/ylSfCom4iHc/s72-c/logo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-7943677077754198058</id><published>2008-03-03T00:11:00.003-03:00</published><updated>2008-03-03T00:32:51.071-03:00</updated><title type='text'>MEU CORAÇÃO DE CERA, IMPRESSO!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R8tw0phhUpI/AAAAAAAAAVs/BX1Kmge4vjo/s1600-h/Priscilla+se+protege+do+sol.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173352646767104658" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R8tw0phhUpI/AAAAAAAAAVs/BX1Kmge4vjo/s200/Priscilla+se+protege+do+sol.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nos últimos dias, um turbilhão de acontecimentos mudou - ou aprofundou - os rumos da minha vida. A partir dessa segunda, eu oficialmente assumo a condução da TV e Rádio Campus da Unibrasil, um dos projetos mais importantes da instituição - e cujo alcance supera a expressão "campus", naturalmente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Também tive a felicidade de receber o aceite de meu artigo no score do Encontro Nacional de Professores de Jornalismo, que ocorrerá em São Paulo, e ainda terei a companhia da Maura Martins, que me dá a honra de me suceder na coordenação do curso de Jornalismo da Unibrasil, e dos brilhantes professores Rafael Schnoeherr e Thays Poletto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Então, o final de semana deveria ser tomado pelo incêndio de idéias que me atormenta toda vez que tenho uma oportunidade de ouro. E lhe digo com absoluta convicção: num grau particularmente combustível, a TV/Rádio Campus é um caminho privilegiado para investigar não só formatos e conteúdos alternativos, mas discutir (pragmaticamente) os rumos da educação superior, a educação à distância e a educação continuada. Em consonância com outro projeto que venho amaciando com o doutor Álvaro Machado, da UFPR, ligado a jogos educativos... camarada, as sinapses vivem uma micareta em plena quaresma!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas meu final de semana foi tranquilo, suave e envolto no calor delicioso do colo da Priscilla. Minha ansiedade foi desmontando aos pouquinhos, nos créditos do divertido &lt;em&gt;Jogos do Poder&lt;/em&gt;, no sábado, se dissipando enquanto eu dirigia e ouvia a voz doce esquadrinhar o filme, e sumiu completamente quando encaixei sua cabeça linda entre meu queixo e o peito, apertando-a pelos ombros até chegar ao estado mental de tranquilidade que só é possível por causa de meu imenso amor por ela. Melhor, só com nossos upcoming coalinhas distribuídos pela cama.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Poucas vezes na minha vida torci para que o final de semana não acabasse. Mas foi tão rápido que quase me senti um preguiçoso tentando evitar a vida empoirada, cheia de barro, poluição sonora e tensão que eu adoro tanto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E olhe que passamos parte do sábado vemos o Dexter degolar umas vítimas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-7943677077754198058?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/7943677077754198058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=7943677077754198058&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7943677077754198058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7943677077754198058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/03/meu-corao-de-cera-impresso.html' title='MEU CORAÇÃO DE CERA, IMPRESSO!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R8tw0phhUpI/AAAAAAAAAVs/BX1Kmge4vjo/s72-c/Priscilla+se+protege+do+sol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-2860612121711431953</id><published>2008-02-14T10:45:00.011-02:00</published><updated>2008-02-14T12:40:07.047-02:00</updated><title type='text'>NOVE DISCOS POP!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R7ROnfr38mI/AAAAAAAAAVk/UCzLROd4CkU/s1600-h/Brian+Wilson+live+at.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166841112928186978" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R7ROnfr38mI/AAAAAAAAAVk/UCzLROd4CkU/s200/Brian+Wilson+live+at.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R7RObPr38lI/AAAAAAAAAVc/nJ06A-XSlGY/s1600-h/Allman+Brothers+Band+-+The+Allman+Brothers+at+Fillmore+East++-+front.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166840902474789458" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R7RObPr38lI/AAAAAAAAAVc/nJ06A-XSlGY/s200/Allman+Brothers+Band+-+The+Allman+Brothers+at+Fillmore+East++-+front.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R7ROE_r38kI/AAAAAAAAAVU/fxJJAEKdAKs/s1600-h/tres+hombres.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166840520222700098" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R7ROE_r38kI/AAAAAAAAAVU/fxJJAEKdAKs/s200/tres+hombres.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R7RN4_r38jI/AAAAAAAAAVM/Hw8rw8NjrIs/s1600-h/Smile.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166840314064269874" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R7RN4_r38jI/AAAAAAAAAVM/Hw8rw8NjrIs/s200/Smile.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R7RNvvr38iI/AAAAAAAAAVE/mhQNz11VMII/s1600-h/One+World.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166840155150479906" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R7RNvvr38iI/AAAAAAAAAVE/mhQNz11VMII/s200/One+World.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Listas que tentam consolidar os "grandes" discos pops de todos os tempos passeiam por aqueles títulos que todos conhecemos: &lt;em&gt;Pet Sounds&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Sargent Peppers&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;A Night at Opera&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;The Freewheelin' Bob Dylan&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Thriller&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Dark Side of the Moon&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Layla&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Exile on Main Street&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Ziggy Stardust&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Paranoid&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Hot Rats&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Are You Experienced&lt;/em&gt;?, &lt;em&gt;Ramones&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Nevermind&lt;/em&gt;, etc. etc.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Estou muito longe de ser um especialista, mas tenho me esforçado para ouvir pacientemente discos de todo tipo de música pop, tentando compensar uma clara deficiência no meu repertório. Para se ter uma idéia, provavelmente não vou identificar o &lt;em&gt;Oasis&lt;/em&gt; se estiver tocando no rádio (e ainda acho que não faz a menor falta). Para mim, &lt;em&gt;Pearl Jam&lt;/em&gt; e música sertaneja são razoavelmente parecidos (e não tenho nada contra nenhum dos dois, só acho que o jeito do Eddie Veder cantar lembra o João Mineiro, aquele da dupla com o Marciano).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que torna bom um disco pop? Tenho a impressão que é uma certa afetação, pois certamente não existe cultura pop sem cheep thrills, o que é sua fortuna e desgraça. Mas muita afetação é insuportável. Por isso &lt;em&gt;Led Zeppelin IV&lt;/em&gt;, olhado sem devoção, é um disco chato e datado. Muita pretensão, muita pseudo-metafísica e aquele tom elegíaco que afunda bandas tão diferentes quanto &lt;em&gt;The Verve&lt;/em&gt; e, sei lá, &lt;em&gt;Rush&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Dream Theatre&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Talvez o que faça dos discos pop mais saborosos os marcos culturais que são é o sarcasmo. A aceitação da emoção barata como diálogo com a juventude. Mas com ironia, com auto-comiseração, com sofrimento ou felicidade exagerados. O que torna tudo leve, descartável, divertido e sublime.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ultimamente, meus discos pop favoritos são:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;I WANT TO SEE THE BRIGHT LIGHT TONIGHT, de Richard e Linda Thompson (1974). Alguém escreveu que Richard Thompson é o "Coltrane da guitarra", o que me pareceu bem sem propósito. A comparação deve se pautar na fé muçulmana do cantor/compositor, conversão adotada também pelo saxofonista de jazz. Mas esse tipo de raciocínio pode nos levar a dizer que Saddan Hussein era o "Coltrane dos ditadores" e que Karin Abdul Jabah era o "Coltrane do basquete". Richard e Linda são um casal, o que nos dá arrepios, certamente. Coisa tipo James Taylor &amp;amp; Carly Simon ou Jane &amp;amp; Erondi. Mas não se engane. Não há nada místico ou tolamente romântico nesse disco sensacional. A canção-título, aliás, é deliciosamente grudenta e apropriada para a sexta-feira: "I so tired of working every day..."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;RUMORS, do Fleetwood Mac (1977). Eu evitava, evitava. Lembrava de uma sensação meio ruim de quando era adolescente, posava de mau e alternativo, e considerava Fleetwood Mac música de elevador. Hoje percebo que esse provavelmente é o disco pop perfeito. Todas as canções são excelentes, a qualidade da produção é de tirar o fôlego. Há o cinismo, há a autobiografia (chama-se Rumores porque a banda, formada por casais, passava por uma crise envolvendo separação, brigas de ego, rancores, etc.). Aqui no Brasil nunca foi tão popular, mas o Paulo Camargo - que morou nos EUA durante bastante tempo - me disse que na América do Norte os camaradas são venerados até hoje. Não é a toa que Rumors é um dos discos mais vendidos de todos os tempos. Quando você ouve "The Chain", por exemplo, até engole o estilão hippie-fugida-da-FAP de Stevie Nicks.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;TRES HOMBRES, do ZZ Top (1973). Sujo, com solos de guitarra, músicas cínicas e um jeito de motocicleta-asfalto e paisagem desértica. Simples, direto, meio malvado e com o grande riff de todos os tempos em "La Grange". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;THE ALLMAN BROTHERS BAND LIVE AT FILLMORE EAST (1971). Wow! Sempre achei blues branco um sofrimento e confesso fugir da maioria dos discos do Eric Clapton e de todos do Johnny Winter como o Cascão foge do banho. Mas, cara, esse disco é sensacional. Talvez seja o som da guitarra. Cheio, redondo, pungente e muito parecido, às vezes, com o grave de uma harmônica. As letras são de blues. Ou seja, gente se lamentando com um sorriso no canto da boca.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ONE WORLD, de John Martyn (1977). Canções hipnóticas, entoadas no estilo arrastado, intoxicado, desse John Martyn, e gravadas de maneira muito inusitada. Os produtores trabalharam à noite, ao ar livre, e captaram a voz de Martyn do outro lado de um lago. Então há sons esquisitos entre o microfone e o canto. Nem todas as faixas me carregam o coração, mas pelo menos as quatro primeiras são de se ficar repetindo centenas de vezes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;MUSIC FROM THE PENGUIN CAFE, The Penguin Cafe Orchestra (1976). Segundo o "1001 discos para se ouvir antes de morrer", o líder Simon Jeffes teve a idéia do álbum depois de sofrer alucinações provocadas por um peixe estragado que comeu na França. É alternativo, sem dúvida, mas é delicioso de se ouvir, especialmente a primeira faixa. Algumas músicas são cantadas, mesmo que a letra se resuma a uma única palavra (como "Milk"). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;SMILE, de Brian Wilson (2004). Nem vou escrever muito, pois esse é outro daqueles normalmente citados como os grandes discos de todos os tempos. Não sei se ouvi um disco pop mais do que Smile e hoje tenho certeza que não gosto de todo ele. Mas do que eu gosto, I really do. Não precisaria de mais nada se ficasse só em &lt;em&gt;Heroes and Villains&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Vega-Tables&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Surfs Up&lt;/em&gt; e o clássico dos clássicos, &lt;em&gt;Good Vibrations&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;BRIAN WILSON LIVE AT ROXY THEATRE (2002). Quando escuto a versão original de "Don´t worry, baby", ainda com os Beach Boys, sinto que algo ficou lá nos anos 60. Talvez seja aquele efeito de voz no verso "I don´t know how long..." O Brian Wilson velho, depois de uns quinze anos de loucura e afastamento, não alcança as notas. A voz falha. E é por isso que é melhor. Tem algo muito vivo, emocionante e verdadeiro nessas gravações que pegam, talvez, o melhor que o rock já produziu em arranjo e letra. Wilson é um gênio, sem dúvida, e sabe escolher uma banda. O disco duplo acaba e você começa tudo de novo, "lying in bed, like Brian Wilson did..."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;THE WHO LIVE AT LEEDS (1970). Para muitos, o melhor disco ao vivo da história do rock. Vá saber! O fato é que é quente. Keith Moon enlouquecido. Pete Towsend comentando precisamente, no dedilhado furioso e lírico, as letras agressivas gritadas pelo Roger Daltrey. A capa é um desperdício de feiúra. Talvez outros discos ao vivo seja tão bons ou melhores que esse. Mas provavelmente o Who nunca fez um trabalho tão bom. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quais são os seus?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-2860612121711431953?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/2860612121711431953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=2860612121711431953&amp;isPopup=true' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2860612121711431953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2860612121711431953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/02/nove-discos-pop.html' title='NOVE DISCOS POP!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R7ROnfr38mI/AAAAAAAAAVk/UCzLROd4CkU/s72-c/Brian+Wilson+live+at.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-6860838955853978596</id><published>2008-02-13T10:31:00.004-02:00</published><updated>2008-02-13T11:00:10.609-02:00</updated><title type='text'>CARTA ABERTA A ALUNOS DA UNIBRASIL!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R7LpPPr38dI/AAAAAAAAAUc/HJXgH8h2QlI/s1600-h/Maura+Martins.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166448170665243090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R7LpPPr38dI/AAAAAAAAAUc/HJXgH8h2QlI/s400/Maura+Martins.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Eu e professora Maura Martins (aí no alto, durante o último Tribunal do Júri da Indústria Cultural) redigimos uma carta de boas-vindas para os alunos de Jornalismo da Unibrasil. Foi publicada no site do Cepjor: &lt;/em&gt;&lt;a href="http://jornal.unibrasil.com.br/"&gt;&lt;em&gt;http://jornal.unibrasil.com.br/&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Lá, você também se diverte com a estréia do Felipe Harmata Marinho como repórter do Papo Mínimo. Segue a carta:&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000066;"&gt;Bem-vindos a 2008!&lt;br /&gt;Esse será um ano muito especial para o curso de Jornalismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000066;"&gt;A cada semestre, encontramos novas soluções e aprimoramos a qualidade que está no Jornalismo da Unibrasil desde sua origem.&lt;br /&gt;A preocupação com a comunidade, o olhar humanístico, a excelência técnica, o corpo docente extraordinário, as atividades de extensão... a cada mês procuramos lapidar, consertar, promover novidades e construir a melhor formação que um jornalista pode ter no estado do Paraná.&lt;br /&gt;Qualquer esforço, no entanto, seria inócuo, se não contássemos com a qualidade de nossos alunos. Se procuramos exigir, é porque confiamos na disposição de toda a comunidade de construir um projeto do qual vamos nos orgulhar para sempre.&lt;br /&gt;Algumas de nossas posturas precisam sempre ser reforçadas. O que nos remete ao orgulho.&lt;br /&gt;A Unibrasil caminha para se tornar Centro Universitário, o que, entre outras inúmeras vantagens, valoriza o diploma de cada um de seus alunos.&lt;br /&gt;Para alcançar esse status, nossa produção científica e de extensão deve se aprofundar, aproveitando uma vocação que já faz parte da gênese da instituição.&lt;br /&gt;O Plano Pedagógico Institucional, elaborado recentemente, é muito claro em relação a esses objetivos. E o curso de Jornalismo não só apóia como já vem se esforçando para cumprir as metas.&lt;br /&gt;Por isso, o documento que tem em mãos serve como esclarecimento da conduta da coordenação, dos professores e dos alunos que escolheram desenvolver seus projetos pessoais na Unibrasil.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, o critério mais importante de distinção, na Unibrasil, é o mérito acadêmico. Ou seja, nossos professores e alunos são avaliados por sua produção intelectual, acima de quaisquer outras características. Sem dúvida, o curso de Jornalismo valoriza muito a experiência profissional – tanto que insistimos na contratação de professores que aliem currículo no campo de trabalho e na docência. Mas a formação acadêmica é prioridade.&lt;br /&gt;Nossa perspectiva é clara: o curso de Jornalismo não deve “imitar” as regras do mercado convencional de jornalismo. Deve absorver suas necessidades, mas propor outras experiências, outras perspectivas.&lt;br /&gt;A tomada de postura a esse respeito não é intuitiva nem meramente movida pela necessidade de marketing. Ela vem da análise cuidadosa das exigências que o Ministério da Educação e os principais instrumentos avaliadores requerem no Brasil atualmente.&lt;br /&gt;Os cursos de Comunicação melhor estrelados no Guia Abril e os que tiveram melhores notas no Enade são claramente pautados por essas preocupações. Têm mais produção científica, mais interdisciplinaridade, são muito exigentes com os alunos e intolerantes com mediocridade e desonestidade. Ao mesmo tempo, são os que melhor encaminham seus formados no mercado de trabalho.&lt;br /&gt;Também convém explicar que a Unibrasil apóia a política de avaliação realizada pelo Ministério da Educação. Podemos discordar da precisão dos mecanismos de avaliação, mas sem dúvida o esforço do governo tem sido salutar para disciplinar e promover saudável concorrência entre os cursos superiores no país. Alunos e professores devem manter suas posturas críticas em relação aos instrumentos avaliativos, mas sempre na perspectiva de contribuição pública para seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;O que nos leva a outra questão. O que faz de um curso superior “bom” ou “excelente”?&lt;br /&gt;A qualidade das aulas nem deve ser tratada como “diferencial”. É nossa obrigação. E ela começa com cumprimento dos horários, do calendário, dos planos de ensino e da exigência dos professores. Gradativamente, os docentes de Jornalismo vêm sendo estimulados a exigir mais de nossos alunos.&lt;br /&gt;Mas, compreensivelmente, uma mudança satisfatória leva um tempo e um reflexo disso é a alta média de nossos alunos. No último semestre, a média geral foi 7,09. A tendência é que essa média baixe.&lt;br /&gt;Bom treinamento, no entanto, não resume a formação de um estudante. Precisamos da tal “produção acadêmica”. Um bom professor deve se preocupar com suas habilidades pedagógicas, capacidade de motivar os alunos, etc., mas deve, principalmente, produzir conhecimento. Deve ser um intelectual. Se o seu professor é capaz de contribuir intelectualmente – de forma pragmática, inclusive – para o desenvolvimento da profissão, ele está cumprindo com sua obrigação. “Ensinar” a repetir fórmulas do mercado é pouco.&lt;br /&gt;Por isso, todos os professores de Jornalismo, a partir do primeiro semestre de 2008, deverão investir na própria formação e na publicação de artigos científicos.&lt;br /&gt;Muitos alunos vão argumentar – e com razão – que o nosso perfil discente encontra muitas dificuldades para cumprir um programa como esse. São, na sua maioria, trabalhadores e ocupam quase todo o tempo disponível com a busca pelo sustento. Há também a precária formação elementar. Não é segredo que o domínio geral da língua é menos que satisfatório. O conhecimento científico de boa parte dos alunos é pequeno demais para nos precaver da pseudociência e da superstição.&lt;br /&gt;Mas aí é preciso deixar alguns pontos muito claros: em primeiro lugar, a única forma de um trabalhador conquistar um espaço digno na sociedade é através do esforço de formação. Claro que outras variáveis contam no sucesso do empreendimento, mas o mínimo que pode se esperar de quem está disposto a uma profissão é o empenho. Por isso, não há nenhuma chance de os professores “aliviarem” ou “facilitarem” a vida dos estudantes por causa de suas condições econômicas e sociais. O aluno que vem para a aula de helicóptero e o que vem de carrinho de papel são exigidos igualmente no curso da Unibrasil.&lt;br /&gt;Talvez valha a pena lembrar que alguns dos melhores jornalistas (senão profissionais de quaisquer áreas) de todos os tempos vieram justamente das camadas mais pobres da sociedade – o que os ajudou, inclusive, a compreender o universo da notícia de maneira exemplar. O que não podemos esquecer é que, como diz Richard Dawkins, “não há almoço grátis na natureza”. A idéia original da frase não é, nem de longe, inibir a solidariedade. É mostrar que tudo tem um custo. No nosso caso, é o esforço.&lt;br /&gt;Quanto à formação: juntos, professores e coordenação, elaboramos uma série de atividades e procedimentos para atenuar algumas de nossas deficiências. Elas tendem a melhorar o domínio da linguagem e o conhecimento científico. A Cesta Cultural passa a agregar artigos de Ciência. Além disso, todo trabalho, a partir de agora, será entregue nas regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas – o que familiariza o estudante com a organização do método.&lt;br /&gt;Reforçamos aqui outro ponto fundamental. A desonestidade é intolerável. Qualquer plágio ou tentativa de enganar a comunidade acadêmica, seja em provas, reportagens ou pesquisas, ou ainda na falsificação de documentos, serão punidos exemplarmente. Não se pode admitir um jornalista que não tenha a ética como parâmetro fundamental.&lt;br /&gt;Além da honestidade, também gostaríamos de apontar para o ceticismo. Os alunos que já passaram por algumas disciplinas conhecem criticamente a situação vergonhosa de parte da imprensa. Muitos de nossos veículos de comunicação agendam futilidades e evitam assuntos polêmicos; são coniventes com um pensamento conservador e, muitas vezes, criminoso; e demonstram, em geral, total desapego à precisão e ao cuidado com as notícias.&lt;br /&gt;Um bom jornalista duvida o tempo todo e recorre a provas para confirmar até mesmo suas convicções. A prática do ceticismo é salutar, mesmo que isso custe, aos olhos da família e dos amigos, um certo ar de antipatia. Jornalista não serve para panfletar. Ele apura, ele verifica, ele mostra. O discurso fora de lugar empobrece a informação e desdenha do leitor, ouvinte ou espectador. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000066;"&gt;Sem dúvida, a manifestação política é pilar fundamental na democracia. No jornalismo, ela tem lugar inequívoco, mas nunca deve ultrapassar o princípio da isonomia e da apuração dos fatos. Quando o fato prejudica sua posição política, é ele que deve prevalecer. Os melhores e maiores jornais do mundo praticam essa leitura do jornalismo. E é por isso que formam opinião.&lt;br /&gt;Há alguns assuntos, no entanto, que não podem ser acobertados pela intransponibilidade da “opinião”. Homofobia, racismo, sexismo, preconceitos de qualquer tipo são intoleráveis. Ninguém, nessa instituição pautada pelo pensamento republicano e secular, tem o direito de esconder seus preconceitos atrás da máscara da “opinião”. Não importa o que sua formação ou religião diz: valem os preceitos da Constituição brasileira.&lt;br /&gt;Aliás, todo discurso tem seu espaço na sociedade e realmente precisamos respeitar as várias formas que a cultura adota para explicar o mundo. Mas o ensino superior é pautado pela Ciência. Ou seja, o senso comum e o pensamento dogmático só são válidos como materiais de análise, nunca como explicação. A Ciência comete erros, sem dúvida, mas trabalha com suas próprias limitações e não há, na história da Humanidade, nenhum recurso material que ultrapasse o pensamento científico como veículo de progresso e melhoria das condições de vida das pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000066;"&gt;E no curso de Jornalismo, quem tem voz? Todos, mas se quiserem uma ordem de “fala”, apelemos para o mérito acadêmico.&lt;br /&gt;O mérito começa no hábito de leitura, que amplia sua visão. Por “leitura”, entenda mais do que o consumo de literatura (que é fundamental). A vivência crítica de todo tipo de experiência saudável é fundamental. E continua no esforço de estudar. Lembre-se: estudar não é diversão, embora traga felicidade posterior. Estudar é difícil, cansa, rouba nosso tempo livre. Mas não se pode ter sucesso sem estudar – não nesse ramo.&lt;br /&gt;Para concluir: aluno não é cliente. O argumento de que você “paga” e por isso tem esse ou aquele direito não é válido. A relação entre professor e aluno não é comercial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço e ótimo ano letivo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000066;"&gt;Victor Emanoel Folquening&lt;br /&gt;Coordenador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maura Oliveira Martis&lt;br /&gt;Coordenadora adjunta&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-6860838955853978596?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/6860838955853978596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=6860838955853978596&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6860838955853978596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6860838955853978596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/02/carta-aberta-alunos-da-unibrasil.html' title='CARTA ABERTA A ALUNOS DA UNIBRASIL!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R7LpPPr38dI/AAAAAAAAAUc/HJXgH8h2QlI/s72-c/Maura+Martins.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-6401629453928994644</id><published>2008-02-05T11:56:00.000-02:00</published><updated>2008-02-05T12:10:33.094-02:00</updated><title type='text'>A CENA MUSICAL MAIS CONSTRANGEDORA!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R6huMrJRogI/AAAAAAAAAUM/3SH5hhrWTNg/s1600-h/South-Pacific-Isles-of-Enchantment-Posters.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163498136799388162" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R6huMrJRogI/AAAAAAAAAUM/3SH5hhrWTNg/s400/South-Pacific-Isles-of-Enchantment-Posters.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um dos divertimentos tradicionais dos cinéfilos são os filmes "involuntariamente" gays. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas nem isso salva &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Ao sul do Pacífico&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; (South Pacific, de Joshua Logan, 1958), que finalmente vi no último final de semana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A lentidão, as coreografias risíveis, a falta de carisma dos atores (principalmente do italiano Rosanno Brazzi, que faz papel de francês, mas é dublado em inglês por outro italiano), o uso pretensioso de filtros para separar as cenas musicais do enredo e o desperdício da boa música e da peça colocam South Pacific na lista que inclui constrangimentos como &lt;strong&gt;Across the Universe&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Moulin Rouge&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E ainda nos contempla com aquela que é provavelmente a cena musical mais tola da história do cinema: mãe e filha tongolesas cantam Happy Talk para o inexpressivo John Carr. Parece uma apresentação de crianças com problemas mentais, sem o sentimentalismo que daria alguma emoção para a empreitada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tudo isso nos faz lembrar o quanto &lt;strong&gt;Cantando na Chuva&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;The Bandwagon&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Sete Noivas para Sete Irmãos&lt;/strong&gt; são geniais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-6401629453928994644?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/6401629453928994644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=6401629453928994644&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6401629453928994644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6401629453928994644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/02/cena-musical-mais-constrangedora.html' title='A CENA MUSICAL MAIS CONSTRANGEDORA!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R6huMrJRogI/AAAAAAAAAUM/3SH5hhrWTNg/s72-c/South-Pacific-Isles-of-Enchantment-Posters.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-99192564639606724</id><published>2008-01-25T09:51:00.000-02:00</published><updated>2008-01-25T10:17:17.225-02:00</updated><title type='text'>A BELEZA DO PENSAMENTO RELIGIOSO!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5nSmbJRofI/AAAAAAAAAUE/uQ8qarGtSqw/s1600-h/futurama+bender2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159386405693137394" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5nSmbJRofI/AAAAAAAAAUE/uQ8qarGtSqw/s400/futurama+bender2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5nPfbJRoeI/AAAAAAAAAT8/McG7Zmpq7MA/s1600-h/Invasion+of+Saucer-Men.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159382986899169762" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5nPfbJRoeI/AAAAAAAAAT8/McG7Zmpq7MA/s400/Invasion+of+Saucer-Men.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O estudante afegão de jornalismo Sayed Parwiz Kambakhsh, de 23 anos, teve a infeliz idéia de escrever, em um artigo guardado discretamente em seu computador, que Maomé era "assassino e adúltero".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O resultado: foi condenado à morte. Em outubro passado, depois que o irmão de Sayed foi preso por publicar críticas ao Taliban, oficiais do Diretório Nacional de Segurança invadiram sua casa e confiscaram o disco rígido do estudante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O processo se arrastava, mas o Conselho de Sacerdotes da Província cansou de esperar e decretou a morte de Sayed. Heresia é pena capital no Afeganistão, como sabemos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Leia esse trecho da reportagem publicada no New York Times de ontem: "Mr. Kambakhsh is a student in the town of Mazar-i-Sharif and also works as a reporter for a daily paper, Jahan-e-Naw. He was accused of downloading a controversial article and adding some of his own words about the ignorance of the Prophet Muhammad on women’s rights". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Comentário, em outro contexto, de um professor de Jornalismo em um fórum de debates online: "O mundo árabe sofre preconceito patrocinado pelos Estados Unidos em favor da causa judia, mas é tão óbvio que a cultura do Islã prega o amor e a tolerância!" Para aquele &lt;em&gt;intelectual&lt;/em&gt;, "o radicalismo, em qualquer religião, é exceção".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como diria o Bender, "kiss my shinning ass!"&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-99192564639606724?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/99192564639606724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=99192564639606724&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/99192564639606724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/99192564639606724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/01/beleza-do-pensamento-religioso.html' title='A BELEZA DO PENSAMENTO RELIGIOSO!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5nSmbJRofI/AAAAAAAAAUE/uQ8qarGtSqw/s72-c/futurama+bender2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-5253311775560146566</id><published>2008-01-24T09:29:00.000-02:00</published><updated>2008-01-24T11:37:24.908-02:00</updated><title type='text'>PREFIRA ROMERO!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5iBu7JRodI/AAAAAAAAAT0/KPyuM1Z0chs/s1600-h/Land+of+dead.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159016016303464914" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5iBu7JRodI/AAAAAAAAAT0/KPyuM1Z0chs/s320/Land+of+dead.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5iBk7JRocI/AAAAAAAAATs/8V64BWN9Jlw/s1600-h/Dawn-Of-The-Dead-Posters.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159015844504773058" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5iBk7JRocI/AAAAAAAAATs/8V64BWN9Jlw/s320/Dawn-Of-The-Dead-Posters.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5iBcLJRobI/AAAAAAAAATk/7YKw0KmAVhE/s1600-h/Night-of-the-Living-Dead-Posters.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159015694180917682" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5iBcLJRobI/AAAAAAAAATk/7YKw0KmAVhE/s320/Night-of-the-Living-Dead-Posters.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando a gente vê um filme como &lt;strong&gt;Eu sou a Lenda&lt;/strong&gt; se dá conta do motivo pelo qual George A. Romero é insuperável no palpitante assunto dos zumbis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Talvez "tecnicamente", o longa com Will Smith não seja de zumbis. Não se trata de uma história com mortos-vivos. Mas eles comem gente, andam como no clip de Thriller (quando estão passeando: estranhamente viram velociraptors quando cheiram o sangue precioso do protagonista) e são embranquiçados como os morlocks do Orwell.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A diferença com os filmes do célebre diretor B é a qualidade da metáfora. Ou do subtexto, se preferirem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Eu sou a Lenda&lt;/strong&gt; tem um orçamento (e um astro) que Romero jamais usufruiria. Até o momento, já rendeu quase 250 milhões de dólares aos produtores. Hoje é o nono filme mais visto dos Estados Unidos, mas passou semanas em primeiro, inclusive aqui no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com Will Smith e efeitos especiais para lá de bacanas, era lucro certo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então porque não contrataram um roteirista? Eles já estavam em greve?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até uma certa altura, é um ótimo filme. Tem cenas legais de Nova Iorque entregue ao capim, sustos a cada cinco minutos, a alternância entre silêncio e música minimalista, uma boa interpretação do carismático Smith (amargando a solidão com lampejos de psicose), cenas de tensão bem dirigidas, etc.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas quando a cadela morre, a vaca vai para o brejo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um misticismo previsível e barato toma conta do enredo. Parece que a Fundação Templeton (que sustenta pesquisas "científicas" e premia "cientistas" que tentam provar a existência de Deus) passou a financiar cinema, também. Digo "previsível" porque, se o seu cérebro não estiver de férias, vai sacar que não se menciona "borboleta" duas vezes, gratuitamente, num enredo. O problema é que até o previsível é decepcionante! A cura está na borboleta? Nããão. É mais besta que isso. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para variar, brasileiros são tratados como idiotas. Nesse caso, uma idiota "do bem". A infeliz que salva Smith do ataque dos zumbis do sarampo é nossa conterrânea (interpretada por Alice Braga) e nunca ouviu falar de Bob Marley! Diz que chegou até o solitário morador de Nova Iork porque "God told me to" (o que lembra o terrível, mas estranhamente divertido filme dos anos 70). Você até se ofende porque faz parecer que essa gente terceiro-mundista (nós, no caso) é supersticiosa, desinformada, crente ignorante que prefere abracadabras cristãs à ciência. Mas é pior do que isso: no fim, ela tem razão! A brasileira é a "boa selvagem".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há um pouco de &lt;strong&gt;Mad Max&lt;/strong&gt;, muito de filmes de zumbis e um roteiro que não explica nada de forma direta, livra-se do objeto em si (a cura para a doença) em nome da "mensagem de esperança". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Prefira a Quadrilogia dos Mortos, de Romero (&lt;em&gt;Night, Dawn, Day and Land of Dead&lt;/em&gt;). Você sai incomodado, pelo menos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-5253311775560146566?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/5253311775560146566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=5253311775560146566&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/5253311775560146566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/5253311775560146566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/01/prefira-romero.html' title='PREFIRA ROMERO!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5iBu7JRodI/AAAAAAAAAT0/KPyuM1Z0chs/s72-c/Land+of+dead.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-7490791630643965083</id><published>2008-01-23T14:06:00.000-02:00</published><updated>2008-01-23T14:58:24.193-02:00</updated><title type='text'>O MUNDO ASSOMBRADO PELOS FAST FOODS!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5dmm7JRoaI/AAAAAAAAATc/6UiodRdyWV4/s1600-h/a+melancolia+das+fast+foods+capa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158704717073850786" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5dmm7JRoaI/AAAAAAAAATc/6UiodRdyWV4/s400/a+melancolia+das+fast+foods+capa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Graças ao Lucas Rufino, finalmente adquiri &lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Melancolia dos Fast Foods&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Vou procurar meu conto infantil e publicar aqui, para rirem de mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aproveito para recomendar um velho clássico da crítica à pseudociência: &lt;strong&gt;O Mundo Assombrado pelos Demônios&lt;/strong&gt;, do Carl Sagan (Companhia das Letras). Nele, por exemplo, você descobre que "num levantamento de 2700 membros da Associação Psicológica Americana, 12% responderam que tinham tratado casos de abuso de rituais satânicos (enquanto 30% mencionaram casos de abusos cometidos em nome da religião)" (publicado originalmente em 1995 e minha edição é de 2006, p. 185). Ou seja, pelo menos a partir dessa mostra, Deus ou Cristo ou outro nome divino inspira mais abuso sexual do que o próprio Chifrudo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outra coletânea preciosa é do Richard Dawkins, o mesmo que ganhou manchetes com o ótimo &lt;strong&gt;Deus, um Delírio&lt;/strong&gt;. Trata-se de O &lt;strong&gt;Capelão do Diabo&lt;/strong&gt;, série de artigos e resenhas em que desmonta pseudocientificismos que vão de mediunidade à rebuscada produção pós-moderna dos franceses. Os dois são da Companhia das Letras. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Concluí a leitura do Dennett (&lt;strong&gt;Quebrando o Encanto: a religião como fenômeno natural,&lt;/strong&gt; Editora Globo): fundamental para quem ainda acha que religião (&lt;em&gt;futebol&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;política!&lt;/em&gt;) é indiscutível. A comparação, no início do livro, é brilhante. Há um parasita chamado &lt;em&gt;Toxoplasma gondii&lt;/em&gt; que ataca o cérebro do rato. O roedor fica desinibido, valente e enfrenta o gato. Sabe por quê? Porque o parasita só consegue se reproduzir no organismo do felino. Pense em como as religiões organizadas são formadas e como "contaminam" milhões de pessoas sem nunca, em nenhum momento da história da humanidade, produzirem uma única prova consistente de seus milagres. Para muitos, há uma necessidade "espiritual" e "inexplicável" de Deus, o que motivaria os crentes a aceitar que alguém nasceu de uma virgem e que um barbudo escolheu alguns bichos para colocar em um navio. Enfim, ninguém vê o &lt;em&gt;Toxoplasma gondii&lt;/em&gt; a olhos nus. Será que o rato pensa que é Daniel e teve uma "revelação" na cova dos gatinhos? (&lt;em&gt;essa comparação é minha, não culpem o filósofo&lt;/em&gt;!)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Maravilhoso, não é?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-7490791630643965083?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/7490791630643965083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=7490791630643965083&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7490791630643965083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7490791630643965083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/01/graas-ao-lucas-rufino-finalmente.html' title='O MUNDO ASSOMBRADO PELOS FAST FOODS!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5dmm7JRoaI/AAAAAAAAATc/6UiodRdyWV4/s72-c/a+melancolia+das+fast+foods+capa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-8590949868379278331</id><published>2008-01-23T09:16:00.000-02:00</published><updated>2008-01-23T09:25:43.554-02:00</updated><title type='text'>UM NOVO COMEÇO (Os Diários de Morgadon, parte 4)</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5cj5LJRoZI/AAAAAAAAATU/kAqNyI2aoAA/s1600-h/Abominable+Dr.+Phibes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158631363327402386" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5cj5LJRoZI/AAAAAAAAATU/kAqNyI2aoAA/s400/Abominable+Dr.+Phibes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5cjzrJRoYI/AAAAAAAAATM/QHNdBdqgY-U/s1600-h/Austonding+She-Monster.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158631268838121858" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5cjzrJRoYI/AAAAAAAAATM/QHNdBdqgY-U/s400/Austonding+She-Monster.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5ci2rJRoXI/AAAAAAAAATE/za7F2QlqbRU/s1600-h/Vampire+Vixens+from+Venus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158630220866101618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5ci2rJRoXI/AAAAAAAAATE/za7F2QlqbRU/s400/Vampire+Vixens+from+Venus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Fui ao interior com mamãe e a Mulher Que Mora na Minha Casa. Domingo nublado. Lotamos o carro com guarda-sol, isopor e tuppewares cheios de bolo de fubá e sobras de churrasco. Tem uma tia lá nesse lugar. Parece que ela sabe onde fica um tal Recanto dos Almeidinhas, fonte de água “mineral” cheio de clareiras para assar uma carninha e gelar cerveja no próprio córrego.&lt;br /&gt;Mas não achamos a casa da tia. Começou a chover.&lt;br /&gt;Quando voltávamos, desanimados, percebi uns gritos na casa de madeira no barranco. A porta abriu e um cachorro saiu chutado. Um homem barbudo apareceu na soleira, onde havia uma grade de ferro para tirar o barro do chinelo, e gritou: “sai daqui, lazarento!”&lt;br /&gt;O cão se encolheu num canto. Olhei para a Mulher, que dormia no banco de trás. Minha mamãe estava distraída, tentando morder o próprio ombro. Encharcado, meu novo Pet, aquele que me ajudaria a encontrar Levaudaga, me olhou com a candura dos bravos.&lt;br /&gt;Abri a porta.&lt;br /&gt;“Vem, Lazarento, vem...”&lt;br /&gt;O destino começa a se cumprir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-8590949868379278331?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/8590949868379278331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=8590949868379278331&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8590949868379278331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8590949868379278331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/01/um-novo-comeo-os-dirios-de-morgadon.html' title='UM NOVO COMEÇO (Os Diários de Morgadon, parte 4)'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5cj5LJRoZI/AAAAAAAAATU/kAqNyI2aoAA/s72-c/Abominable+Dr.+Phibes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-3512606301906732186</id><published>2008-01-18T16:43:00.000-02:00</published><updated>2008-01-18T17:45:00.761-02:00</updated><title type='text'>LIÇÕES SOBRE A VIDA! (Os Diários de Morgadon parte III)</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5EBRBvaQUI/AAAAAAAAAS8/vN7pGxRbe44/s1600-h/Paix%C3%A3o+mo%C3%A7a+assiste+luz.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156904440352620866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5EBRBvaQUI/AAAAAAAAAS8/vN7pGxRbe44/s200/Paix%C3%A3o+mo%C3%A7a+assiste+luz.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Deparei-me com duas duras verdades nessa semana. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A primeira é que Lavaudaga, meu destino espitual, o lugar onde finalmente me encontrarei com o Povo Indiomar e recuperarei a Coroa de Morgadon, libertando a raça Sux da escravidão e da precariedade no abastecimento de água, é mais longe do que sonham os humanos, doravante chamados simplesmente de Pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Passei dias atormentando A Mulher que Mora na Minha Casa e Não é Minha Mãe sobre o significado de um sonho frequente: um bode aparece no meu quarto, de madrugada, e começa a comer meu lençol. Salto da cama e peço que ele se retire. O animal apenas balança negativamente a cabeça e continua mastigando. Quando chega perto do meu pé... eu acordo. Estou sempre encharcado, como se o bode tivesse urinado em mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Na última vez que contei, Ela parou de mastigar a salada de repolho com semente de abóbora e ficou, meditativa, olhando para dentro do meu nariz. Um vento sibilante preencheu o apartamento e a Mulher desviou os olhos para fora, para o infinito. Compreendi: era uma resposta que eu deveria buscar sozinho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Sozinho, não. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Com a ajuda de Mordecai, meu Pet.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quando encontrei Mordecai miando embaixo da pia, há doze anos, imaginei que Deus havia me enviado mais um gato pesteado, que agora faria companhia para meu papagaio pesteado e meu hamster com fungos. Mas desde cedo, o gatinho mostrava algo diferente. Em 2004 ele caiu do quinto andar de meu prédio. Quando o vi pulando, pensei que iria voar, tanta era a convicção do felino (talvez ele fosse mesmo, mas ainda não estava preparado!). Desci, triste, para retirar a massa de carne explodida da calçada. Para minha surpresa, Mordecai estava tonto, com vários ossos quebrados, um olho furado, mas estava VIVO!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Hoje eu entendo que ele não é um gato. É outro dos 797 Guerreiros da Luz, encarnado em um felino - como também foram Tigra, Willie Cat e Willie Kit.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Chega o momento, cara Pessoa, de dizer algo mais sobre os 797 Guerreiros da Luz. São avatares, espíritos de Luz que, a seu tempo, combateram o Mal e as Trevas. Jesus foi um deles, Thomas Edison foi outro. Madre Tereza, Ayrton Senna, João do Pulo, Dedé, Betinho, Paulo Freire e o ator Brad Renfro são como eu e Mordecai.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Escrevi um bilhete sobre o sonho e amarrei, com uma fita vermelha, no pescoço de Mordecai. Coloquei-o dentro de um saco e peguei um ônibus para o ponto final da linha Bacacheri-Pinheirinho. Descobri uma rodovia lá. Abri o saco e soltei o bichano de Luz:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;"Vá e volte com notícias, meu nobre guerreiro".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Faz um mês que espero a volta de Mordecai e já começo a perder as esperanças. A viagem para Levaudaga, concluí, é longa demais e eu não posso esperar tanto tempo. Pensei que cinco, dez ou quinze anos seria um tempo razoável para aguardar o retorno de meu gato ancião. Mas a odisséia pode demorar 50, 100 anos! Estarei vivo até Mordecai voltar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O que me leva à segunda dolorosa verdade: precisarei eu mesmo caminhar pela Estrada da Iluminação (como chamamos a Vida) para encontrar minhas respostas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;E terei que levar um novo Pet comigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;* Ditado pelo espírito Rabicó.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-3512606301906732186?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/3512606301906732186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=3512606301906732186&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3512606301906732186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3512606301906732186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/01/lies-sobre-vida-os-dirios-de-morgadon.html' title='LIÇÕES SOBRE A VIDA! (Os Diários de Morgadon parte III)'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5EBRBvaQUI/AAAAAAAAAS8/vN7pGxRbe44/s72-c/Paix%C3%A3o+mo%C3%A7a+assiste+luz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-2408183312909939279</id><published>2008-01-18T16:18:00.001-02:00</published><updated>2008-01-18T16:36:22.181-02:00</updated><title type='text'>O NOME DO GUERREIRO! (A Saga de Morgadon parte II)</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5DxeRvaQSI/AAAAAAAAASs/EKFR-EpIhVk/s1600-h/Neli+no+aeroporto+1+(37).jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156887075799843106" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5DxeRvaQSI/AAAAAAAAASs/EKFR-EpIhVk/s200/Neli+no+aeroporto+1+(37).jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A Mulher que Mora na Minha Casa e Não é Minha Mãe revelou, finalmente, meu Nome sagrado de Guerreiro da Luz. Ela tem um Nome impronunciável, mas meu batismo na luz já havia sido feito em tempos imemoriais pelo próprio Primeiro Profeta Preclaro da Província de Pron. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foi uma semana difícil. Ela me pedia favores o tempo todo e, cansado de repetir exercícios de iluminação obscuros (como lavar suas roupas com movimentos circulares e longitudinais), me recusei a ir à farmácia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quando ela mencionou a tarefa, dei as costas. Era agosto, e o cheiro das queimadas preenchia o ar. Uma folha cortou o céu e o halo de luz recortado do sol me deixou tonto. Lá atrás, no jardim, ela finalmente gritou meu Nome. Percebi que sentia dor e entendi o significado disso. Ela cruzou a linha, ela desobedeceu à Ordens Superiores porque me amava, porque não queria mais me ver sofrendo na dúvida.&lt;br /&gt;Até hoje, dois dias depois, eu ouço claramente sua voz tonitruante ecoando pela entrada do prédio:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;"Diazepan"!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Eu sou Diazepan, um dos 797 Espíritos da Luz!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;*Ditado pelo espírito Valdenei.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-2408183312909939279?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/2408183312909939279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=2408183312909939279&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2408183312909939279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2408183312909939279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/01/o-nome-do-guerreiro.html' title='O NOME DO GUERREIRO! (A Saga de Morgadon parte II)'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5DxeRvaQSI/AAAAAAAAASs/EKFR-EpIhVk/s72-c/Neli+no+aeroporto+1+(37).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-8968771012972144626</id><published>2008-01-18T15:58:00.000-02:00</published><updated>2008-01-18T16:32:09.645-02:00</updated><title type='text'>OS 797 ESPÍRITOS DA LUZ! (A Saga de Morgadon parte I)</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5Dq1BvaQPI/AAAAAAAAASU/5GVpGWCJ5IU/s1600-h/Paix%C3%A3o+prociss%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156879770060472562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5Dq1BvaQPI/AAAAAAAAASU/5GVpGWCJ5IU/s400/Paix%C3%A3o+prociss%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Ela chegou na noite em que mamãe fez salada de repolho com casca de banana. Eu lembro porque... enfim, ninguém esqueceria de uma porcaria dessa. A campainha tocou. Era tarde, quase duas da manhã. Mamãe já havia terminado sua casca e agora lavava os cotovelos na pequena bacia que herdamos da vovó. Estremeci, mas, por algum motivo, atendi a porta sem olhar pela janelinha, que estava aberta e iluminada.&lt;br /&gt;Era uma moça, linda. Olhos azuis profundos, lábios pequenos e torneados. Tinha o tronco ligeiramente maior que as pernas - ou pelo menos uma das pernas - e usava um elegante gorro azul comprido com duas penas na ponta.&lt;br /&gt;“Estou aqui porque você é um de nós”, ela disse suavemente.&lt;br /&gt;Eu já havia a visto em sonho. Por isso acreditei nela.&lt;br /&gt;“Posso entrar?”&lt;br /&gt;Desde então, essa mulher mora conosco, come nossa comida e usa as roupas da minha mãe. Ela é um dos 797 Guerreiros da Luz, assim como eu. Sua presença em nossa casa é fundamental, pois aos poucos me ensina como me tornarei digno do Medalhão Azul do Perpétuo Poder, destinado a mim pelo Primeiro Grande Sábio da Luz desde tempos imemoriais.&lt;br /&gt;O Dia da Revelação completa dez anos agora. Continuo aprendendo, dia após dia, como chegar ao topo de minhas potencialidades espirituais.&lt;br /&gt;Ontem ela me deu uma nova lição, depois que insisti muito enquanto caminhávamos no Bosque do Papa. “Puxa, às vezes acho que está me enganando. Eu compro roupas, financio viagens e pago prestação de secador de cabelo para a Senhora, mas até agora meus poderes não se manifestaram...”&lt;br /&gt;Ela parou por um instante, deu um suspiro, e olhou para o céu. Percebi que as folhas arquearam nos galhos. Uma brisa morna tocou meu pescoço. Silêncio.&lt;br /&gt;“Sim, eu entendo...”, consegui dizer, com a voz embargada.&lt;br /&gt;Mal posso esperar pela lição do próximo semestre, freqüência que foi determinada pelo Grande Olho de Antigamente, espírito iluminado de uma época e um lugar onde o tempo corre em outras linhas dinâmico-astrais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;*Ditado pelo espírito Juba&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-8968771012972144626?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/8968771012972144626/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=8968771012972144626&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8968771012972144626'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8968771012972144626'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/01/os-797-espritos-da-luz.html' title='OS 797 ESPÍRITOS DA LUZ! (A Saga de Morgadon parte I)'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5Dq1BvaQPI/AAAAAAAAASU/5GVpGWCJ5IU/s72-c/Paix%C3%A3o+prociss%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-2391222231306205194</id><published>2008-01-18T12:19:00.000-02:00</published><updated>2008-01-18T13:07:43.221-02:00</updated><title type='text'>PORQUE AFETAÇÃO É TÃO DIFÍCIL DE ENGOLIR!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5C8jxvaQOI/AAAAAAAAASM/dGrFpm3GrPk/s1600-h/The+Incredible+2+Head+Transplant.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156828896172851426" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5C8jxvaQOI/AAAAAAAAASM/dGrFpm3GrPk/s400/The+Incredible+2+Head+Transplant.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5C6VBvaQNI/AAAAAAAAASE/5ZZ1f5Sq8gY/s1600-h/Mole+People.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156826443746525394" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5C6VBvaQNI/AAAAAAAAASE/5ZZ1f5Sq8gY/s400/Mole+People.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5C6KhvaQMI/AAAAAAAAAR8/2sXmFTG_nRE/s1600-h/Killer+Tongue.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156826263357898946" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5C6KhvaQMI/AAAAAAAAAR8/2sXmFTG_nRE/s400/Killer+Tongue.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5C50hvaQLI/AAAAAAAAAR0/-jPWJSAtBV4/s1600-h/Crawling+Eye.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156825885400776882" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5C50hvaQLI/AAAAAAAAAR0/-jPWJSAtBV4/s400/Crawling+Eye.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5C4FxvaQKI/AAAAAAAAARs/hxqOiA1b4GQ/s1600-h/Terror+from+the+Year+5000.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156823982730264738" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5C4FxvaQKI/AAAAAAAAARs/hxqOiA1b4GQ/s400/Terror+from+the+Year+5000.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;Dias atrás eu precisei ter uma dessas conversas chatas de trabalho com um colega. De cinco em cinco minutos o camarada me saía com uma metáfora. “Se eu sou um coelho, o que eu faço? Eu como cenouras”. Depois, acuado pela proposta de mudar os rumos de determinado projeto, ele começou uma frase assim: “a sabedoria popular não pode estar errada quando diz que dois pássaros na mão...” Bom, estaria errada se se chamasse “burrice popular”, mas a questão não é semântica. “Sabedoria popular?”, retruquei, “pensei que estivéssemos defendendo o conhecimento científico”. A resposta, dada num ar de velho ancião: “A ciência não explica tudo” Valha-me Santo Brian Wilson!&lt;br /&gt;Um outro conhecido deu de comentar filmes num grupo de discussão. Sobre &lt;strong&gt;Desejo e Reparação&lt;/strong&gt;: “Não gosto do final, porque o amor não precisa ser inventado. O amor existe e é lindo”.&lt;br /&gt;Nesse exato momento, o cantor &lt;strong&gt;Zé Geraldo&lt;/strong&gt; dá uma entrevista para o Pontapé Inicial, da ESPN. Os fãs mandam dezenas de mensagens dizendo que ele é “genial” e que seu compromisso com a luta sindical e com as causas populares é emocionante. O cara canta uma música “do ponto de vista” de um pedreiro. “&lt;em&gt;Tá vendo aquela igreja, seu moço?/ Eu também ajudei a construir&lt;/em&gt;”. Adivinhe o final? O pobre trabalhador não pode entrar em nenhum dos prédios em que botou a argamassa, menos na igreja, “&lt;em&gt;onde o padre diz amém&lt;/em&gt;”. Os jornalistas da mesa aplaudem efusivamente (talvez por educação, mas vá saber!)&lt;br /&gt;Essa pobreza pseudo-populista é bastante comum no jornalismo, em que, de alguma forma, a emoção costuma parecer mais “verdadeira” do que os fatos. Por mais paradoxal que pareça.&lt;br /&gt;Estou contando isso porque dei uma entrevista sobre ensino de jornalismo para um programa de tv e, ontem, fiquei sabendo que a repórter se encantou comigo porque eu teria preferido “dar um depoimento emocional ao invés de apresentar números frios”. Fiquei com medo de mim mesmo, mas lembrei que cada frase era a respeito de projetos concretos em andamento, o que pode ter levado minha cara redonda a expressar alguma emoção. Por um segundo, com um frio na barriga, me imaginei dizendo: “O importante é que o amor vença” ou “nossos alunos são pessoas humanas extraordinárias, cada uma com seu talento especial”.&lt;br /&gt;A gente pensa, pensa e não consegue identificar com clareza porque essa falta de objetividade e essa recorrência a &lt;em&gt;cheap thrills&lt;/em&gt; encanta tanto estudantes de jornalismo e jornalistas. Mas a hipótese mais provável é falta generalizada de repertório em uma área em que a posição política sobre tudo é tão requisitada. Ou seja, não é que os jornalistas são especialmente &lt;em&gt;tiger&lt;/em&gt;. É que, em outras profissões (tirando profissionais de Letras e Artes em geral), a exposição das opiniões estéticas não é levada tão a sério. Quando um contador diz que adora Picasso "porque ele é colorido”, os demais participantes da conversa riem, concordam, discordam, consideram uma opinião ingênua ou original, verdadeira ou impostura e, no final, todo mundo esquece e continua falando de outras coisas. Mas um estudante de Jornalismo ou um jornalista apresenta as credenciais no tom da voz, no ar de “sou experiente nos problemas da vida, pois eu vi a inundação da favela” ou, o que é pior, “cobri o show da Madeleine Peiroux e do Nando Reis”.&lt;br /&gt;Sei que é quase leviano chutar essa impressão, mas me soa que esse espírito “corporativo do amor” é o principal motivo para que boa parte dos professores de Comunicação apóie a idéia de uma “teoria do jornalismo” ou da aceitação do jornalismo como uma área específica da ciência.&lt;br /&gt;É uma luta, uma causa. Não é um exercício intelectual coletivo. Uma espécie de versão localizada do espírito do Fórum Social Mundial, com direito a canções de protesto e cervejada num boteco da "resistência".&lt;br /&gt;Senti isso até quando conversei com meu amigo e conterrâneo Gerson Martins, presidente da Federação Nacional dos Professores de Jornalismo, depois de uma palestra que dividimos no Mato Grosso. “Não acredito na teoria do jornalismo”, confessei ao camarada, que é um dos maiores defensores. “Eu estou plenamente convencido”, respondeu como num ato de fé, e, com os olhos arregalados de surpresa, perguntou sobre meu mestrado. Ciências Sociais Aplicadas. “Então é isso”, ele diagnosticou, “Você não acredita porque não tem mestrado em Jornalismo”.&lt;br /&gt;Ou seja, não fui catequizado.&lt;br /&gt;Sei que sou uma das pessoas mais antipáticas do mundo e nem tenho a vantagem de aparecer na TV, como o doutor Gregory House, mas será que precisamos mesmo de tanta afetação assim? Esse “misticismo da prensa” é realmente uma vantagem para o perfil do jornalista?&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Quanto mais alto o cargo, maior o rombo&lt;/em&gt;”, acaba de cantar o Zé Geraldo, no final do Pontapé Inicial.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;......&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Webdings;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;As imagens aí de cima não têm nada a ver com o post, mas ando encantado com esses cartazes de filmes classe C. Se alguém souber onde conseguí-los em tamanho original... "O Incrível Transplante de Duas Cabeças"? Genial!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-2391222231306205194?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/2391222231306205194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=2391222231306205194&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2391222231306205194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2391222231306205194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/01/porque-afetao-to-difcil-de-engolir.html' title='PORQUE AFETAÇÃO É TÃO DIFÍCIL DE ENGOLIR!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R5C8jxvaQOI/AAAAAAAAASM/dGrFpm3GrPk/s72-c/The+Incredible+2+Head+Transplant.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-6239058560774323046</id><published>2008-01-14T11:09:00.000-02:00</published><updated>2008-01-14T11:43:32.492-02:00</updated><title type='text'>NERD!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R4tkWBvaQJI/AAAAAAAAARk/lhk6wUv7YCQ/s1600-h/Cartaz+que+oferece+recompensa+por+Kwai+Chang+Caine,+o+Mestre+do+Kung+Fu.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155324528042852498" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R4tkWBvaQJI/AAAAAAAAARk/lhk6wUv7YCQ/s400/Cartaz+que+oferece+recompensa+por+Kwai+Chang+Caine,+o+Mestre+do+Kung+Fu.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R4tkExvaQII/AAAAAAAAARc/QYCmu-LQ9wA/s1600-h/Robinson+Crusoe+on+Mars+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155324231690109058" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R4tkExvaQII/AAAAAAAAARc/QYCmu-LQ9wA/s400/Robinson+Crusoe+on+Mars+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R4tj7hvaQHI/AAAAAAAAARU/-oQlvVW6pK4/s1600-h/Goodzilla+vs+The+Thing.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155324072776319090" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R4tj7hvaQHI/AAAAAAAAARU/-oQlvVW6pK4/s400/Goodzilla+vs+The+Thing.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R4tjlxvaQGI/AAAAAAAAARM/9REKSByTjRk/s1600-h/Atom+Age+Vampire.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R4tjcRvaQFI/AAAAAAAAARE/Jl7wuPx5fS0/s1600-h/Atack+of+the+Puppet+People.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155323535905407058" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R4tjcRvaQFI/AAAAAAAAARE/Jl7wuPx5fS0/s400/Atack+of+the+Puppet+People.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R4tjLRvaQEI/AAAAAAAAAQ8/MFEJmLy8O7c/s1600-h/Abominable+Dr.+Phibes.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu sei. Quase todo mundo implica com nerds. E eu sou um de vocês. Já tive muitos alunos e amigos nerds, até do tipo que se veste de Luke Skywalker para ver a estréia de Star Wars ou compra dois exemplares de gibi para manter um guardado no plástico.&lt;br /&gt;As categorias de “nerd” tendem ao infinito e eu tenho medo particular daqueles que adoram “rock progressivo sinfônico” (têm camiseta do &lt;em&gt;Dream Teather&lt;/em&gt; e discutem se o &lt;em&gt;Rush&lt;/em&gt; dos anos 70 é melhor que o dos anos 80). Pior ainda: há os que acompanham lançamentos de games. “Olha, saiu o &lt;em&gt;Word of War Craft XXIII&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;Esses mesmos acham que, entre os três grandes gênios da humanidade, um é Allan Moore. Já sabem o nome do primeiro filho, quando casarem com as garotas emo que encontraram no show do Vandula: Aragon.&lt;br /&gt;Mas um rápido episódio na locadora, esses dias, me deixou assustado.&lt;br /&gt;Porque eu também sou meio nerd.&lt;br /&gt;E antes que você pensasse “só você não tinha percebido”, eu já vislumbrava que quase todo mundo tem umas gotas de nerd em si. Até o Benett, que se esforça para ser junkie: ele coleciona Seinfield e tem pôsteres do Woody Allen por todo o apartamento. A coleção completa de Simpsons! Possui conta no orkut! (há coisa mais nerd que essas comunidades de orkut? “Fãs do Kramer”. Deus meu!).&lt;br /&gt;Afinal: nerds e junkies são duas formas de vida semelhantes. Aposto que há comunidades virtuais com o título “eu quero ser Jack Kerouack”.&lt;br /&gt;Não podemos esquecer dos nerds depressivos e satânicos. O Marcos Valle, meu amigo lá da Unibrasil, descreveu o suicídio de um colega que era adepto do “Death Metal”. Na página do orkut do infeliz, dezenas de parceiros comemoravam a ida do piá para “o reino de Satã”. Puá!&lt;br /&gt;O episódio que me sugeriu esse post foi o seguinte.&lt;br /&gt;Fui a uma locadora nerd ali na Praça do Japão. Ótima, com filmes importados e tal. E quem trabalha lá? O Jaime, amigo do Irinêo, notáveis nerds de Ponta Grossa (aliás, procurar emprego em locadora de filmes é o sonho dos nerds adolescentes – embora essa não seja a faixa etária do caso).&lt;br /&gt;O Irinêo, por sinal, labuta no Caderno G e fez um projeto de conclusão de curso (com o Benett, lá na UEPG) sobre nouvelle vague. &lt;em&gt;Nerdworking&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;nerdresearch&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Perguntei sobre &lt;em&gt;Battlestar Galactika&lt;/em&gt; para o Jaime. Não tinha, mas, em poucos segundos, como o veneno inclemente da mamba negra que ataca o sistema nervoso, conversávamos, empolgados, sobre as melhores séries de ficção científica da tv. Eu queria parar, mas algo incontrolável dominava minha mente. “Eu não gosto do Pickard”, o Jaime dizia. A luz vermelha acendeu e pensei que deveria fugir. “Cale-se! Vá embora daqui”, insistia para mim mesmo. Mas a voz veio evoluindo da minha garganta feito o sangue do elevador em &lt;em&gt;O Iluminado&lt;/em&gt;. No ínterim, eu vi o Marden Machado rindo da janela de seu imaculado apartamento em que todos os gibis e filmes são catalogados e os filhos usam cabelo comprido à moda dos anos 80. “As pessoas falam mal”, eu comecei, “Mas eu gostei bastante da série &lt;em&gt;Enterprise&lt;/em&gt;...”&lt;br /&gt;Eu estava perdido. Fui seduzido pelo Antigo Espírito Nerd do Mal, que transformou minha forma mundana em um trekkie.&lt;br /&gt;A Priscilla me salvou – mas fomos para casa assistir &lt;em&gt;House&lt;/em&gt;, que eu adoro.&lt;br /&gt;E isso nem é o pior.&lt;br /&gt;Meu primeiro emprego foi numa locadora!&lt;br /&gt;Meu e do Benett, aliás.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(confesse: você não queria um cartaz de recompensa pelo Mestre do Kung Fu? E Robinson Crusoe em Marte? O Ataque do Povo Boneco? Godzilla contra a Coisa?)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-6239058560774323046?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/6239058560774323046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=6239058560774323046&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6239058560774323046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6239058560774323046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/01/nerd.html' title='NERD!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R4tkWBvaQJI/AAAAAAAAARk/lhk6wUv7YCQ/s72-c/Cartaz+que+oferece+recompensa+por+Kwai+Chang+Caine,+o+Mestre+do+Kung+Fu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-341843933804258759</id><published>2008-01-09T15:52:00.000-02:00</published><updated>2008-01-09T23:53:46.844-02:00</updated><title type='text'>A MELANCOLIA DOS APARTAMENTOS MILIONÁRIOS!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R4UKgRvaQBI/AAAAAAAAAQk/0mb_dZIjkWY/s1600-h/hopper_nighthawks.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153536898229747730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R4UKgRvaQBI/AAAAAAAAAQk/0mb_dZIjkWY/s400/hopper_nighthawks.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma genealogia das letras coloridas:&lt;br /&gt;Eu decidi que ganharia a vida escrevendo – de um jeito ou de outro – quando percebi as vitrines, placas, camisetas, gibis, cartazes e tudo aquilo que fosse decorado com letras, tipos coloridos ou sombrios; Naquela névoa da infância, me encantei com signos carregados de um profundo e literal mistério.&lt;br /&gt;Quase tenho certeza de minha primeira experiência pública com leitura. Minha mãe me levava pela mão ao longo de uma calçada da rua Coronel Cláudio, em Ponta Grossa. Agora é um calçadão, mas no final dos anos 70 era o endereço de uma loja chamada &lt;strong&gt;O Azulão Alberto Ansbach&lt;/strong&gt; e da fábrica da cerveja &lt;strong&gt;Antártica&lt;/strong&gt;, casa da mítica Original.&lt;br /&gt;Eu consegui decifrar as letras: &lt;span style="color:#333399;"&gt;&lt;strong&gt;CASA VITÓRIA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Parecia meu nome, que, aos quatro anos, é a primeira coisa que seus pais te ensinam (a não ser que você se chame Jawaharlal Nehru ou Juvenal Habyarimana). Fiquei exaltado e, empolgado para confirmar o diagnóstico com a dona Neli, virei meu rosto para frente e... um poste. Meu nariz jorrou sangue uns cinco minutos. Minha mãe é apavorada, mas eu era tão distraído (dezenas de cicatrizes!) que ela quase riu (acho, pois meus olhos estavam embaçados por causa da batida e o rosto dela, lá no alto, confundido com a luz intensa do sol e umas espocantes bolhinhas amarelas, poderia ganhar uns traços inexistentes... se eu fosse um argelino armado e ela, árabe, o final teria sido bem desconfortável).&lt;br /&gt;Em outro momento da minha vida descobri um título. Não sei se foi num sebo ou num catálogo. O nome do livro era &lt;strong&gt;A Melancolia dos Fast Foods&lt;/strong&gt;. Eu não sabia o que era fast food – e Ponta Grossa também demoraria uns quinze anos para descobrir. Escrevi um conto pensando no título e inscrevi num concurso de adultos. Para minha surpresa – e da comissão julgadora, da qual fazia parte Miguel Sanchez Neto – eu ganhei. Tenho os troféus até hoje (também fiquei com o terceiro lugar) e uma edição do jornal Ponta a Ponta em que “Numa manhã de escuridão” foi publicado.&lt;br /&gt;Até hoje procuro &lt;em&gt;A Melancolia dos Fast Foods&lt;/em&gt; pelos sebos. Muito antes, porém, vi um livro com reproduções de Edward Hopper. O quadro mais famoso, &lt;strong&gt;Nighthawks&lt;/strong&gt;, parecia uma ilustração perfeita para meu conto, uma versão visual esplêndida para &lt;em&gt;A Melancolia dos Fast Foods&lt;/em&gt; e um complemento in the mood para o sangue do meu nariz turvando o letreiro da Casa Vitória.&lt;br /&gt;Há cópias de Hopper por todo o meu apartamento.&lt;br /&gt;Mas eu já não acho melancolia uma coisa agradável. Deve ser porque aprendi o significado – e o vivi algumas vezes – e porque conheço perfeitamente a falta de charme dos fast foods.&lt;br /&gt;Então minha aventura pelos apartamentos milionários de Curitiba não me deixou aquele ar de “Curtindo a vida adoidado”.&lt;br /&gt;Domingo à tarde, quando passeávamos de carro, convidei a Priscilla a visitar uma “apartamento decorado” de um prédio pomposo em construção na Visconde de Guarapuava. Era um desses de “preço médio”: 900 mil reais. Dali em diante vimos outros três ou quatro mais caros.&lt;br /&gt;O resultado final foi a melancolia. Mas não porque naturalmente não tenho grana para morar nesses lugares. É porque eu &lt;strong&gt;não&lt;/strong&gt; fiquei com vontade.&lt;br /&gt;O primeiro prédio: 190 metros quadrados e apenas dois quartos. São amplos, são bonitos, o piso de mármore é aquecido. Tem tv de plasma no banheiro. Mas algumas janelas são tão pequenas... Elas nem existem nos banheiros. Tem algo nas frestas das portas, tem algo grande demais, custoso demais, parece uma Xanadu sem importações exóticas.&lt;br /&gt;O segundo apartamento: 1,5 milhão. Também na Visconde de Guarapuava, com vista para os outros prédios. 600 metros quadrados. Duas acomodações para os serviçais (que devem ser anões ou &lt;em&gt;oompa loompas&lt;/em&gt;, pois não consegui entender como uma cama de adulto caberia ali). Quatro vagas de garagem. Na do vizinho, uma Ferrari amarela coberta com um cobertor vermelho. Ninguém na piscina, na churrasqueira, no salão de jogos, na academia ou na sala de chá. O apartamento é um labirinto. Banheiros demais. Sem janelas, a maioria. Uma grande hidromassagem no que descobri ser a Suíte Principal. Mas o vidro é totalmente canelado e ninguém veria o céu, o horizonte ou mesmo a chuva enquanto sentisse suas costas serem golpeadas delicadamente pela água.&lt;br /&gt;O terceiro apartamento: 870 mil. Um duplex na Padre Anchieta. Janelas enormes que mostram o parque Barigüi. Tem um Itaú Personalitte embaixo, o que dá aquele ar Beverly Hills que as pessoas gostam (serviço caro com placa discreta e marmoreada). Quatro vagas de garagem. Sem janela no w.c. e uma banheira tão pequena que só serviria para o empregado-pigmeu. Tem uma piscina, bem rasa, mas uma coluna de enfeite, sobre ela, provoca a sensação de que teremos sol só uns quinze minutos por dia. A taxa básica de condomínio: 2 mil reais.&lt;br /&gt;E pastilhas por toda a parte. Na recepção, candelabros sobre sofás que imploram pela sua aprovação. Cores “neutras”, paredes com tinta lavável e pinturas feitas sob encomenda por especialistas em arte abstrata para condomínios.&lt;br /&gt;“Imploram”. A expressão é da Priscilla e cabe perfeitamente. Esses prédios caros de Curitiba, em sua maioria, “imploram” para parecerem chiques, elegantes, de bom gosto. Mas não saem da categoria &lt;em&gt;tigerbuildings&lt;/em&gt; (essa uma expressão minha, resultado de uma expedição a um parque aquático no final de ano. O lugar mais &lt;em&gt;tiger&lt;/em&gt; que já fui, excluindo noivados com “pedido da mão” e festas de quinze anos). As salas “íntimas” são imensas, os closets são imensos e tudo que é deliberadamente fútil é imenso – pois a intenção não é impressionar pelo gosto, mas pelo gasto. “Não temos público para impressionar pelo gosto”, diria, com razão, uma colunável desses prédios de 50 anos no Batel.&lt;br /&gt;Então vem a segunda parte da expedição. Edifício Jardim Europa, quase na esquina da Bruno Filgueira com a Silva Jardim. Uau! Você precisa se cadastrar e registrar a impressão digital do seu indicador para atravessar o portão. Um ótimo corretor, Marcel, nos mostrou – ele mesmo meio sem fôlego – os detalhes desse apartamento de 680 metros de área útil e cinco vagas de garagem.&lt;br /&gt;No hall de entrada, uns cinco metros de pé direito. Lá fora, nos ornamentos do jardim, são dez metros! A impressão inicial é um pouco decepcionante. Um espelho gigantesco, pinturas enormes e antiguidades legítimas espalhadas pela recepção. Mas elas têm placas! O nome da loja onde foram compradas...&lt;br /&gt;Bem, mas o apartamento é enorme. Disse para o Marcel: “Vou transformar um desses quatro quartos em biblioteca”. Tolinho, ele pensou, e me levou até o cômodo que efetivamente foi projetado para ser biblioteca. Na Suíte Principal há um closet maior que a sala do meu apartamento e dois banheiros – um para o cavalheiro e outro para a dama (nas palavras dele). Uma sala de jantar deliciosa e uma varanda quase do tamanho do meu lar inteiro. Adega, sala de home teather. Mármore italiano. Uma sala bem grandinha só para a central de ar condicionado.&lt;br /&gt;Descemos até a piscina. Duas, uma delas interna e aquecida. Mas não tinha ninguém lá, apesar de 11 dos 21 apartamentos já estarem ocupados. Não havia ninguém em nenhuma das saunas nem na academia. “Esse pessoal vai ao clube”, concluímos eu, Marcel e Priscilla.&lt;br /&gt;O preço é até acessível: quase três milhões de reais, contando a decoração (dá para economizar um pouco trocando o mármore italiano por aquele piso vermelhão ou deixando assim, &lt;em&gt;brutte&lt;/em&gt;). “Não existe empreendimento semelhante em Curitiba”, suspirou Marcel. Pelo jeito, não há mesmo. Outros lugares são caros, caríssimos. Mas têm pastilhamento, janelas pequenas, escravos-anões. O gosto, no Jardim Europa, é bem menos &lt;em&gt;tiger&lt;/em&gt; que em outras construções. E você recebe seco. Decora do seu jeito milionário de ser.&lt;br /&gt;Mas, no fundo, todos eles me soaram profundamente melancólicos.&lt;br /&gt;E não é por causa do preço. Se eu fosse milionário, viveria muito bem, com certeza. É porque parecem faltar imaginação, repertório, charme para esses lugares. Tudo que pode trazer prazer de verdade (quarto, banho, biblioteca, adega e cozinha, principalmente cozinha) parece se reduzir em nome da pompa explícita e da triste sede de segurança. Salas de estar enormes, com lareiras amplas e decorativas enquanto o sol brilha esplêndido.&lt;br /&gt;A primeira corretora que nos atendeu, Nádia, comentou que empreiteiras de São Paulo começaram a dominar o ambiente urbano de Curitiba. As da cidade foram minguando e por algum tempo simplesmente não havia opção de imóveis “bons” (quer dizer, de luxo) na capital. Melancólico.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-341843933804258759?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/341843933804258759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=341843933804258759&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/341843933804258759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/341843933804258759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2008/01/melancolia-dos-apartamentos-milionrios.html' title='A MELANCOLIA DOS APARTAMENTOS MILIONÁRIOS!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R4UKgRvaQBI/AAAAAAAAAQk/0mb_dZIjkWY/s72-c/hopper_nighthawks.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-2872533236785691924</id><published>2007-12-28T12:11:00.000-02:00</published><updated>2007-12-28T13:22:58.706-02:00</updated><title type='text'>FRASES DE NATAL!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R3UIA5ppOUI/AAAAAAAAAQc/-fee1Q6Q6bg/s1600-h/Ex-votos+-+seios+(sd).jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5149030560536541506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R3UIA5ppOUI/AAAAAAAAAQc/-fee1Q6Q6bg/s400/Ex-votos+-+seios+(sd).jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"A religião é um insulto à dignidade humana. Com ou sem ela, teríamos gente boa fazendo coisas boas e gente ruim fazendo coisas ruins. Mas, para que gente boa faça coisas ruins, é preciso a religião" (Steven Weinberg, prêmio Nobel de Física).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Os homens nunca fazem o mal tão plenamente e com tanto entusiasmo como quando o fazem por convicção religiosa" (Blaise Pascal).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Consciência é aquela voz interior que lhe avisa que alguém pode estar olhando" (Mencken).&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Se Jesus tivesse sido morto há vinte anos, as crianças católicas estariam usando cadeirinhas elétricas no pescoço ao invés de cruzes" (Lenny Bruce).&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;"A Bíblia é um guia da moralidade entre membros do mesmo grupo, contendo instruções para o genocídio, para a escravidão de forasteiros e para a dominação do mundo. Mas a Bíblia não é malévola devido a seus objetivos ou à glorificação do assassinato, da crueldade e do estupro. Muitas obras antigas fazem a mesma coisa - a Ilíada, as sagas islandesas, as lendas dos sírios da Antiguidade ou as inscrições dos maias, por exemplo. Mas ninguém sai por aí vendendo a Ilíada como base da moralidade. Aí é que está o problema. A Bíblia é vendida, e comprada, como um guia para orientar a vida das pessoas. E é de longe, o maior best-seller de todos os tempos" (John Hartung).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Ah, a hospitalidade cristã:&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Não, irmãos meus, não façais semelhante mal; já que o homem está em minha casa, não façais tal loucura. Minha filha virgem e a concubina dele trarei para fora; humilhai-as e fazei delas o que melhor vos agrade; porém a este homem não façais semelhante loucura" (Juízes 19, 23-24). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;É uma inspiradora história cristã sobre um anfitrião preocupado com o homem de Deus que acolhia na sua casa, em Jebus. A vizinhança queria o convidado "para que dele abusemos", só que, respeitando Javé, o Deus do Velho Testamento, o jebuseu ofereceu as meninas como consolo. A multidão estuprou a concubina a noite toda e, de manhã, a entregou morta na porta.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;"E eles a forçaram e abusaram dela toda a noite até pela manhã; e, subindo a alva, a deixaram. Ao romper da manhã, vindo a mulher, caiu à porta da casa do homem, onde estava o seu senhor, e ali ficou até que o dia se fez claro" (Juízes 19, 25-26).&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;kkkkkkk&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;A imagem acima mostra &lt;strong&gt;ex-votos&lt;/strong&gt; depositados em igrejas do sudeste e nordeste brasileiros. &lt;strong&gt;Ex-voto&lt;/strong&gt; é um objeto que simula uma parte do corpo abatida por doença, esculpido geralmente em madeira por um cristão agradecido por determinada graça. No caso da foto, supomos que câncer de mama, caroços variados, falta de leite seriam as motivações das imagens. Um ótimo lugar aqui mesmo no Paraná para ver milhares de ex-votos é o Santuário de Bom Jesus da Cana Verde, em Siqueira Campos. A festa tradicional é em agosto, uma oportunidade de testemunhar fiéis oferecendo a réplica de madeira à capela - e, quem sabe, conversar com eles. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;Em tempo, o quadro na postagem abaixo, de 1786, é de José Joaquim da Rocha, tido como o pai da "Escola Baiana de Pintura".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-2872533236785691924?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/2872533236785691924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=2872533236785691924&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2872533236785691924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2872533236785691924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/12/frases-de-natal.html' title='FRASES DE NATAL!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R3UIA5ppOUI/AAAAAAAAAQc/-fee1Q6Q6bg/s72-c/Ex-votos+-+seios+(sd).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-8915700865158852523</id><published>2007-12-23T15:45:00.000-02:00</published><updated>2007-12-25T23:44:43.458-02:00</updated><title type='text'>MENSAGEM DE NATAL!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R3Gs_5ppOTI/AAAAAAAAAQU/nVTv_7449h4/s1600-h/Rocha+(1786).jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148086062868412722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R3Gs_5ppOTI/AAAAAAAAAQU/nVTv_7449h4/s400/Rocha+(1786).jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Todos os confrontos sobre o direito ao livre-pensar, à liberdade de expressão e&lt;br /&gt;de pesquisa tiveram a mesma forma - uma tentativa religiosa de afirmar a mente&lt;br /&gt;literal e limitada sobre a mente irônica e investigativa" (Christopher Hitchens,&lt;br /&gt;no indispensável &lt;strong&gt;Deus não é grande&lt;/strong&gt; - Ediouro, 2007).&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Esse blog está mais abandonado do que o peixe mergulhado em uma caneca que meu amigo Felipe Harmata ganhou de amigo secreto.&lt;br /&gt;Devo o restante do Rocky Ombro, odes ao Brian Wilson, notícias ótimas sobre o Capital Ciência e outros projetos divertidos e até algums comentários proibitivamente irônicos sobre as loucuras que colorem a vida.&lt;br /&gt;Antes disso, nesses cinco minutos que tenho, na varanda da casa de meu irmão em São Francisco do Sul, antes de rumar para Piçarras e visitar meu pai e sua esposa ambiguamente hippie, quero oferecer as costumeiras palavras edificantes de Natal.&lt;br /&gt;Em nome da superstição e do atraso, os indivíduos mais perigosos e rancorosos da sociedade costumam achar argumento para lutar contra a civilização. Apoiam-se no que parece o projeto mais digno de todos - a vontade de Deus ou o companheirismo vagamente socialista-cristão tão em moda na América Latina... nos anos 70! - e se unem, incorporam-se esponjosamente, para, com lágrimas e emoção incontida, decidir quem é que tem caráter, beleza, importância para que o mundo funcione bem. Ou melhor, para que o seu interesse pessoal funcione bem.&lt;br /&gt;O 11 de setembro, nos lembram Dawkins, Hitchens e Harris, foi a explosão do pensamento idiota de que as conquistas plenamente humanas são uma carta do apocalipse. Decidiu-se que aviões e prédios são símbolos do Mal e, portanto, devem ser combatidos. Parece só um fanatismo religioso, mas a raiz dessa tolice se espalha pelo mesmo solo que outros comportamentos, aparentemente menos crentes.&lt;br /&gt;E isso acontece até (e por que não "principalmente"?) em ambientes em que a razão deveria predominar, ancorada pela banalização da idéia de multiculturalismo e desses hipócritas apóstolos do politicamente correto. O motivo parece simples: o ódio ao ser humano extraordinário, ao incomum, àquele capaz de oferecer idéias novas onde o senso comum é petrificado. Contra a idéia humanista, secular, sem a muleta teológica, só resta o corporativismo barato.&lt;br /&gt;Aí como é fácil escutar que as grandes personalidades não são "pessoas estudadas", mas gente "humana de verdade", que aprendeu seus brilhantismos na dura vida real e que é "fantástico como ser humano" e essas besteiras de final de ano.&lt;br /&gt;O que me lembra o rosto sempre lívido e bondoso de Bin Laden, reconhecido como camarada e "pouquíssimo" estudado por seus companheiros de horror (leia Lawrence Wright a respeito). Um maníaco... embora talvez essa pouca leitura de um pessoal decididamente "crítico" possa levar a comentários favoráveis ao terrorista.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Algumas sugestões de leitura para o ano novo:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;Deus, um delírio - de Richard Dawkins (Companhia das Letras, 2007).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;Carta a uma nação cristã - de Sam Harris (Companhia das Letras, 2007).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;Deus não é grande - de Christopher Hitchens (Ediouro, 2007).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;Amor, pobreza e guerra (especialmente os ensaios sobre Madre Tereza de Calcutá e Gandhi) - do Hitchens (Ediouro, 2006).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;O vulto das torres - de Lawrence Wright (Companhia das Letras, 2007).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Esses, a seguir, eu ainda não li, mas encomendei aos Reis Magos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Quebrando o encanto: a religião como fenômeno natural - Daniel Denett (Globo, 2006).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;God, the devil and Darwin: a critique of a intelligent design theory - Niall Shanks (Oxford, 2007).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;No que acredito - de Bertrand Russell (L&amp;amp;PM, 2007 - mas escrito nos anos 20, naturalmente).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-8915700865158852523?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/8915700865158852523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=8915700865158852523&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8915700865158852523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8915700865158852523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/12/mensagem-de-natal.html' title='MENSAGEM DE NATAL!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/R3Gs_5ppOTI/AAAAAAAAAQU/nVTv_7449h4/s72-c/Rocha+(1786).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-4348294636992978252</id><published>2007-10-13T13:54:00.000-03:00</published><updated>2007-10-29T07:37:32.035-02:00</updated><title type='text'>O AVATAR # 13! Rocky Ombro na Terra do Senso Comum</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RxD8X0ObWQI/AAAAAAAAAQM/thrgT37Avhg/s1600-h/corredor.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5120870262406600962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RxD8X0ObWQI/AAAAAAAAAQM/thrgT37Avhg/s400/corredor.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;O Avatar foi convocado para resolver um caso de assassinato numa universidade. “Quem é você?”, perguntou o diretor Clóvis Sardinha, “de onde tirou a informação sobre o crime?”. Rocky Ombro não entregou o jogo. Alguém havia assoprado a dica enquanto o detetive dormia. Alguém que não estava entre os vivos. Alguém que talvez estivesse mal informado. “Sinto muito”, completou o diretor, “não houve um assassinato aqui”. Ombro acendeu o cigarro para disfarçar o meio-sorriso irônico: “Isso é o que veremos”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não era um bom momento para uma investigação criminal. A instituição estava em polvorosa. Membros do Sindicato do Senso Comum – o Sisco – organizavam uma manifestação contra o “abuso da ironia e do humor” e da realização de atividades “que os sindicalizados não conseguem compreender e por isso só podem estar erradas”, como dizia a nota distribuída pelos fanzines dos alunos recrutados para a causa.&lt;br /&gt;Andando a esmo pelo campus, Rocky bateu em uma porta que pareceu a mesma do sonho. Era retangular e tinha uma maçaneta. Embora nem a cor, o número pendurado ou sequer a própria maçaneta fossem os mesmos da visão noturna, o detetive presumiu que era um sinal.&lt;br /&gt;Um grunhido passou pela fresta:&lt;br /&gt;“A senha!”&lt;br /&gt;Rocky já tinha enfrentado uma gangue de professores antes. Há um código no submundo que qualquer policial conhece de cor e salteado.&lt;br /&gt;“Paulo Freire!”&lt;br /&gt;A porta nem se abriu completamente e já se ouvia aplausos lá de dentro. O porteiro era o jornalista Valdomiro Rosário, famoso pela sua tese de que, em Cuba, todos os objetos são de madeira, inclusive o aeroporto e os aviões.&lt;br /&gt;“Também está ameaçado de demissão?”, disse, entredentes, o anfitrião.&lt;br /&gt;Ombro resolveu embarcar no logro:&lt;br /&gt;“Sim, eu defendi publicamente que devemos retirar a leitura e qualquer menção à arte no currículo dos cursos universitários. Abaixo a opressão!”&lt;br /&gt;A pequena platéia de professores e alunos semi-nus, que serviam vinho em cântaros, esperou um segundo e bradou, entusiasmada, o novo bordão de guerra do Sisco:&lt;br /&gt;“Caveira!”&lt;br /&gt;Uma névoa quente preenchia a sala. Muito calor, como numa sauna. Um dos meninos, magrinhos, coberto apenas por um tecido arranjado como toga romana, trouxe um pedaço de queijo e um documento de quatro ou cinco páginas.&lt;br /&gt;“É o Manifesto Canavieiro”, explicou com um esplendoroso sorriso de devoção.&lt;br /&gt;Ombro já tinha lido o rol de reivindicações. Um daqueles professores, reconhecia agora, havia sido processado por plágio continuado. Conseguiu chegar ao doutorado copiando textos da internet. Eis que o Manifesto Canavieiro era justamente a dissertação de Mestrado de cinco docentes.&lt;br /&gt;O primeiro item:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quatro patas, bom. Duas patas, ruim.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;**&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;continua...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-4348294636992978252?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/4348294636992978252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=4348294636992978252&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/4348294636992978252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/4348294636992978252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/10/o-avatar-13-rocky-ombro-na-terra-do.html' title='O AVATAR # 13! Rocky Ombro na Terra do Senso Comum'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RxD8X0ObWQI/AAAAAAAAAQM/thrgT37Avhg/s72-c/corredor.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-6584500291205600598</id><published>2007-10-04T13:05:00.000-03:00</published><updated>2007-10-04T13:48:21.254-03:00</updated><title type='text'>VIAGEM DO GRUTUN! AO CENTRO DO TERRA!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RwUR9hVQ2KI/AAAAAAAAAP0/Qryr0Gk8XDw/s1600-h/Greyce+estudando.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117516300193683618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RwUR9hVQ2KI/AAAAAAAAAP0/Qryr0Gk8XDw/s400/Greyce+estudando.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O meio exato do Paraná fica em Pitanga.&lt;br /&gt;Como num filme de Manoel de Oliveira, o Grutun! chegou ao centro do mundo no último final de semana.&lt;br /&gt;Uma viagem de cinco horas. Chegamos 30 minutos antes do espetáculo. Os atores ainda não conheciam o palco e os dois pequenos banheiros que serviriam de camarim. Eu tinha visitado o auditório alguns dias antes, mas só o diretor, Alex Wolf, me ouviu descrevendo o espaço.&lt;br /&gt;Como de costume, o que poderia se tornar um grande problema, virou um momento histórico do grupo. Num comovente esforço de trabalho em equipe, todos se ajudaram mutuamente e, em pouco mais de 15 minutos, conseguimos não só produzir a maquiagem como improvisar parte do figurino e montar o cenário.&lt;br /&gt;Essa aí é a Greyce, uma das Benonas de "O Santo e a Porca", estudando o texto minutos antes de outro espetáculo, o do dia seguinte, em Guarapuava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RwUR3RVQ2JI/AAAAAAAAAPs/pubFzYMcg3k/s1600-h/Claylton+Ribeiro+estuda+o+texto+antes+do+espet%C3%A1culo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117516192819501202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RwUR3RVQ2JI/AAAAAAAAAPs/pubFzYMcg3k/s400/Claylton+Ribeiro+estuda+o+texto+antes+do+espet%C3%A1culo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A odisséia marcou a estréia de nossas mochilas personalizadas. No camarim da Unicentro, Claylton Ribeiro, um de nossos Pinhões, se concentra enquanto divide espaço com as bolsas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RwURnxVQ2II/AAAAAAAAAPk/YKqdydZQ0y8/s1600-h/Elenco+e+equipe+t%C3%A9cnica+quase+completos+de+O+Santo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117515926531528834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RwURnxVQ2II/AAAAAAAAAPk/YKqdydZQ0y8/s400/Elenco+e+equipe+t%C3%A9cnica+quase+completos+de+O+Santo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A foto é de Pitanga, e foi feita pelo professor Mário, que nos acolheu esplendidamente na casa de professores mantida pela UCP. Tratam-se do elenco e equipe técnica quase completos de "O Santo e a Porca". Da esquerda para a direita, sentados (ou de joelhos): Alice, Edna, eu, Ana, Thiago, Alex, Karina, Cris, Pâmella, Suhellen, Claylton, Fernanda, Pinguim, Dani, Greyce e Bill. Na fila logo atrás: Aiane, Thierry, Eduardo, Michel, Adelaide e Juliane. Algumas cabeças depois, Sheila. No alto: Luiz, Aline, Teixeira, Kelly, Vanessa, Vítor, Cassiano, Jenifer e Solange. Faltaram apenas o Pietro e a Mariana, que não puderam viajar com a gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RwURfxVQ2HI/AAAAAAAAAPc/mX6c7EzRSMY/s1600-h/Reuni%C3%A3o+antes+do+espet%C3%A1culo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117515789092575346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RwURfxVQ2HI/AAAAAAAAAPc/mX6c7EzRSMY/s400/Reuni%C3%A3o+antes+do+espet%C3%A1culo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Aí está a reunião à meia-luz do Alex com o elenco, um pouquinho antes das 17 horas. Na Unicentro, domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RwURPhVQ2GI/AAAAAAAAAPU/DTI6dKeP-oU/s1600-h/Camarim+na+Unicentro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117515509919701090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RwURPhVQ2GI/AAAAAAAAAPU/DTI6dKeP-oU/s400/Camarim+na+Unicentro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;O agitado camarim da Unicentro.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RwUP0xVQ2FI/AAAAAAAAAPM/FT2iqmJxUnU/s1600-h/Abra%C3%A7o+antes+do+Suassuna.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5117513950846572626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RwUP0xVQ2FI/AAAAAAAAAPM/FT2iqmJxUnU/s400/Abra%C3%A7o+antes+do+Suassuna.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;E uma foto que achei aqui nas minhas coisas. Foi aquilo que o Alex chama de "compartilhar a energia" do elenco. Aconteceu minutos antes da primeira apresentação pública do Grutun!, em junho. Na platéia, esperando pela gente, nada menos do que o Ariano Suassuna. Todo mundo nessa foto está no Grutun! até hoje. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-6584500291205600598?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/6584500291205600598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=6584500291205600598&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6584500291205600598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6584500291205600598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/10/viagem-do-grutun-ao-centro-do-terra.html' title='VIAGEM DO GRUTUN! AO CENTRO DO TERRA!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RwUR9hVQ2KI/AAAAAAAAAP0/Qryr0Gk8XDw/s72-c/Greyce+estudando.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-6928775657240576975</id><published>2007-09-27T22:54:00.000-03:00</published><updated>2007-09-27T23:21:55.387-03:00</updated><title type='text'>CAVERNOSOS ALL STARS!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvxicEpDTKI/AAAAAAAAAPE/hQ4KjWLTkMg/s1600-h/grupo+vocal.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5115071511207824546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvxicEpDTKI/AAAAAAAAAPE/hQ4KjWLTkMg/s400/grupo+vocal.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div&gt;&lt;/div&gt;Essa banda dos anos 60 foi a comissão organizadora do Tribunal. Agora é o time que vai colocar os Jogos da Unibrasil nos trilhos. Da esquerda para direita, professores Rafael Schoenherr, Alex Wolf, eu e Felipe Harmata Marinho. A sereia, aqui embaixo, é a professora Maura Martins. As fotos são de Luciana Vassoler e foram tiradas ali pelas três da madrugada do dia 21, quase no fechamento do Capital Tribunal (&lt;em&gt;perceba que estou comendo o cérebro da Maura para ver se pego a inteligência dela&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvxfNUpDTII/AAAAAAAAAO0/P8WeFeT0dr0/s1600-h/grupo+vocal+c+Maura.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5115067959269870722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvxfNUpDTII/AAAAAAAAAO0/P8WeFeT0dr0/s400/grupo+vocal+c+Maura.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-6928775657240576975?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/6928775657240576975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=6928775657240576975&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6928775657240576975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6928775657240576975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/09/cavernosos-all-stars.html' title='CAVERNOSOS ALL STARS!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvxicEpDTKI/AAAAAAAAAPE/hQ4KjWLTkMg/s72-c/grupo+vocal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-1885280597171760549</id><published>2007-09-27T10:23:00.000-03:00</published><updated>2007-09-27T10:45:38.218-03:00</updated><title type='text'>JOGOS INTERPLANETÁRIOS NA UNIBRASIL!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvuzwUpDTHI/AAAAAAAAAOs/eEf1Dviei_E/s1600-h/Audit%C3%B3rio+e+discurso.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5114879444565314674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvuzwUpDTHI/AAAAAAAAAOs/eEf1Dviei_E/s400/Audit%C3%B3rio+e+discurso.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rvuzm0pDTGI/AAAAAAAAAOk/RPKXufeQXZE/s1600-h/Audit%C3%B3rio+da+direita+para+a+esquerda.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5114879281356557410" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rvuzm0pDTGI/AAAAAAAAAOk/RPKXufeQXZE/s320/Audit%C3%B3rio+da+direita+para+a+esquerda.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvuzWEpDTFI/AAAAAAAAAOc/xpg4BLlZ8HQ/s1600-h/Robson+e+a+plat%C3%A9ia.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5114878993593748562" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvuzWEpDTFI/AAAAAAAAAOc/xpg4BLlZ8HQ/s320/Robson+e+a+plat%C3%A9ia.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Estou nessa, agora.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A data ainda deve ser afinada. 20, 21 e 27 de outubro parecem as mais adequadas, no momento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As modalidades: futsal masculino e feminino; basquete masculino e feminino e vôlei misto (as equipes precisam ter, necessariamente, três meninos e três meninas em quadra).&lt;br /&gt;Um time por turno de curso. Por exemplo: Jornalismo terá um time de futsal feminino noturno e um matutino (nesse caso, inclusive, podemos "negociar" atletas de turnos diferentes, mas sempre para o mesmo curso).&lt;br /&gt;60% de cada equipe deve ser formada por alunos, mas, se for do gosto, professores e funcionários podem preencher 40%.&lt;br /&gt;Os vencedores receberão medalhas e o curso com mais medalhas leva a Taça para casa. O primeiro curso que vencer cinco "olimpíadas" internas, fica com o troféu para sempre - que será criado pelo curso de Design. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olheiros de Educação Física vão selecionar atletas para futuros projetos de esporte (o que deve incluir bolsas de estudo, etc.). Ainda teremos premiação por fair play, artilharia, etc.&lt;br /&gt;A Unibrasil contratará arbitragem junto às federações.&lt;br /&gt;As inscrições começam dia 1o de outubro e vai até o dia 11, no térreo do bloco 2. Inscrição por atleta: um quilo de alimento não-perecível e um livro (novo ou usado, de qualquer tipo). Nas semanas seguintes aos jogos, os próprios atletas levarão os livros para uma escola de poucos recursos e, lá, construirão estantes e organizarão a biblioteca.&lt;br /&gt;No primeiro dia ainda haverá um duatlo (corrida e ciclismo) e apresentação de kung fu. No encerramento, uma demonstração de chuckball, esporte que está crescendo no mundo todo e logo vai chegar por aqui.&lt;br /&gt;Será o maior evento interdisciplinar que a Unibrasil já promoveu. Seria algo como o Tribunal do Júri da Indústria Cultural elevado à 27a potência.&lt;br /&gt;Pois tentaremos envolver os 27 cursos.&lt;br /&gt;Vou dar alguns exemplos:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Relações Públicas e Secretariado Executivo&lt;/em&gt;: cerimoniais de abertura, entrega de medalhas, organização, encerramento, etc. (aliás, Vox Unibrasil na abertura: "papapapa papá... papapapa pá...")&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Publicidade e Propaganda&lt;/em&gt;: bom, acho que não precisa explicar. Mas ainda tem a identidade visual dos jogos, etc.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Direito:&lt;/em&gt; um tribunal de justiça desportiva, para julgar casos de indisciplina dos atletas e da torcida.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Computação:&lt;/em&gt; scalt dos atletas. A coordenadora Andréia de Jesus prometeu adequar programas que vão nos fornecer tempo de bola em jogo, passes errados, dribles, etc. Ou seja, saberemos matematicamente o quanto somos pernas-de-pau. Disseram-me que era difícil, mas eu peguei a professora Andréia para Cristo, hoje de tarde, e ela disse que não era tão complicado assim. "Me dá uma semana", ela respondeu com a sua serenidade galiléia.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Enfermagem:&lt;/em&gt; atendimento aos atletas (provavelmente dos professores, já que alguns de nós, sedentários de carteirinha, seremos seduzidos por aquele hipnótico som da chuteira freando no piso, seguido do baque seco do capotão).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Jornalismo:&lt;/em&gt; Faremos a mais completa cobertura, em todas as mídias possíveis, além da já conhecida e eficaz assessoria de imprensa. Jornais diários, transmissão dos jogos (com narração e repórter de campo), blog minuto-a-minuto, experiência com mensagens por celular, tv, etc. Cobertura esportiva!&lt;br /&gt;E assim por diante.&lt;br /&gt;Antes que eu me esqueça: teremos gincana (tipo caça-tesouro) e prêmio para a melhor torcida (com mascotes. Precisamos escolher o nosso, de Jornalismo: uma raposa? O Capitão Caverna? O próprio Rafael?).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esperamos a adesão louca e emotiva que tivemos no Tribunal. Daí essas fotos inspiradoras, do Adriano Carneiro, aí no topo. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-1885280597171760549?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/1885280597171760549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=1885280597171760549&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1885280597171760549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1885280597171760549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/09/jogos-interplanetrios-na-unibrasil.html' title='JOGOS INTERPLANETÁRIOS NA UNIBRASIL!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvuzwUpDTHI/AAAAAAAAAOs/eEf1Dviei_E/s72-c/Audit%C3%B3rio+e+discurso.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-7896454389411895516</id><published>2007-09-22T12:05:00.000-03:00</published><updated>2007-09-24T13:52:01.685-03:00</updated><title type='text'>TRIBUNAL DO JÚRI DA INDÚSTRIA CULTURAL!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvU3ykpDTEI/AAAAAAAAAOU/NvAgrJ-GlWo/s1600-h/Oswaldo+retirado+1.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvU3nUpDTDI/AAAAAAAAAOM/T6YdmKFmmyU/s1600-h/Plat%C3%A9ia+atenta+1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5113054100644383794" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvU3nUpDTDI/AAAAAAAAAOM/T6YdmKFmmyU/s400/Plat%C3%A9ia+atenta+1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvU3dEpDTCI/AAAAAAAAAOE/8DbJ0jBv3Jk/s1600-h/Victor+explica+na+noite.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5113053924550724642" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvU3dEpDTCI/AAAAAAAAAOE/8DbJ0jBv3Jk/s200/Victor+explica+na+noite.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvU3TkpDTBI/AAAAAAAAAN8/riJsGK5_qzY/s1600-h/Oswaldo+retirado+1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5113053761341967378" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvU3TkpDTBI/AAAAAAAAAN8/riJsGK5_qzY/s200/Oswaldo+retirado+1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvU3JEpDTAI/AAAAAAAAAN0/WSeNXD5Px40/s1600-h/Plat%C3%A9ia+atenta+1.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quantos perguntaram sobre quanta nota valia?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para mim, ninguém.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E cerca de 300 pessoas participaram da primeira edição do Tribunal do Júri da Indústria Cultural na Unibrasil, no último dia 20.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu vinha produzindo o Tribunal, em outra instituição, por uns quatro anos. Mas, embora o resultado sempre tenha emocionado os envolvidos, não havia lá muita chance de repercussão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em alguns lugares, o "clima" providencia um tipo de competitividade que não é bem das mais saudáveis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas na Unibrasil nós estamos conseguindo dar corpo para a verdadeira vocação do Tribunal: um experimento pedagógico. Sem dúvida, é porque muitos professores compraram o projeto com entusiasmo. Sem a organização do &lt;strong&gt;Alex Wolf&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Felipe Harmata&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Maura Martins&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Rafael Schoenherr&lt;/strong&gt;, a coisa toda ficaria longe do brilho que teve.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não importa muito se a Indústria Cultural merece ou não ser reprovada pelos estudantes (aliás, manteve-se a escrita: se safou por 4 votos a 3). Importa a dimensão do problema que é aprender sobre assunto complexo, defender um ponto de vista para uma platéia de especialistas, dominar uma linguagem para a qual não vem sendo preparado, cobrir com toda a pressão e eventuais problemas técnicos que podem surgir...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E trabalhar em equipe.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesses dias, eu dei entrevistas para diversos meios de comunicação sobre o Tribunal, graças ao trabalho dos alunos de Assessoria de Imprensa, conduzidos pelo professor Guto Moliani. Ontem mesmo, a Folha de Londrina me ligou para perguntar do resultado. Entende? Eles estavam interessados no resultado do julgamento!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A assessoria do Ministério Público (equipe liderada pela Marina, do sexto período, em função dos promotores Cleverson, Eduardo e Robson, do segundo período) produziu um blog com notícias ao vivo, minuto a minuto: &lt;a href="http://ascompromo.blogspot.com/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://ascompromo.blogspot.com/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;As turmas de webjornalismo, dirigidas pelo professor Hélio Marques, publicaram mais de 50 matérias durante as três horas do julgamento: &lt;a href="http://jornal.unibrasil.com.br/"&gt;http://jornal.unibrasil.com.br/&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://jornal.unibrasil.com.br/cms/index.php"&gt;http://jornal.unibrasil.com.br/cms/index.php&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A equipe de rádio, comandada pelo Harmata, foi brilhante e muito organizada. Na madrugada após o evento, quando estávamos fechando a segunda edição do jornal &lt;strong&gt;Capital Tribunal&lt;/strong&gt;, o Felipe recebeu mensagem de uma das alunas: "Você me devolveu a vontade de ser jornalista". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Melhor do que salário, convenhamos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Isso sem falar na cobertura de TV, fanzines (com perfis hilariantes de todos, principalmente dos vencedores da defesa: Fábio, Israel e Vanessa) e até um desenhista, o Fernando, retratando os principais momentos do Tribunal em tempo real. A ré, Katy Mary Berbes, pode guardar todas as lembranças de sua absolvição. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outra tradição se preserva: o Tribunal revela talentos. O mesmo que aconteceu com os esplêndidos Osny Tavares Jr, Renan Colombo e Estelita Carazzai, na época que eu produzia o evento no outro lado da cidade, se materializou com todos da promotoria e defesa, no 20 de setembro. Talvez a maior revelação tenha sido Fábio Mandrick. Cantor do Vox Unibrasil, trombonista e árbitro de futebol de salão, Fábio foi brilhante!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu só tenho que agradecer. Como diz a velha meta-propaganda, nada substitui o talento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;**&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As fotos são do grande &lt;strong&gt;Adriano Carneiro&lt;/strong&gt;, do 3o período de Jornalismo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A primeira mostra o auditório mais concentrado do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na segunda, Oswaldo Eustáquio Jr. é retirado do auditório pelos seguranças, a pedido do juiz. Gritava que a Indústria Cultural deveria ser condenada pois o aliena "desde a novela Roque Santeiro". (Oswaldo vai ser pai. Ele é o sortudo esposo da Sandra, que foi uma das melhores alunas que eu tive lá nos fundos da Ecoville).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A terceira foto mostra esse que vos fala numa entrevista ao aluno Guilherme.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-7896454389411895516?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/7896454389411895516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=7896454389411895516&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7896454389411895516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7896454389411895516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/09/tribunal-do-jri-da-indstria-cultural.html' title='TRIBUNAL DO JÚRI DA INDÚSTRIA CULTURAL!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RvU3nUpDTDI/AAAAAAAAAOM/T6YdmKFmmyU/s72-c/Plat%C3%A9ia+atenta+1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-2485110221732500851</id><published>2007-09-15T11:40:00.000-03:00</published><updated>2007-09-24T07:45:15.751-03:00</updated><title type='text'>JAZZ, ESSE PROMÍSCUO!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RuvvbX3tT6I/AAAAAAAAANs/yMO7UGmxiwQ/s1600-h/Edvard+Vesala+Lumi.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5110441455725137826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RuvvbX3tT6I/AAAAAAAAANs/yMO7UGmxiwQ/s400/Edvard+Vesala+Lumi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Saiu no Caderno G de hoje, em edição do Irinêo Netto - autor, aliás, de ótima entrevista com o escritor Ashley Kahn. Meu texto é a única coisa que mancha o especial sobre jazz. Como no jornal ninguém vai se interessar por ler o meu, dado o contraste com os outros, reproduzo o Pensata aqui.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma linha escura, indivisível, fantasmagórica, corta a paisagem. Há brilho de luz na altura do chão, num campo que se perde no infinito. Parece iluminação artificial. Um homem, desajeitado pelo seu corpo grotesco, caminha em direção ao fundo. Observamos a figura de costas e, sob sua cabeça, a escuridão de uma tempestade que se avizinha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A cena pode ser uma descrição impressionista da música. E é, de forma brilhante, a capa do disco que a ostenta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Trata-se de &lt;strong&gt;Lumi&lt;/strong&gt;, talvez a melhor gravação de &lt;strong&gt;Edward Vesala&lt;/strong&gt;, um dos maiores nomes do jazz em todos os tempos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Edward Vesala?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;**&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um artigo de revista, publicado agora mesmo, em setembro, anunciava Madeleine Peiroux como representante de uma suposta nova revolução do jazz. A autora do texto ainda pontuava quais seriam os momentos, na história do gênero, em que o jazz teria sido revolucionário: com Louis Armstrong, nos anos 20, com Charlie Parker, nos 50, e agora, com... Madeleine Peiroux! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E o motivo é ainda mais interessante: a cantora americana assume, em seu discurso, um “diálogo” do jazz com o pop. É o novo milênio do jazz, comemora a redatora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O jornalismo é assim mesmo: na ânsia pela informação objetiva, esclarecedora e mesmo educativa, costuma reduzir o mais complexo dos temas a um mínimo múltiplo do senso comum. Não que seja vocação inalienável do jornalismo. É apenas um empobrecimento, necessário algumas vezes e francamente contraproducente em todas as outras.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A própria idéia de revolução no jazz parece contradizê-lo. Se há algo que diferencia o “gênero” de outras formas musicais é a obrigação – não a tendência ou a postura – de se manter dinâmico, promíscuo, provocativo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todo jazz é provocativo? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A melhor resposta é sim, todo jazz tem o sentido de revolução em seu próprio discurso. De outro modo, nada o tornaria diferente da música pop, erudita, blues, spiritual, country, eletrônica e todas essas evocações que sempre serviram de matéria-prima para os músicos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No geral, confunde-se essa provocação com sua face mais evidente, a política. Muitos “estudiosos” dizem que o jazz foi revolucionário quando a causa – contra a discriminação, contra o domínio do swing, a favor das minorias, da world music, do meio ambiente – apareceu como a casca mais saliente da cebola. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas o jazz é revolucionário até quando se preocupa em desaparecer nas sutilezas, muitas vezes puramente estéticas e nem um pouco panfletárias. Você lê ali “sutileza” não por acaso, já que outro modo de enxergar o “inovador” é perceber sua recusa ao mainstream. Daí é bem fácil dizer que Charlie Parker, Ornette Coleman e Miles Davis foram ousados: nos deram bebop, free jazz e um particular sentido de música modal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais difícil é entender que, a seu modo e a seu tempo, um bandleader “comercial”, comprometido com o faturamento de sua orquestra, como Artie Shaw, tem tanta importância para o jazz quanto os cânones que ganharam a crítica intelectual. Muitas vezes sequer arriscamos a chamar essa produção musical de “jazz”. E olhe que foi graças a ele que, pela primeira vez, uma cantora negra acompanhou uma banda formada por brancos. Billie Holiday, aliás. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A maioria dos comentadores de música, na mídia, não tem lá muito claro até onde estão dominados pelo moralismo. Determinada idéia passa a ser encarada como “revolucionária” simplesmente porque parece uma radical oposição a outra. Tipo Homem-Aranha e Venon, Super-Homem e Bizarro, música nova e música antiga. E nos cadernos adolescentes em que se transformaram a maior parte das publicações sobre arte, defender que o pop “salvou” o jazz é quase parte de um dever religioso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O fato é que o jazz se apropria das demais formas musicais. Ele não é exatamente o “gênero”, mas a costura misteriosa, o elemento incandescente que retransforma os componentes musicais alheios num formato sob constante mudança. De um jeito que chega a ficar difícil dizer com certeza se estamos falando desse gênero ou de outro. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;É por isso que Duke Ellington dá cor diferente para cada uma das inúmeras interpretações de “Caravan”, por exemplo, mesmo levando a fama de escrever cada linha de “improviso” de seus músicos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tempo também é um fator controverso. Ouvintes de jazz, em geral, não perdem o sono com a data que tal gravação foi produzida. A contextualização, a importância histórica, a procedência, tudo isso tem valor indiscutível. Mas nenhum adulto vai deixar de ouvir Django Reinhardt porque é “música de antigamente”. Nessa lógica, poderíamos dizer que Mozart já não serve para nada, já que alcançamos o Justin Timberlake.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O problema final é que muita gente fala dos nomes populares do jazz, esses sepultados no setor de “alta cultura”, e ainda mais gente se deslumbra com os “novos nomes”, os músicos que também aparecem na trilha sonora de novelas e filmes hollywoodianos dados a rompantes sensíveis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Independentemente do tempo, vale a pena recuperar aquelas obras que não saíram nas listas de cânones, mas que certamente figuram entre as maiores conquistas do jazz em todos os tempos. Pérolas do jazz europeu, por exemplo, que ficam restritas a um egoísta grupo de conhecedores.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como Vesala, esse que abre o texto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Edward Vesala se criou nos confins da Finlândia e esse gelo todo não passa despercebido na sua música. Morreu cedo, em 1999, mas teve tempo de desenvolver projetos com a ECM, selo dedicado a romper as fronteiras de gênero, e com sua própria gravadora. &lt;em&gt;Crossover&lt;/em&gt;, como diziam na época do Ray Charles. Lumi (ECM, 1986) é o marco principal de sua produção. Bebe da tradição, mas é promíscuo o suficiente para desafiá-la, misturar-se com outros tons, outras luzes, outras estéticas. A um ponto de beirar a abstração, de se tornar inclassificável. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Jazz, portanto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-2485110221732500851?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/impressa/cadernog/conteudo.phtml?id=696397&amp;tit=' title='JAZZ, ESSE PROMÍSCUO!'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/2485110221732500851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=2485110221732500851&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2485110221732500851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2485110221732500851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/09/jazz-esse-promscuo.html' title='JAZZ, ESSE PROMÍSCUO!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RuvvbX3tT6I/AAAAAAAAANs/yMO7UGmxiwQ/s72-c/Edvard+Vesala+Lumi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-6019166482654155269</id><published>2007-09-03T23:17:00.000-03:00</published><updated>2007-09-04T00:04:38.712-03:00</updated><title type='text'>QUEREMOS SER JASON BOURNE!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RtzJtNzKFEI/AAAAAAAAANk/6ZCLiTFrpCs/s1600-h/Holofote+Nena+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5106177856166827074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RtzJtNzKFEI/AAAAAAAAANk/6ZCLiTFrpCs/s400/Holofote+Nena+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O personagem de Matt Damon é deprimido, sofre e pratica violência num ritmo frenético. É um chato sem senso de humor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas eu me pego desejando ser Jason Bourne no meio daquela confusão de câmera tremida, corte nervoso, edição de som que preenche até os poros. E eu nem tenho qualquer simpatia por essas firulas de filmagem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O fato é que o personagem é inteligente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Inteligente, do jeito clássico. Não estou dizendo que "a construção do personagem é inteligente" ou que o roteiro lhe dá "profundidade" ou que sua personalidade é cheia de "contradições que dão caráter humano ao protagonista". Essas besteiras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Digo que eu compro a idéia de fingir que sou o cara que está correndo e pulando ali na tela. Não compro assim, sonhador, como um espectador que não se importa com a linguagem do cinema. Assumo a sensação que invejo e me delicio com personagens que ganham do vilão ou do herói, resolvem problemas quase insolúveis ou arrancam o beijo porque são mais &lt;em&gt;malandros&lt;/em&gt; que o resto da humanidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sherlock Holmes, Robinson Crusoe, McGyver, Columbo, Monk, dr. House, Miss Marple, Hercule Poirot, inspetor Maigret, capitão Kirk, Spirit, Tio Patinhas, Tin Tin, Hannibal Lecter... no momento crucial, eles surpreendem todo mundo com a solução que nenhum indivíduo "sensato" ousaria arriscar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Inteligência é sempre subversão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O primeiro livro que li sozinho foi uma edição de capa dura e amarela de Robinson Crusoe, traduzida pelo Monteiro Lobato. Aos cinco anos, acho. Talvez exista um mistério fundador de nossa personalidade em relação aos livros. Até hoje volto ao Crusoe com vontade de reviver aquelas fantasias que passei a infância toda alimentando. Mas agora eu espero chover a ponto de ouvir a água açoitar a janela, espero que seja à tarde, espero que alguém apareça com café e leite, pão feito em casa, e espero esquecer a caneca esfriando, tão interessado no capítulo chamado "Me sinto feliz como um rei".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E depois dormir e sonhar com problemas dificílimos de resolver naquela ilha, tão difíceis que só inteligência e força de vontade seriam capazes de superar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O problema de ficar velho é que essas coisas nunca mais são inusitadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ultimato Bourne&lt;/strong&gt; não devolve o prazer da ingenuidade. Mas nos lembra o bom, velho e maniqueísta ideal europeu: o cérebro é o que importa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ali, sobre o texto, a foto da equipe renovada do &lt;strong&gt;Holofote&lt;/strong&gt;. Alguns membros importantes permanecem e os novos integrantes estão me orgulhando com a rapidez, criativade e disposição. A Priscilla Cesar foi chamada para trabalhar numa tv e, diante da falta, a Katy Mary, de verde, assumiu a poltrona com brilho. Ao lado da Katy, de cinza e com um aspecto brooklin dos anos 80, a Nena Inoue, diretora do ACT.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Da esquerda para a direita: Bianca (segundo período de Jornalismo), Sheila (quarto período), Rodolfo (sexto), o feioso eu, Juliana (segundo), professora Suyanne, Tati Eusébio (primeiro), Katy (segundo), Thiago (terceiro), Nena, João Luís (primeiro) e o grande Adeilson (segundo). A fotógrafa é a Grazieli, que está caminhando para o terceiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Amanhã, o irrepetível &lt;strong&gt;Dary Júnior&lt;/strong&gt; será nosso entrevistado. O Dary é o vocalista do &lt;em&gt;Terminal Guadalupe&lt;/em&gt;, banda curitibana que recebeu cotação máxima na Ilustrada de hoje. O Holofote é exibido no domingo, meio dia, na TV Comunitária (canal 5 na Net e 72 na TVA).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-6019166482654155269?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/6019166482654155269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=6019166482654155269&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6019166482654155269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6019166482654155269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/09/queremos-ser-jason-bourne.html' title='QUEREMOS SER JASON BOURNE!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RtzJtNzKFEI/AAAAAAAAANk/6ZCLiTFrpCs/s72-c/Holofote+Nena+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-1963101245711947707</id><published>2007-08-17T00:55:00.000-03:00</published><updated>2007-08-23T18:58:26.221-03:00</updated><title type='text'>VEM AÍ MICHAEL JACKSON À CAPELA!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rs4C74Y6UeI/AAAAAAAAANc/R0w71BtFeAg/s1600-h/DSC05558.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5102018655629758946" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rs4C74Y6UeI/AAAAAAAAANc/R0w71BtFeAg/s400/DSC05558.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RsUlJIY6UdI/AAAAAAAAANU/TdFGdpiYftY/s1600-h/Michael+chacoalha.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099522991867974098" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RsUlJIY6UdI/AAAAAAAAANU/TdFGdpiYftY/s200/Michael+chacoalha.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RsUlD4Y6UcI/AAAAAAAAANM/StV9ewGCsEs/s1600-h/Michael+smooth.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099522901673660866" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RsUlD4Y6UcI/AAAAAAAAANM/StV9ewGCsEs/s200/Michael+smooth.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RsUk84Y6UbI/AAAAAAAAANE/HrA9r7LlM8g/s1600-h/Michael+smooth.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099522781414576562" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RsUk84Y6UbI/AAAAAAAAANE/HrA9r7LlM8g/s200/Michael+smooth.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RsUkzYY6UaI/AAAAAAAAAM8/RC8edu43bzU/s1600-h/Michael+yeah+yah.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099522618205819298" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RsUkzYY6UaI/AAAAAAAAAM8/RC8edu43bzU/s200/Michael+yeah+yah.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RsUksoY6UZI/AAAAAAAAAM0/2Nt387T1Ns4/s1600-h/Michael+yeah+yah.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Hoje começamos os testes para escolher os cantores do &lt;strong&gt;Grupo Vocal Unibrasil&lt;/strong&gt;, desejo que eu mantinha desde os primeiros ensaios do Grutun!, mas que ganhou vida por causa da paixão do Alex Wolf pela causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São doze vozes que o Alex pensa em usar a serviço da música popular brasileira. O que é lindo, desde que não tenhamos que ouvir Maria-Maria ou Trem das Onze novamente (nada contra, mas não dá para dizer que é um repertório "inovador" nesse tipo de arranjo).&lt;br /&gt;Eu mesmo acho que o futuro é, também, Cole Porter, Brian Wilson, uns lados B dos Beatles (se é que isso existe nos beat-besouros), Zezé de Camargo, Randy Newman e o inigualável Michael Jackson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;You get to wanna be starting something...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Não estou brincando!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar nisso, olhem minha cara de bolacha aí na frente do Guaíra, onde &lt;strong&gt;O Santo e a Porca&lt;/strong&gt; fez sair gente pelo ladrão em cinco memoráveis apresentações.&lt;br /&gt;Tão memoráveis que estamos na pauta de Maringá, Guarapuava, litoral... tudo a convite.&lt;br /&gt;E em Ponta Grossa, fechando a 10a FolkCom nesse sábado, 18 de agosto.&lt;br /&gt;Seis da tarde, no Grande Auditório da UEPG, à custa de um singelo quilo de alimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diriam caras de Liverpool, &lt;em&gt;you never gave me your money!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-1963101245711947707?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/1963101245711947707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=1963101245711947707&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1963101245711947707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1963101245711947707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/08/vem-michael-jackson-capela.html' title='VEM AÍ MICHAEL JACKSON À CAPELA!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rs4C74Y6UeI/AAAAAAAAANc/R0w71BtFeAg/s72-c/DSC05558.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-8187749419926905686</id><published>2007-08-13T00:37:00.000-03:00</published><updated>2007-08-13T00:50:00.684-03:00</updated><title type='text'>NA ESTRADA COM McCARTHY E McEWAN!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rr_UZsJh87I/AAAAAAAAAMs/kqUvNkIKSqE/s1600-h/Onde+os+velhos.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5098026841019642802" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rr_UZsJh87I/AAAAAAAAAMs/kqUvNkIKSqE/s200/Onde+os+velhos.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rr_US8Jh86I/AAAAAAAAAMk/Ilgp_vun4jc/s1600-h/Amsterdam.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5098026725055525794" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rr_US8Jh86I/AAAAAAAAAMk/Ilgp_vun4jc/s200/Amsterdam.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tomei o ônibus para Piçarras nesse final de semana. Estou num ocaso que outrora me traria melancolia. Incomunicável. Por uma dessas patetices típicas minhas. Perdi o carregador do celular. E usei o ônibus porque queria tempo para ler. As estradas de Santa Catarina não ajudam, ainda mais no final de semana dos Pais. Não dá para ler e dirigir ao mesmo tempo. Além disso, estou ressabiado com carros e meu pai teve um sonho terrível envolvendo um acidente e vários pedaços do meu corpo. Conto para iluminar a narrativa com esse tom kitsch de profecia, mas a verdade é que só soube do sonho quando cheguei lá.&lt;br /&gt;Na ida, concluí &lt;strong&gt;Onde os velhos não têm vez&lt;/strong&gt;, do badalado Cormac McCarthy (Alfaguara, 2006). Praticamente findei o &lt;strong&gt;Amsterdam&lt;/strong&gt;, de Ian McEwan (Rocco, 2006), na volta.&lt;br /&gt;Sem celular, sem dirigir, nas duas tardes bruscas e friorentas que me acomodaram no ônibus. Contra minha natureza, sem qualquer neura sobre o ser-em-si do meu pai torcendo o pé enquanto arrumava um banheiro. A mente limpa e tola, como deve estar para o deslumbre.&lt;br /&gt;Tem algo do tempo nos dois livros. Algo que é inescapável da literatura, mas que certamente serviu à adaptação do primeiro para o cinema, através das mãos dos irmãos Cohen. Fico curioso de ver, embora se se dissociasse do livro talvez não me interessasse. Não faço parte dos entusiastas de Ethan e Joel Cohen e essa coisa bang-bang “new wave” do McCarthy me lembra as chatices do Robert Rodriguez com o dedo nervoso do Tarantino. Bom para muita gente. But not for me. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Isso do tempo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A condução do MCarthy tem algo que seria um maneirismo se eu percebesse em outra obra. Mas não li. Então me comove a dureza com que evita as vírgulas talvez não evitando mas reservando para explicar uma declaração sem aspas e sem travessão. Por exemplo. Ele me viu saindo da casa, disse ele. A dureza formal se enrosca no realismo doloroso. Ninguém escapa do destino anunciado desde a primeira linha e só percebemos uma redenção meio covarde para o xerife protagonista, sôfrego pelo peso de uma culpa um tanto discutível.&lt;br /&gt;McEwan é um assombro. Ele assusta quem tenta escrever, como o caso aqui exposto, com as vísceras de baixa qualidade pulsando. &lt;strong&gt;Reparação&lt;/strong&gt; é o livro. Digo, &lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt; livro. Só que &lt;strong&gt;Amsterdam&lt;/strong&gt; tem uma velocidade, uma violência musical que envolve feito thriller, mas finca suas letras como unhas no lado direito da cabeça, ali onde porventura não há nada. Eu mesmo estou ali, no lugar de Venon, lutando para que a matéria saia, mesmo que de baixo nível, se é que isso realmente existe. Nível. O fato é que o tempo não existe para Venon. Descobriu que ele mesmo, sozinho, não existe. Não é uma máxima sociológica. O vazio, simplesmente.&lt;br /&gt;É um assombro, esse McEwan.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-8187749419926905686?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/8187749419926905686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=8187749419926905686&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8187749419926905686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8187749419926905686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/08/na-estrada-com-mccarthy-e-mcewan.html' title='NA ESTRADA COM McCARTHY E McEWAN!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rr_UZsJh87I/AAAAAAAAAMs/kqUvNkIKSqE/s72-c/Onde+os+velhos.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-7221687823125386244</id><published>2007-07-27T23:43:00.000-03:00</published><updated>2007-07-28T00:01:04.353-03:00</updated><title type='text'>CASA CHEIA PARA O GRUTUN!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqqxCsJh85I/AAAAAAAAAMc/mrJEUJFIlTs/s1600-h/Dulcin%C3%A9ia+022.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5092076988464755602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqqxCsJh85I/AAAAAAAAAMc/mrJEUJFIlTs/s400/Dulcin%C3%A9ia+022.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqqwvsJh84I/AAAAAAAAAMU/--7oI4lBfkQ/s1600-h/Pinh%C3%A3o+ao+cubo!.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5092076662047241090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqqwvsJh84I/AAAAAAAAAMU/--7oI4lBfkQ/s400/Pinh%C3%A3o+ao+cubo!.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Todos os ingressos para as apresentações de &lt;strong&gt;O Santo e a Porca&lt;/strong&gt;, até as duas sessões de domingo, já se esgotaram. Ontem, na estréia, entre 40 e 60 pessoas ficaram na calçada fria do Mini-Guaíra esperando que sobrasse algum lugar. Não sobrou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As pessoas riram, aplaudiram muito e o meu pessoal saiu da coxia mais feliz que capivara gorda. Meu doce problema foi controlar o nervosismo daqueles que queriam porque queriam ver o trabalho do &lt;strong&gt;Grutun!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tento, agora, convencer o Alex Wolf a agendar uma sessão extra para abrigar os deserdados da sorte.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Enfim, o sucesso evidente do grupo de teatro da Unibrasil prova que é possível promover um ensino superior que ofereça a seus alunos, professores, funcionários e familiares a oportunidade de ampliar o horizonte para além do canavial.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A mancha colorida aí é a Sheila Irene, que ontem esqueci de mencionar como coreógrafa da peça, nos agradecimentos finais. Na outra foto, os três intérpretes do Pinhão, em nosso O Santo e a Porca: Valzi Pinguim Nunes, Claylton Ribeiro e Solange Souza. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quem ainda faz questão, vale a pena tentar: vá até a bilheteria, alguns minutos antes das 20 horas, e espere. Sempre falta alguém que tinha o bilhete.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-7221687823125386244?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/7221687823125386244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=7221687823125386244&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7221687823125386244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7221687823125386244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/07/casa-cheia-para-o-grutun.html' title='CASA CHEIA PARA O GRUTUN!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqqxCsJh85I/AAAAAAAAAMc/mrJEUJFIlTs/s72-c/Dulcin%C3%A9ia+022.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-4185318394198374947</id><published>2007-07-25T00:21:00.000-03:00</published><updated>2007-07-25T01:09:01.437-03:00</updated><title type='text'>GRUTUN! NO GUAÍRA E DULCINÉIA NA CAVERNA!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqbKF8Jh83I/AAAAAAAAAMM/sOY7FJ2pdqo/s1600-h/A+estudante+de+Servi%C3%A7o+Social+Edna+Dutra+durante+ensaio+do+Grutun!.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090978632183182194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqbKF8Jh83I/AAAAAAAAAMM/sOY7FJ2pdqo/s400/A+estudante+de+Servi%C3%A7o+Social+Edna+Dutra+durante+ensaio+do+Grutun!.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqbJzsJh82I/AAAAAAAAAME/Bzx8QMBNS8A/s1600-h/Dulcin%C3%A9ia+e+Robson.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090978318650569570" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqbJzsJh82I/AAAAAAAAAME/Bzx8QMBNS8A/s320/Dulcin%C3%A9ia+e+Robson.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;Daqui a pouco, dois dias, os trinta agregados do Grupo de Teatro Unibrasil, o nosso &lt;strong&gt;Grutun!&lt;/strong&gt;, com ponto de exclamação mesmo, colocam os pés pela primeira vez no Guaíra. É muito, vejam bem. A maior parte dessa gente, como a Edna Dutra aí da foto, jamais tinha pisado num palco. A coisa toda começou como uma atividade do curso de Jornalismo, mas se tornou a ação acadêmica mais democrática da Unibrasil: a vovó Edna (ela é avó, mesmo!) é de Serviço Social. A Aiane é de Nutrição. O Michel faz Administração. A Fernanda e o Pinguim, assim como a Jennifer e a Adelaide, são alunos da Publicidade. Juliana, uma das Porcas, cursa Direito. Aline, sorridente, é da turma de Letras. A também coreógrafa Sheila se junta à Pâmela e ao Thiago entre os representantes do Jornalismo... e assim vai.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Deixei o ensaio há pouco mais de duas horas. Fiquei muito feliz com a evolução da troupe. No último sábado, o Grutun! levou &lt;strong&gt;"O Santo e a Porca"&lt;/strong&gt; para Paranaguá. Saíram ovacionados, o que também é esplêndido, já que se tratou do temerário début real, com platéia desconhecida, para a montagem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quinta, sexta e sábado, o "Santo e a Porca" será a atração principal do Mini-Guaíra. Grátis, às 20h30. Domingo, a peça do Suassuna sai da coxia às 17 e às 19h30. Quer um convite? A partir das 14 horas de amanhã, no bloco 2 da Unibrasil, comigo ou com os nossos valorosos secretários, meu xará Victor ou a Andréia Okada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na segunda, as aulas do curso de Jornalismo começam com três professores esplêndidos. O &lt;strong&gt;Felipe Harmata&lt;/strong&gt;, que foi um dos melhores alunos que já tive, o &lt;strong&gt;Paulo Camargo&lt;/strong&gt;, editor do Caderno G, da Gazeta do Povo, e mestre em Comunicação e Cinema pela Universidade de Miami, e a &lt;strong&gt;Dulcinéia Novaes&lt;/strong&gt;, que coloca o rosto todo dia na telinha da Globo há mais de 25 anos e está aí na foto contando ao Robson Custódio, nosso aluno do segundo período, como serão as aulas de Telejornalismo que ela vai ministrar.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-4185318394198374947?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/4185318394198374947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=4185318394198374947&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/4185318394198374947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/4185318394198374947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/07/grutun-no-guara-e-dulcinia-na-caverna.html' title='GRUTUN! NO GUAÍRA E DULCINÉIA NA CAVERNA!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqbKF8Jh83I/AAAAAAAAAMM/sOY7FJ2pdqo/s72-c/A+estudante+de+Servi%C3%A7o+Social+Edna+Dutra+durante+ensaio+do+Grutun!.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-8847462484632107354</id><published>2007-07-23T01:53:00.000-03:00</published><updated>2007-07-23T02:29:49.427-03:00</updated><title type='text'>UM NOVO CONCEITO DE CIDADE-DORMITÓRIO!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqQ3o8Jh81I/AAAAAAAAAL8/lw70fmyQ2J0/s1600-h/PG+cidade+dormit%C3%B3rio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090254655315899218" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqQ3o8Jh81I/AAAAAAAAAL8/lw70fmyQ2J0/s320/PG+cidade+dormit%C3%B3rio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Então é isso. Você volta a Ponta Grossa e nada, nada é diferente do que era da última vez. É um pouco antipático falar pois, acompanhado da mesma paisagem, mesmas pessoas, mesmos olhares, ainda temos o mesmo diagnóstico. Nada muda em Ponta Grossa.&lt;br /&gt;Eu visitei a Princesa dos Campos no final de semana. Levei a namorada de meu irmão passear pela cidade. Sinto preguiça de descrever agora a Avenida München vazia e a tinta látex descascada de minha última residência no bairro Santa Paula e o gramado que foi inspiração para um quadro pintado pelo meu amigo Ricardo Staut há uns quinze anos, mas na hora pareceu boa idéia.&lt;br /&gt;De qualquer modo, ainda tinha o novo apartamento de minha mãe. Grande, ensolarado, com janelas gigantescas que mostram a desolada e kitsch Praça dos Elementos. E isso foi bom. Vemos a Brasília Amarela que decora o parque inaugurado pelo então prefeito Jocelito Canto. Os brinquedos estão mais brilhantes e a rapaziada maltrata a bola na quadra ao lado. Os guarda-chuvas gigantes, herança do prefeito anterior ao Jocelito, o Paulo Cunha Nascimento, estão apodrecidos, um tanto tortos, e seu balanço parece a antecipação da morte do pipoqueiro.&lt;br /&gt;Domingo à tarde e a larga avenida em frente só sofre movimento com a sombra dos postes. Isso enquanto o céu não se nubla e apaga a animação.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqQ2e8Jh80I/AAAAAAAAAL0/XfhDXt1o0k4/s1600-h/PG+movimento+da+sombra+na+tarde.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090253384005579586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqQ2e8Jh80I/AAAAAAAAAL0/XfhDXt1o0k4/s400/PG+movimento+da+sombra+na+tarde.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Levei o Cormac McCarthy, esse que foi transformado em filme pelos irmãos Cohen. Também me armei com uns dvds da primeira temporada de A Gata e o Rato. Comprei sem saber que o seriado era prioritariamente dublado. Tudo bem, não sou mais do tipo que leva tão a sério essas coisas. O diabo é que o controle remoto do aparelho de dvd da minha mãe foi tomado por alguma espécie de corrosão. Vazou uma pilha lá dentro ou coisa assim, de modo que eu não conseguia mudar a dublagem em espanhol para a versão brasileira Herbert Richers.&lt;br /&gt;Fui até o camelódromo comprar um fone de ouvido para meu celular, já que o anterior estaria no bolso da minha jaqueta de couro, roubada com o aparelho de som do meu carro no pleno meio-dia do domingo passado, enquanto eu via Harry Potter no Cinemark do Shopping Müller. O fato é que aproveitei a viagem e perguntei para o Cícero, que é presidente da Associação de Micro-Empresários de Produtos Importados Livremente Circulantes na Praça João Pessoa, se havia algum tipo de controle remoto universal. Ao invés disso, ele pegou uma faca de serrinha e raspou a ferrugem, consertando milagrosamente – e de graça! – o aparelhinho. &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqQ10cJh8yI/AAAAAAAAALk/g3ZK-cx9qCo/s1600-h/PG+Neli+na+casa+nova+atr%C3%A1s+da+cadeira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090252653861139234" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqQ10cJh8yI/AAAAAAAAALk/g3ZK-cx9qCo/s320/PG+Neli+na+casa+nova+atr%C3%A1s+da+cadeira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Fiquei tão agradecido que me senti na obrigação de comprar alguma coisa. Aceitei o fone de qualidade inferior, incapaz de reproduzir plenamente o MP3 do celular (mas eficiente para conversar com alguém enquanto dirige ou digita, por exemplo) ao custo módico de 35 paus. Eu pensei, e com razão, que a bugiganga custaria muito mais numa loja autorizada pela marca do meu aparelho.&lt;br /&gt;Eu me diverti. Dormi bastante, vi o Brasil ganhar da Argentina no handebol e os atletas da natação levarem ouro e prata nos 50 metros livres. Ainda li umas cem páginas do &lt;em&gt;Onde os velhos não têm vez&lt;/em&gt;, fiz fotos e comi sushi por um preço realmente camarada.&lt;br /&gt;Então voltei para minha casa, em Curitiba, e descobri que os bandidos não haviam levado o fone de ouvido original. Ele estava em outro casaco.&lt;br /&gt;Ponta Grossa!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-8847462484632107354?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/8847462484632107354/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=8847462484632107354&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8847462484632107354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8847462484632107354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/07/um-novo-conceito-de-cidade-dormitrio.html' title='UM NOVO CONCEITO DE CIDADE-DORMITÓRIO!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RqQ3o8Jh81I/AAAAAAAAAL8/lw70fmyQ2J0/s72-c/PG+cidade+dormit%C3%B3rio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-148037697943760827</id><published>2007-07-12T12:36:00.000-03:00</published><updated>2007-07-12T21:16:11.903-03:00</updated><title type='text'>BRANCALEONE DO MAL PODE FUNCIONAR!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpZOVDBqmlI/AAAAAAAAALc/QYRzj4BIAT4/s1600-h/Looming+Towers.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5086338952658066002" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpZOVDBqmlI/AAAAAAAAALc/QYRzj4BIAT4/s320/Looming+Towers.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Parece haver uma tendência, entre historiadores da mídia e repórteres investigativos, de procurar fatos isolados, momentos particulares, tomadas de decisão que acabam por explicar todo o contexto que viria a seguir.&lt;br /&gt;Pelo menos nos best-sellers.&lt;br /&gt;Um desses livros que se sustentam na relação entre intimidade de personagens e suas conseqüências gigantes é o indispensável &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;O Vulto das Torres&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, de Lawrence Wright (Companhia das Letras, 2007). É um trabalho de investigação jornalística impressionante sobre as origens do pensamento radical islâmico e as costuras que resultaram nos despojos do 11 de setembro.&lt;br /&gt;Além de tudo isso, é de rara habilidade narrativa. As 500 páginas do texto, redigida após cinco anos de apuração, parecem 50 graças ao estilo limpo e altamente informativo de Wright, repórter da revista &lt;em&gt;New Yorker&lt;/em&gt; e co-roteirista do filme &lt;em&gt;Nova York Sitiada&lt;/em&gt; (que não assisti). A fluência da reportagem, inclusive, me fez resistir a uma improvável série de conexões de vôo que me tomou um dia inteiro.&lt;br /&gt;O que mais chama a atenção, no entanto, é a acuidade de detalhes nas descrições da intimidade de gente como Ayman al-Zawahiri (o “número 2” da Al-Qaeda e que ontem apareceu no noticiário ameaçando Londres), o agente do FBI John O’Neill e o próprio Osama bin Laden.&lt;br /&gt;E como a patetice pode ter conseqüências monumentais.&lt;br /&gt;Wright defende que as picuinhas entre CIA e FBI, incompetência administrativa e ciúme entre diretores impediram uma ação relativamente simples contra a conspiração do 11 de setembro. As duas agências possuíam informações que, se fossem compartilhadas, poderiam ter bloqueado o ataque ao World Trade Center.&lt;br /&gt;Pior é perceber que a perigosa Al Qaeda e os diversos grupos terroristas também agem, na maior parte das vezes, com puro amadorismo, cometendo erros tolos e jogando dinheiro pela janela. Há muitas passagens que mostram incríveis ações atrapalhadas dos fundamentalistas.&lt;br /&gt;Como essa, sem maiores conseqüências, mas muito representativa: “Num táxi da cidade, o choque abalou Fahd al-Quso, membro da equipe de apoio da Al-Qaeda que estava atrasado. Ele deveria ter filmado o ataque em vídeo, mas adormeceu e não ouviu a campainha do telefone, que o avisaria para que preparasse a câmera” (p. 351). O dorminhoco, que deveria registrar a explosão no USS Cole, ancorado no Iêmen, acaba, centena de páginas mais tarde, como personagem chave das investigações.&lt;br /&gt;Pelo lado do FBI, Wright é convicto de que as pessoas mais talentosas e capacitadas para investigar e deter os ataques terroristas foram paulatinamente minadas pela mediocridade dos colegas, ávidos por assembleismos e cheios de “restrições morais”. O’Neill é o herói incompreendido da trama, uma verdadeira força da natureza que tinha contra si um apetite sexual mais tropical que norte-americano e uma certa rusticidade irlandesa que incomodava os burocratas mais “sensíveis”.&lt;br /&gt;“Mawn se tornara o defensor mais ferrenho de O’Neill. Reconhecia que a excelência era inimiga de qualquer burocracia, e que uma personalidade forte era essencial no combate à rivalidade entre os órgãos e ao ciúme departamental, que solapavam a força de vontade até dos melhores funcionários. Era justamente esse tipo de pessoa que precisava ser protegido e encorajado. Somente assim, com um líder poderoso e visionário, uma burocracia sem entusiasmo como o FBI conseguiria realizar alguma coisa notável. O’Neill era esse tipo de líder. Ele transformara o escritório de Nova York no ramo mais eficaz do FBI, mas aquilo lhe custara caro, como Mawn aos poucos veio a perceber. O s inimigos que O’Neill acumulara em sua luta polarizadora contra a burocracia estavam doidos para destruí-lo, e agora ele fornecera um pretexto “ (p. 348-49).&lt;br /&gt;As células terroristas pareciam longe de conquistar qualquer vitória, mas, mesmo enroladas nas próprias pernas e entregues a um canibalismo ideológico, conseguiram perpetuar o mais sonoro ataque da História. Em grande parte por causa da inevitável porcentagem de gente medíocre que qualquer departamento do mundo – de educação, esporte, saúde, governo ou espionagem – precisa acomodar.&lt;br /&gt;O que nos faz pensar que não devemos, nunca, subestimar os grupos que fazem pressão para atrapalhar os projetos mais inconformistas, mesmo que eles sejam formados por pessoas mesquinhas, incultas e atrapalhadas.&lt;br /&gt;De um jeito ou de outro, vão juntar adeptos desiludidos com o próprio destino, tentar várias vezes e, enfim, conseguir derrubar alguma coisa.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpZN5zBqmkI/AAAAAAAAALU/TpSczyHNx5A/s1600-h/Beauty+and+the+Beat+-+front.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5086338484506630722" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpZN5zBqmkI/AAAAAAAAALU/TpSczyHNx5A/s320/Beauty+and+the+Beat+-+front.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Sobre descobrir a origem localizada de certos fenômenos, tenho aqui minha tese a respeito do tipo de cantora que &lt;strong&gt;Madeleine Peiroux&lt;/strong&gt; representa tão bem nos dias que seguem. Ouça o esplêndido &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Beauty and the Beat!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, jóia de 1959 editada pela Capitol, que reúne a cantora &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;Peggy Lee&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e o excelente pianista &lt;strong&gt;George Shearing&lt;/strong&gt;. Além do melhor trocadilho em capa de disco de todos os tempos, ainda temos uma “Do I love you” que, arrisco dizer, supera a versão da Ella Fitzgerald. O lirismo provocante, farto nos melhores momentos da cantora francesa, está todo aqui, embalado pela voz de Peggy, capaz de passar a louca sensação de juventude e maturidade simultâneas.&lt;br /&gt;E tem Shearing, cada vez mais meu acompanhante predileto. Ouça-o nas gravações com &lt;strong&gt;Mel Tormé&lt;/strong&gt;, por exemplo. Humor e um ataque romântico, pleno, capaz de preencher todos os espaços da sala – como diria alguém muito mais entendido de música do que eu.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-148037697943760827?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/148037697943760827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=148037697943760827&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/148037697943760827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/148037697943760827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/07/brancaleone-do-mal-pode-funcionar.html' title='BRANCALEONE DO MAL PODE FUNCIONAR!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpZOVDBqmlI/AAAAAAAAALc/QYRzj4BIAT4/s72-c/Looming+Towers.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-7267871077935483840</id><published>2007-07-08T21:44:00.000-03:00</published><updated>2007-07-12T21:24:52.585-03:00</updated><title type='text'>SEM LIMONADA SUÍÇA NO ALTO ARAGUAIA!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpYycTBqmgI/AAAAAAAAAK0/XFQ_Z-MsSjw/s1600-h/Alto+Araguaia+da+torre+da+Unimat.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5086308290886539778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpYycTBqmgI/AAAAAAAAAK0/XFQ_Z-MsSjw/s400/Alto+Araguaia+da+torre+da+Unimat.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpYyRzBqmfI/AAAAAAAAAKs/7cgkT9JOgmA/s1600-h/Sombra+no+ch%C3%A3o+da+Unimat.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5086308110497913330" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpYyRzBqmfI/AAAAAAAAAKs/7cgkT9JOgmA/s320/Sombra+no+ch%C3%A3o+da+Unimat.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpYyGTBqmeI/AAAAAAAAAKk/_8fbN8SOYnA/s1600-h/col%C3%B3quio_2007_078.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5086307912929417698" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpYyGTBqmeI/AAAAAAAAAKk/_8fbN8SOYnA/s200/col%C3%B3quio_2007_078.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;No primeiro texto de &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;Ébano&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, Ryszard Kapuscinski conta seu début em Gana como um choque. Antigamente, ele escreveu, o viajante se acostumava pouco a pouco com a mudança da paisagem até chegar ao destino. Hoje (no final dos anos 50), você está sob o céu plúmbeo de Londres e, poucas horas depois, desfruta do sol inclemente da África. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O avião ajudou a abreviar a lenta adaptação aos costumes, paisagens, gastronomias e climas com as quais o desbravador sempre lidou em sua jornada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas será que o choque, na metade final dessa primeira década do século 21, ainda existe? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Passei os últimos dias em Alto Araguaia, cidade matogrossense com pouco mais de 12 mil habitantes, logo na divisa com Goiás. É um lugar que abandonou o fuso horário oficial do Mato Grosso e assumiu o de Brasília, uma hora mais tarde, tão gêmea que é da goiana Santa Rita do Araguaia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;É uma cidade que tem a &lt;strong&gt;guariroba&lt;/strong&gt;, espécie de palmito amargo, como especiaria. Aqui podemos beber o afrodisíaco &lt;strong&gt;canjinjin&lt;/strong&gt;, pinga de mel, gengibre, canela e outros mistérios, que é importada de Vila Bela da Santíssima Trindade, último quilombo urbano do centro-oeste. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A plantação que mais chamou a atenção no meu caminho do aeroporto de Rondonópolis até Alto Araguaia é a de algodão, tapete branco dominante no suave barranco sob o horizonte. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E não há limonada suíça naquela parte do Mato Grosso. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fora isso, esqueça os jacarés atravessando a sala de aula ou cantores pantaneiros interrompendo uma palestra para “dar um recado a essa gente boa”, levando a onça pela coleira. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A mídia nos aproxima e talvez nos banalize, poderíamos concluir. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas talvez haja algo de valioso nessa homogenização cultural – nos pede atenção àquilo que realmente caracteriza as representações de mundo em cada comunidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O campus da Universidade do Estado do Mato Grosso em Alto Araguaia é uma terra de gente diversa, pisante no chão colorido e irregular do antigo seminário. Tem migrante de toda a parte da Região Centro Oeste e professores que vieram de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e até Cuba! Fábio Bidu, jovem professor de Antropologia e meu anfitrião, passou do riso fácil ao ar melancólico nos últimos minutos de nossa estadia. Lembrou-se que, nessas férias, não vai a Cascavel visitar a família. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpYxuTBqmdI/AAAAAAAAAKc/q9jhcgEqRKk/s1600-h/%C3%81trio+da+Unimat.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5086307500612557266" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpYxuTBqmdI/AAAAAAAAAKc/q9jhcgEqRKk/s320/%C3%81trio+da+Unimat.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;Ele, a chefe do departamento de Comunicação Maristela, Leandro, Aline e outros educadores lutam há um ano e meio para dar fôlego ao curso de Jornalismo, às vezes longe da balaustrada verde que leva brisa para o coordenador do campus e dá vista para a cidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A seriedade com que receberam a mim e ao professor Gerson Martins, presidente do Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (&lt;a href="http://www.gersonmartins.jor.br/"&gt;http://www.gersonmartins.jor.br/&lt;/a&gt;), mostrou como estão empenhados na velha e boa máxima humanista dos cursos de Comunicação: querem formar indivíduos com forte compromisso social. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Gerson veio do Rio Grande do Norte naturalmente desconfiado. Como é avaliador do MEC, não consegue se sentir tranqüilo com mais uma escola de Jornalismo entre as centenas do país, ainda mais em uma região cuja fonte de emprego é tão mingüada quanto limonada suíça. Mas saiu seduzido pela generosidade e dedicação dos alunos e professores. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois das palestras do Colóquio, fomos passear e comer na cidade. Em alguns minutos e com um pouco de atenção, você percebe o quanto cada lugar do Brasil é distinto do outro. Dois mendigos nos abordaram, na calçada, e pediram “um trocado para tomar pinga”. Foram contemplados com um, dois reais, alegremente oferecidos pelos jovens que se embriagavam de Guaraná Mineirinho. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A conversa sobre sexo é deslavada, sem meandros metafóricos, e o espaço em que cada um vive parece eternamente aberto para o visitante. Também não há distância entre professores e alunos, de modo que o evangélico cantador Isaac nos acompanhou o tempo todo com seu violão, enquanto Erotides, dona de garganta privilegiada e programa diário na emissora de rádio local, dava a segunda voz num desfiar infinito das canções oitentistas do Roupa Nova. “&lt;em&gt;Dona, só você me fascina...&lt;/em&gt;”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpYtlzBqmaI/AAAAAAAAAKE/lr10AXw_TkU/s1600-h/Leandro+no+corredor.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5086302956537158050" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpYtlzBqmaI/AAAAAAAAAKE/lr10AXw_TkU/s320/Leandro+no+corredor.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;Aliás, mesmo com seus 12 mil habitantes, acesso precário a internet e, segundo pesquisa de 2005, o pior ensino público de todo o Estado, Alto Araguaia tem uma vontade louca de produzir comunicação. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há uma reprodutora local da Record que leva uma hora e meia de programação própria. No noticiário de quinta, os assuntos principais eram a adaptação das calçadas para os cadeirantes e uma longa fala do delegado explicando que nada aconteceu na esfera policial durante os últimos dias. “Pato atravessando a rua é destaque”, diz o Fábio. “Aqui a gente tem que fabricar notícia”, explica a Tina, que é dona da TV e aluna de Jornalismo na Unemat. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um dos alunos, Alphe, me mostrou uma resma de poemas bucólicos que ele deve publicar ainda esse ano, com ajuda da prefeitura (O irreal não havia/ A tecnologia não brincava ali com as pessoas...). Outro, o Ivon Ribeiro, tem um esforçado site de notícias (&lt;a href="http://jornalnoticiaagora.com.br/principal/"&gt;http://jornalnoticiaagora.com.br/principal/&lt;/a&gt;). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Lucimara Pereira se empenha em criar grupos de estudos raciais. A professora Aline, que marejou os olhos ao ver a foto do Ariano Suassuna declamando com o Grutun!, produz um grupo de teatro. O professor Leandro Wick, no corredor do campus aí na foto, sua a camisa e divide o tempo da noiva Andréia para articular um evento atrás do outro. Ele quer que a gente volte em novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu mal posso esperar.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-7267871077935483840?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/7267871077935483840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=7267871077935483840&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7267871077935483840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7267871077935483840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/07/sem-limonada-suca-no-alto-araguaia.html' title='SEM LIMONADA SUÍÇA NO ALTO ARAGUAIA!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RpYycTBqmgI/AAAAAAAAAK0/XFQ_Z-MsSjw/s72-c/Alto+Araguaia+da+torre+da+Unimat.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-4982382727040675769</id><published>2007-07-03T13:42:00.000-03:00</published><updated>2007-07-09T11:56:16.372-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='This is What I do'/><title type='text'>SONNY ROLLINS AOS 77!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Ror-_ntEqjI/AAAAAAAAAI0/DzottFDe2MI/s1600-h/Sonny+Global+Warming.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5083155498384271922" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Ror-_ntEqjI/AAAAAAAAAI0/DzottFDe2MI/s200/Sonny+Global+Warming.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Ror-4XtEqiI/AAAAAAAAAIs/aOZmpWpinqo/s1600-h/Sonny+Rollins+This+is+What+I+do.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5083155373830220322" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Ror-4XtEqiI/AAAAAAAAAIs/aOZmpWpinqo/s200/Sonny+Rollins+This+is+What+I+do.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Ror-lXtEqhI/AAAAAAAAAIk/vasePGqcLxk/s1600-h/Sonny+Please.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5083155047412705810" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Ror-lXtEqhI/AAAAAAAAAIk/vasePGqcLxk/s200/Sonny+Please.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No dia 18 de setembro, &lt;strong&gt;Sonny Rollins&lt;/strong&gt; gravará um disco ao vivo no Carnegie Hall. Será o aniversário de 50 anos de sua primeira aparição no famoso palco novaiorquino. Rollins, apelidado de Saxophone Colossus por causa dos 2 metros de altura e, por conseqüência, do esplêndido LP “homônimo” de 1956, terá, então, 77 anos.&lt;br /&gt;77 anos!&lt;br /&gt;Pianistas velhinhos na ativa são até freqüentes, mas saxofonistas! E não qualquer tipo de soprador. O som de Rollins é associado com robustez, agressividade, cascata de notas graves hipnotizando platéia e demais músicos que tiveram e têm o privilégio (e a pressão!) de tocar com ele.&lt;br /&gt;Aos 70, 71, 76 anos, Rollins não é mais, naturalmente, o mesmo monstro impressionante dos anos 50, 60 e 70. É apenas o monstro impressionante.&lt;br /&gt;Há tempo que venho ensaiando falar desses últimos discos maravilhosos de Rollins. Esperava um gancho, como esse concerto aí, em setembro, quando normalmente coisas esplêndidas acontecem.&lt;br /&gt;Volte a essa palavra, “hipnotizante”. Não sei se tem a ver com você, mas é certo que vibra em mim. Nós desligamos, concentrados nas tarefas mundanas, enquanto o calipso &lt;em&gt;Salvador&lt;/em&gt; preenche a sala, o carro, o escritório. Você precisa trabalhar e até se concentra, mas aquele ronco contínuo entra por suas orelhas – não é pelos ouvidos, não mesmo, é através da pele e a orelha vira uma antena que tem a propriedade de despertar seu cérebro – chamando sua atenção até que nada mais reste além do fôlego de Sonny Rollins.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Salvador&lt;/em&gt; é a primeira música de &lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;This is What I Do&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, de 2000, quando ainda quase podíamos chamar o Colosso de “sexagenário” como um adjetivo de espanto. O disco todo é uma delícia e essa qualidade me faz indicar o álbum como um dos melhores de toda a longa e festejada carreira de Rollins. Não é pouco, pois o melhor de Rollins frequentemente faz parte do melhor do jazz.&lt;br /&gt;Veja que um adjetivo como “delícia” expõe uma poética. Não sou nem um pouco amigo da afetação – tanto que é difícil aceitar Toots Thieleman ou Bob McFerrin com seus tremeliques de “beleza” – mas entre a inclinação intelectual e a emocional, ainda fico com a segunda. Muita gente torceria o nariz para um lugar tão alto no pódio para &lt;strong&gt;This Is What I Do&lt;/strong&gt;, pois não se enxerga nele um claro manifesto “conceitual”, como vimos no &lt;span style="color:#cc9933;"&gt;&lt;strong&gt;Saxophone Colossus&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; ou em &lt;span style="color:#66cccc;"&gt;&lt;strong&gt;Freedom Suíte&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Mas convenhamos que, aos 70, Sonny tornou-se resultado da própria música, produzindo uma espécie de meta-discurso preciso e audacioso. Se Colossus impõe uma nova forma de mudança nos acordes com &lt;em&gt;Moritat&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Blue Seven&lt;/em&gt;, por exemplo, &lt;strong&gt;This Is What I Do&lt;/strong&gt; é o ápice da maturidade, da mistura do som e da vida extraodinária de seu compositor.&lt;br /&gt;Nos anos 60, depois de ter abandonado os shows e as gravações por dois anos para tocar durante as madrugadas em uma ponte em Manhattan, Sonny voltou a aceitar o estúdio porque precisava de dinheiro para arrumar os dentes (e gravou o excelente &lt;span style="color:#330099;"&gt;&lt;strong&gt;The Bridge&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, com Jim Hall, que inclui a &lt;em&gt;God Bless the Child&lt;/em&gt; definitiva).&lt;br /&gt;Nos 70, consolidou sua independência da mídia (e do mundo, para dizer a verdade). Max Gordon, fundador do clube Village Vanguard, diz que viu Sonny abandonar um solo no meio da apresentação e ir embora, pela porta da frente, porque se arrependera de contratar determinado trompetista. De receber para tocar e não aparecer e, para compensar, tocar por cinco horas seguidas e nunca voltar para pegar o cachê.&lt;br /&gt;Daí o lastro histórico o acompanha: em setembro de 2001, quatro dias depois do aniversário de 71 anos, ouviu um estrondo e assistiu da janela de seu apartamento o colapso do World Trade Center e, ainda assim, viajou para o show que se tornou um disco esplêndido (&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;Without a Song: the 09/11 Concert&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;No ano passado, um novo disco com a base dos últimos dois: o sobrinho Clifford Anderson continua com solos irrepreensíveis no trombone, o pianista Stephen Scott foi substituído pelo guitarrista Bobby Brom, Bob Cranshaw mantém-se como fiel escudeiro no baixo elétrico e Joe Corselo faz o papel que cabia ao baterista Perry Wilson ou a Jack DeJohnette.&lt;br /&gt;A música de &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Sonny, Please&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; é sublime, também representada num calipso, desta vez mais soflty, que é &lt;em&gt;Park Palace Parade&lt;/em&gt;. Uma obra que estréia a própria gravadora do plenamente septuagenário, quase octagenário Sonny Rollins.&lt;br /&gt;Meu sortudo amigo Maycon Henneberg estará em férias, na Maçã, justamente durante a semana do Carnegie Hall. Se conseguir entrar no concerto, viverá um setembro intenso como aquele de 2001, que Rollins viu assustado pela janela. Mas o som colossal será, dessa vez, de beleza indiscutível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus favoritos do Sonny:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Saxofone Colossus&lt;/span&gt; (Original Jazz Classics, 1956)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Tour de Force&lt;/span&gt; (Prestige, 1956)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;A Night at the Village Vanguard&lt;/span&gt; (Blue Note, 1957)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;Newk’s Time&lt;/span&gt; (Blue Note, 1957)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;The Bridge&lt;/span&gt; (RCA, 1962)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;Alfie&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (1966)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;East Broadway Rundown&lt;/span&gt; (Impulse, 1966)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#9999ff;"&gt;Global Warming&lt;/span&gt; (Milestone, 1998)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;This is What I Do&lt;/span&gt; (Milestone, 2000)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#996633;"&gt;Without a Song&lt;/span&gt; (Milestone, 2001 – mas lançado só em 2005)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Sonny, Please&lt;/span&gt; (Doxy, 2006).&lt;br /&gt;E, claro, as gravações com o quinteto de &lt;strong&gt;Clifford Brown-Max Roach&lt;/strong&gt;, para muitos o melhor grupo de jazz de todos os tempos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-4982382727040675769?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/4982382727040675769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=4982382727040675769&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/4982382727040675769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/4982382727040675769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/07/sonny-rollins-aos-77.html' title='SONNY ROLLINS AOS 77!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Ror-_ntEqjI/AAAAAAAAAI0/DzottFDe2MI/s72-c/Sonny+Global+Warming.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-6590644498181209490</id><published>2007-06-17T15:29:00.001-03:00</published><updated>2007-06-18T15:30:38.436-03:00</updated><title type='text'>CORUJANDO O BLOOMSDAY!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RnWGF8vvG9I/AAAAAAAAAIE/dyMuEdg0VUI/s1600-h/Neto+e+Marciel+na+Caverna+2b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077111591693917138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RnWGF8vvG9I/AAAAAAAAAIE/dyMuEdg0VUI/s400/Neto+e+Marciel+na+Caverna+2b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O sábado 16, dia que Joyce escolheu para Leopold Bloom, é aniversário de meu pai e, nesse 2007, data em que o curso de Jornalismo da Unibrasil viveu intensamente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um outro Leopoldo, acompanhado de seu ex-pupilo e agora colega Marciel, realizou uma linda grafitagem na parede de entrada da Caverna do Plantão (grande trocadilho, não é? Mas não posso roubar. É do professor Clèmerson Clève, presidente da instituição). Ficamos das 9 da manhã às 7 da noite na labuta (na verdade, eu só fiquei olhando e comendo) para dar esse acabamento urbano, rebelde, para a sala que servirá de QG aos jornais-laboratório e ao site que está na agenda do Emerson Saraiva. Mal posso esperar para ver a cara das pessoas quando chegarem para a aula, amanhã, e enfrentarem tinta colorida espalhada até pelo teto. E com um marcante "JORNALISMO" encimando a porta!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;Leopoldo Vetorello Neto&lt;/span&gt;, 23 anos, grafita desde os 13 anos. Parece convicto de que, em Curitiba, é um dos pioneiros do &lt;em&gt;spray canart&lt;/em&gt;, o estilo que no Brasil só chegou em 1997. É dono de um físico miúdo e desenvolto e se veste com blusão e boné, mas está longe do estereótipo de skatista. Passou a tarde ouvindo Chico Buarque, entre outros ecletismos, e não titubeou quando perguntei qual livro gostaria de ganhar como sinal de agradecimento: "Eu adoro o Renascimento". Será difícil achar um que Neto não possua: é estudioso e apaixonado por arte desde a infância no colo do avô-pintor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O seu parceiro, o &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Marciel Conrado da Silva&lt;/span&gt;, 18 anos, começou no spray há dois anos, quando frequentou uma oficina de Neto no colégio Rosilda, em uma das zonas mais pobres de Piraquara. Marciel se tornou amigo do próprio professor e, por coincidência, conseguiu bolsa parcial para estudar na mesma faculdade, Design na Unibrasil. Ontem eles transformaram um parede branca e "careta" num ato de intervenção urbana. Fico imaginando: isso seria possível em outro ambiente de ensino superior privado? Há dois ou três anos eu levei alguns alunos a empacotar, à moda do Christo, parte de um prédio em outra instituição. Foi lindo. Mas a aventura durou uns dois dias, pois o vestibular estava perto e o ar de "bagunça" parecia não combinar com o marketing.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Felizmente, hoje nós podemos experimentar mais, deixar a criatividade dos alunos fluir e até mesmo "sujar" a ordem com aquilo que a arte faz melhor: provocar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RnV-F8vvG8I/AAAAAAAAAH8/JlKiXRT4ApE/s1600-h/Oficina+de+voz+1bb.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077102795600894914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RnV-F8vvG8I/AAAAAAAAAH8/JlKiXRT4ApE/s320/Oficina+de+voz+1bb.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Ainda pela manhã, o Alex Wolf completou a oficina de voz, majoritariamente frequentada pelo pessoal do &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Paisagens de Ouvir&lt;/span&gt; e do &lt;span style="color:#cc6600;"&gt;Grutun!&lt;/span&gt;. Aí vemos os grupos preparando a leitura de alguns contos. O diretor ficou pasmo com o desempenho de todos, mas especialmente do Cleverson Bravo, Fábio Mandrick e Douglas Santucci (os meninos de verde, preto e azul), os três do Paisagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RnV958vvG7I/AAAAAAAAAH0/D6wXAY9ScU0/s1600-h/Fora+do+comum+14b!.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077102589442464690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RnV958vvG7I/AAAAAAAAAH0/D6wXAY9ScU0/s320/Fora+do+comum+14b!.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Como parte de um ensaio que chamamos de &lt;em&gt;Marketing de Deslumbramento&lt;/em&gt;, a belíssima Priscilla Cesar invade o ensaio do &lt;span style="color:#6600cc;"&gt;O Santo e a Porca&lt;/span&gt;, já na tarde do Bloomsday. A Sheila Fuinha, de calça vermelha, percebeu nossa entrada e disse: "eu já não me espanto. A cada minuto acontece uma coisa estranha por aqui".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enquanto isso, o Oswaldo Eustáquio Júnior, do quarto período, liderava uma caravana para a aldeia indígena de Piraquara. A turma do sexto período noturno foi designada para cobrir, de todos os ângulos, a entrega dos agasalhos para os aborígenes, frutos da campanha organizada pelos cursos de Letras e Pedagogia. No final da tarde, o Guto, aluno que integrou a empreitada, ligou no meu celular. Aparentemente o resto do grupo fugiu com a indiarada e o deixou sozinho na floresta. Até agora não sei se ele achou a saída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RnV9qMvvG6I/AAAAAAAAAHs/X8oCoNG3GEQ/s1600-h/Suassuna+e+a+Pedra+do+Grutun!.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5077102318859525026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RnV9qMvvG6I/AAAAAAAAAHs/X8oCoNG3GEQ/s400/Suassuna+e+a+Pedra+do+Grutun!.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; E, para terminar, essa deliciosa imagem do &lt;span style="color:#cc6600;"&gt;Ariano Suassuna&lt;/span&gt;, o velhinho ali no meio, declamando seus poemas em uníssono com o &lt;span style="color:#666600;"&gt;Grutun!&lt;/span&gt; Foi a estréia inter-galáctica do melhor grupo de teatro universitário de todos os tempos no bloco 1 da Unibrasil (uma ambiguidade que serve como arruda contra moléstia, fel e crime). Aconteceu na segunda passada, mas eu ainda não havia postado nada a respeito. O Alex Wolf tem derramado lágrimas emocionadas, tantas que percebo um certo emagrecimento. Espero que ele não leia isso aqui, pois mancharia minha reputação de tirano, mas é uma alegria contar com um professor/diretor tão dedicado e competente. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;*&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na próxima terça gravamos o &lt;span style="color:#333399;"&gt;Holofote&lt;/span&gt; com um astrônomo. O cenário novo deve estar pronto, já que o sábado foi de trabalho para o Rogério e a Mery. Eles aprontavam a enorme cortina preta que vai permitir plongèes, travellings e outros picuás para o programa de TV.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;*&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Também na semana, o Sindicato dos Jornalistas distribui o jornal laboratório &lt;span style="color:#993399;"&gt;Capital da Notícia Infância&lt;/span&gt;, capitaneado pelo professor Rafael Schnoeherr e produzido em um final de semana pelos alunos do quinto período.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-6590644498181209490?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/6590644498181209490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=6590644498181209490&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6590644498181209490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6590644498181209490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/06/corujando-o-bloomday.html' title='CORUJANDO O BLOOMSDAY!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RnWGF8vvG9I/AAAAAAAAAIE/dyMuEdg0VUI/s72-c/Neto+e+Marciel+na+Caverna+2b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-8115260408341770261</id><published>2007-06-12T19:03:00.000-03:00</published><updated>2007-06-15T00:05:43.512-03:00</updated><title type='text'>A CLASSE OPERÁRIA FOGE DO PARAÍSO!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RnFhacvvG3I/AAAAAAAAAHQ/Q9EWY10xVZQ/s1600-h/Peter+Falk.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075945362044164978" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RnFhacvvG3I/AAAAAAAAAHQ/Q9EWY10xVZQ/s400/Peter+Falk.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Houve uma época em que &lt;em&gt;Os Sopranos&lt;/em&gt; era a série imbatível da TV. Não são poucos os críticos que escolhem os descaminhos de Tony como “o maior acontecimento da cultura popular norte-americana”.&lt;br /&gt;Eu acolhia a bandeira com entusiasmo. Tinha até meu copo estilizado, que virou um milhão de cacos num acidente que nada teve a ver com a máfia.&lt;br /&gt;Mas a admiração pela criação de David Chase só se manteve solitária até eu descobrir, tardiamente, o brilho da mais deliciosa série em que já coloquei os sentidos: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Columbo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, interpretado pelo impressionante &lt;strong&gt;Peter Falk&lt;/strong&gt; por oito temporadas durante os anos 70.&lt;br /&gt;Columbo poderia servir, sozinho, de manual para a construção de personagens em séries policiais. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Graças aos roteiros surpreendentemente regulares dos episódios, temos contato apenas com o necessário para que as histórias funcionem: nunca soubemos seu prenome, nunca vimos sua esposa, não visitamos sua casa, pouquíssimas vezes o encontramos com figurino diferente da capa de chuva surrada ou a bordo de outro carro que não um Peugeot esculhambado... nem seu cachorro tem nome!&lt;br /&gt;A economia de recursos não se resume à personalidade discreta de Columbo – que, aliás, jamais empunhou um revólver. De fato, ele só aparece quinze, vinte ou trinta minutos depois que testemunhamos um homicídio, o acobertamento do crime e a tranqüilidade dos criminosos – em tramas que variam de 70 a 90 minutos. É sempre assim: ao contrário do que ocorre na grande maioria das histórias policiais, não somos convidados a tentar adivinhar “quem fez” (&lt;em&gt;whodunit&lt;/em&gt;, conforme Hitchcock), mas a acompanhar o raciocínio brilhante de Columbo, tirando pistas do exíguo, até o inevitável desmascaramento do assassino.&lt;br /&gt;A porção “sensível” dos freqüentadores da arte em movimento veria aí uma premissa “pobre”. Até meu amigo e ex-aluno Dary Júnior, cantador do Terminal Guadalupe, já vai chutando todo e qualquer entretenimento televisivo como “enlatado norte-americano”.&lt;br /&gt;Mas, calma aí, Júnior!&lt;br /&gt;É justamente esse minimalismo que faz a fortuna de Columbo.&lt;br /&gt;Não temos muito sobre o personagem, mas, milagrosamente, especulamos o tempo todo sobre suas motivações, sobre seu sentido de ética, sobre o papel do repressor e, veja só, até sobre a idéia de beleza! O que não se diz ou se mostra em Columbo é o espaço que usamos para nos divertir – e, melhor do que isso, não há o menor indício de que essa “profundidade” é proposital.&lt;br /&gt;Tecnicamente, há outra qualidade inegável: como é difícil escrever roteiros que soem novos, inesperados e envolventes obedecendo rigorosamente a uma estrutura tão rígida! – o que me lembra a justificativa do pianista Bill Evans para ter resumido sua incursão no free jazz a uma única experiência: “me sinto mais estimulado a procurar combinações inéditas em formatos aparentemente esgotados”.&lt;br /&gt;Bom, tudo isso para dizer outra coisa.&lt;br /&gt;Recentemente propus a uma turma de Jornalismo, na Unibrasil, que um dos nossos dois jornais laboratórios se transformasse em veículo temático. O primeiro jornal passa a circular semanalmente a partir de agosto. O outro, mensal, precisa ocupar um espaço que não é do mero treinamento.&lt;br /&gt;Sugeri que, em todo o segundo semestre, o &lt;em&gt;Capital da Notícia&lt;/em&gt; se torne especialista em Infância. Mais do que isso, que trate da exploração infantil. Imaginando que era uma grande idéia, já articulei parcerias com a Ciranda (ong voltada aos direitos da criança e adolescente) e com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná, ambos interessados em fornecer suporte e distribuir o veículo.&lt;br /&gt;Qualquer um que esteja atento à mídia percebe que a maioria dos prêmios para a imprensa, hoje, passa pela cobertura dos problemas da infância. Não é preciso ir muito longe para constatar. O repórter da Gazeta &lt;strong&gt;Mauri König&lt;/strong&gt;, que no dia 11 de junho conversou com nossos alunos lá na Unibrasil, construiu toda a sua reputação com reportagens sobre o assunto.&lt;br /&gt;Isso sem falar que a Infância é, de fato, um dos grandes temas dos últimos trinta anos, preocupação que só aumenta na mídia responsável.&lt;br /&gt;Então eu procurei a turma que, no próximo período, vai tocar o projeto. Conto, entusiasmado, sobre a idéia. Alguns parecem empolgados. Uma aluna pós-adolescente, no entanto, concentrada no seu laptop, interrompe a minha fala para dar o diagnóstico: “esse assunto dá, no máximo, uma página”. Em seguida, um ou outro concorda com a colega e todos sucumbem àquele sorriso inseguro de quem quer parecer satisfeito com a própria astúcia.&lt;br /&gt;Claro, todo mundo se engana, emite opiniões das quais irá se arrepender, muda de idéia com o tempo, percebe que foi apressado nesse ou naquele momento... tudo perfeitamente normal.&lt;br /&gt;Digna de olhar cuidadoso é a freqüência com que o senso comum é tomado como indiscutível. Criou-se, em parte do ensino superior, nos últimos anos, uma postura supostamente democrática de “valorização da opinião”. Alguma leitura de orelha do Paulo Freire, meia dúzia de linhas politicamente corretas e, &lt;em&gt;voilá&lt;/em&gt;, muitos professores compreenderam que estávamos libertos da opressão intelectual. O estudioso, aliás, tornou-se o vilão da história. Quer um estereótipo de monstro? Alguém que ouve música, conhece literatura e constrói opiniões que desafiam o conforto moral da classe trabalhadora.&lt;br /&gt;No curso de Jornalismo isso parece especialmente comum: não vamos brigar com o estudante por causa de sua opinião! Pelo contrário, vamos valorizá-la para que estimulemos os outros a participar do “debate”. Parece que a estratégia fugiu do controle ou, pior, chegou ao ideal para a também baixa qualificação de muitos professores: qualquer bobagem é tratada como “direito” do estudante universitário. Tanto que a frase mais indignada de corredor é “essa é a minha opinião!”&lt;br /&gt;Outro fator interessante contribui para o quadro: o perfil “operário” dos universitários. Desanimado com a tarefa de mostrar o papel da crítica e da consolidação intelectual para a formação dos jornalistas – ou fruto do mesmo contexto social dos alunos –, o professor deixa correr a idéia paleolítica de que o profissional de Comunicação é um “tarefeiro” e que o papel da educação superior é treinar bem os clientes para que respondam ao mercado do jeito que ele se apresenta.&lt;br /&gt;Paradoxalmente, o discurso público desses mesmos influentes professores é quase o de uma agenda escolar cheia de máximas humanistas, palavras de ordem e convocação a todo tipo de assembleismo. O que sugere um grave problema de auto-reconhecimento como cidadão produtivo na sociedade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em geral, louva-se a beleza do Jornalismo, sua importância e defeitos a serem superados. Mais recentemente, parte da docência se encantou com a mais do que contestável hipótese de que o jornalismo constitui uma ciência em particular, dona de pressupostos metodológicos próprios e status semelhante ao das Ciências Sociais. Poucos lugares do mundo se embrenham na idéia, hoje ainda articulada por alguns pensadores portugueses e a turma de Santa Catarina, herdeira da sedutora sombra do falecido Adelmo Genro Filho.&lt;br /&gt;A esquizofrenia parece ter um sentido: historicamente incapaz de absorver a cultura humanística – que sempre caracterizou o bom jornalismo –, o operariado resolveu criar um campo “intelectual” do qual tem domínio absoluto e monopolizado: o obscuro mundo da Teoria do Jornalismo. Não conseguimos competir com os filósofos, então matemos Sartre, Habermas, Arendt e elejamos Nelson Traquina como o novo pensador dessa geração. Aliás, dessa geração nessa profissão. Aliás, dessa geração nessa profissão com essas condições sócio-econômicas e suas precariedades.&lt;br /&gt;Auto-entitulados representantes legítimos do marxismo, os jornalistas-operários, trêmulos no complexo de inferioridade, negam o papel do homem como sujeito da história. Deixamos, num misto de Althusser e leitura apressada de Freire, que o mundo material imediato determine nossas estratégias.&lt;br /&gt;Como herança em vida, a auto-piedade também se torna norma. A mesma garota certa de que o tema da Infância não rende mais de uma página, raciocínio fruto dos 20 segundos de profunda reflexão, se sente segura para reclamar do pouco tempo que os estudantes têm para cumprir os projetos do curso. “Aqui todo mundo trabalha!”&lt;br /&gt;Novo paradoxo: legitimamente preocupada com a aplicação prática do seu curso na própria sobrevivência, a classe operária quer ver o custo-benefício. Então, muito mais do que acontece em instituições totalmente dominadas pela classe alta, a frase típica das reclamações é: “eu estou pagando minha mensalidade e tenho direito”. O tão contestado Adorno sorriria – então o proletariado sucumbiu à lógica capitalista! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O diagnóstico não é difícil de ser traçado. Falta arte.&lt;br /&gt;Falta tanto que a própria existência do ambiente artístico provoca urticárias. Alguns anônimos e outros mais orgulhosos de suas impressionantes reflexões têm abominado, nos blogs diversos, a ligação do curso de Jornalismo com teatro e outras atividades do além-canavial. O ambiente da arte é sentido como nocivo, capaz de desafiar o confortável senso comum, o reino do medíocre.&lt;br /&gt;Sofista, o fantasma acredita que, por isso, ninguém mais aprende jornalismo nesse ambiente – quando evidentemente o que ocorre é o contrário. Mesmo que a preocupação fosse meramente formar indivíduos capazes de “arrumar um emprego”, o contato com a cultura humanística só beneficia os estudantes. Olhe as provas dos programas de trainèes mais disputados do país: Folha, Estadão e Editora Abril. A absoluta maioria das questões está relacionada com arte e literatura.&lt;br /&gt;O medo, na verdade, é descobrir que a garrafa de água encima do contador não diminui a conta de luz.&lt;br /&gt;Obviamente, não formamos artistas nem temos a pretensão de medir o quanto tornamos nossa platéia crítica. Formamos pessoas que usam o antiquado cérebro para informar os outros sobre o mundo. Informar com a difícil missão de ser novo, envolvente, eficaz, responsável mesmo nas estruturas mais antiquadas e inflexíveis.&lt;br /&gt;Como o tenente Columbo, típico representante da classe operária, pequeno e despretensioso personagem da cultura de massa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-8115260408341770261?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/8115260408341770261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=8115260408341770261&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8115260408341770261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8115260408341770261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/06/classe-operria-foge-do-paraso.html' title='A CLASSE OPERÁRIA FOGE DO PARAÍSO!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RnFhacvvG3I/AAAAAAAAAHQ/Q9EWY10xVZQ/s72-c/Peter+Falk.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-952873691741878708</id><published>2007-06-04T11:29:00.000-03:00</published><updated>2007-06-04T11:51:40.881-03:00</updated><title type='text'>HOJE TEM POEMAS DE ARIANO PARA ARIANO!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RmQl0iqXJmI/AAAAAAAAAHI/hjvbuquX2HI/s1600-h/equipe+holofote+completa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072220664913929826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RmQl0iqXJmI/AAAAAAAAAHI/hjvbuquX2HI/s400/equipe+holofote+completa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Hoje é a estréia intergalática do &lt;strong&gt;Grutun!&lt;/strong&gt; - o grupo de teatro da Unibrasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ainda não é o "Santo e a Porca", que terá temporada no Mini-Guaíra ainda em junho, mas uma seleção de poemas declamada e cantada especialmente para o autor, o Ariano Suassuna, que fecha hoje, às 19 horas, a Semana de Letras da instituição.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Preciso dizer que estou muito feliz com o trabalho do diretor, o Alex Wolf, que deu ares de compromisso profissional para um grupo de alunos que, em sua maioria, sequer havia pensado em pisar no palco.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas estou encantado especialmente com os próprios integrantes, oriundos de diversos cursos, além do Jornalismo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sabem que estão lá para fazer história.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;ddd&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Amanhã tem a lenda do rock paranaense, Ivo Rodrigues, no &lt;strong&gt;Holofote&lt;/strong&gt;, nosso projeto interdisciplinar de telejornalismo. O programa vai ao ar quarta feira, às 20h30, na TV Comunitária.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A agressiva levada cinematográfica do programa está fluindo cada vez melhor: o cenário barroco, com a iluminação difusa, o &lt;em&gt;repoussoir&lt;/em&gt; e o fundo mergulhado na escuridão, se alia agora a reportagens lotadas de movimentos de câmera cinematográficos. Há alunos do primeiro ao sétimo período praticando jornalismo na rua, como profissionais, mas pensando o tempo todo na estética e conteúdo do projeto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Isso é caminhar para a formação ideal do jornalista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um dos grandes méritos do programa tem sido, a exemplo de inspiradores como o "Inside the Actor's Studio", o esmerado processo de pré-produção. Uma equipe visita, entrevista, desmonta a vida do entrevistado antes de ele chegar ao estúdio. Nossos primeiros convidados, o artista Cláudio Seto e a vendedora Terezinha, a "Borboleta 13", se revelaram verdadeiros personagens épicos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quer escrever para o programa, sugerindo pautas ou pedindo cópia dos atrasados? &lt;a href="mailto:holofote@unibrasil.com.br"&gt;holofote@unibrasil.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na foto aí de cima, da Luana Krasa, você vê Seto com a equipe do Holofote.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;###&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Meus alunos do quinto período estão produzindo, em tempo muito estreito, um jornal laboratório especial sobre criança: o &lt;strong&gt;Capital Infância&lt;/strong&gt;. Vamos dar nossa contribuição ao dia nacional do combate à exploração do trabalho infantil, o próximo 12 de junho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Enquanto isso, o impressionante Emerson Saraiva, meu aluno de Redação em Revista, se esmera no projeto de um revolucionário jornal digital.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-952873691741878708?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/952873691741878708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=952873691741878708&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/952873691741878708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/952873691741878708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/06/hoje-tem-poemas-de-ariano-para-ariano.html' title='HOJE TEM POEMAS DE ARIANO PARA ARIANO!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RmQl0iqXJmI/AAAAAAAAAHI/hjvbuquX2HI/s72-c/equipe+holofote+completa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-6260758502663463754</id><published>2007-05-01T23:13:00.000-03:00</published><updated>2007-05-03T00:09:59.962-03:00</updated><title type='text'>DHAL TARKARI AO MODO VATA-PITTA!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RjgF3Lk7q7I/AAAAAAAAAGw/EtBexL_LSE0/s1600-h/victor+na+Ã&amp;shy;ndia+3+b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5059800626909391794" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RjgF3Lk7q7I/AAAAAAAAAGw/EtBexL_LSE0/s400/victor+na+%C3%ADndia+3+b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Degustei a deliciosa comida indiana pela primeira vez no início do feriado. Olhe aí para mim, sorvendo um suco de kiwi como arremate de um kati mithi sabji.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não é a comida mais exótica do mundo, claro, mas é bem diferente. Basicamente mistura doce e salgado, incluindo aí sabores picantes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O meu programa de culinária favorito é o &lt;em&gt;Anthony Bourdin Sem Reservas&lt;/em&gt;, que passa no Travel and Living.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esses dias ele comeu olho (cru!) de foca. Não vi um dos programas anteriores, que ficou famoso porque o chef saboreou um coração palpitante de naja.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ainda não cheguei lá por motivos óbvios. Curitiba tem uma variedade razoável de restaurantes, mas não muitos com focas esfoladas e cobras venenosas fresquinhas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em parte por causa do sabor, em parte por causa dos adoráveis nomes exóticos, a comida indiana certamente passará a fazer parte da minha dieta. Nessa semana ainda, &lt;em&gt;Victor Folquening Sem Reservas&lt;/em&gt; vai experimentar o misterioso param gati ka soup.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Índia&lt;/strong&gt; é, além de tudo, uma famosa composição de John Coltrane. Tem a ver com o período que aquele maravilhoso músico incorporou radicalmente a lógica oriental. As diversas versões dessa música para as gravações no Village Vanguard, nos anos 60, estão na lista das grandes obras-primas do jazz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O aspecto místico, cósmico, sensual, picante, doce e salgado da cultura indiana tem sido inspiração constante entre jazzistas. Um deles vem transformando essa exploração cultural em um de seus traços mais originais - especialmente porque o jazz só existe na promiscuidade, mesmo. Tão promíscuo que me torna fraco, capaz de sucumbir diante da tal ditadura da novidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rjf6i7k7q6I/AAAAAAAAAGo/_T_TkwSvOSo/s1600-h/Kurt+Elling+pela+Concord.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5059788184389135266" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rjf6i7k7q6I/AAAAAAAAAGo/_T_TkwSvOSo/s320/Kurt+Elling+pela+Concord.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Música é a menos datada das artes.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu, pelo menos, me sinto assim, e acho que boa parte dos amantes da lira parece ter gosto igual. Tanto faz se a ópera &lt;em&gt;Coroamento de Poppea&lt;/em&gt; foi escrita no século 14 ou no 21. O prazer de ouvir Monteverdi pode ser assim ou assado dependendo do contexto, do conhecimento da mecânica musical, da época em que foi encenado da primeira vez ou simplesmente se você não sabe nada sobre a composição.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por isso, nunca me importei muito com a "novidade" no mercado. Para muita gente, ouvir as gravações do &lt;em&gt;Hot Five&lt;/em&gt; no carro seria um caminho para a melancolia ou coisa pior. Se não toca no rádio ou se as revistas de música pop não apontam como "lançamento", trata-se, no máximo, de exotismo. Nunca prazer. Não é preciso dizer que esse comportamento é, para ficar barato, insensível.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas devo confessar que esperei ansiosamente por um lançamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tenho uma desculpa: já decorei os outros seis discos desse cantor esplêndido. Tenho, agora, a oportunidade de viver seu amadurecimento. Ver como lidou com os ecos indianos, o gosto levemente latino, a afetação romântica e o cinismo beatnick.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E não fiquei decepcionado com esse sutil pós-modernista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Lançada agorinha, na segunda semana de abril, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;Nightmoves&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (Concord Records) é um dos melhores discos de &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Kurt Elling&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Os maneirismos sob controle, a voz aveludada e poderosa, os scats precisos, o repertório inusitado - inclusive por uma nova versão, até na letra!, de &lt;em&gt;Body and Soul&lt;/em&gt; -, empurram o sétimo disco do cantor para o lado de obras-primas como &lt;strong&gt;This Time it's Love&lt;/strong&gt; (1998), &lt;strong&gt;Man in the Air&lt;/strong&gt; (2003) e &lt;strong&gt;Live in Chicago&lt;/strong&gt; (2000), todos da Blue Note.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Veja: &lt;em&gt;I like the sunrise&lt;/em&gt;, uma pérola raramente executada de Ellington (que faria aniversário anteontem), uma ousada versão de &lt;em&gt;Tight&lt;/em&gt;, que conquistou um grammy com a maravilhosa Betty Carter em 1979, a belíssima &lt;em&gt;Where are you, my love&lt;/em&gt;, e, entre outras, a minha favorita: &lt;em&gt;Change partners/if you never come to me&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu realmente implico com uma insistência de Elling com a música brasileira. &lt;em&gt;Luiza&lt;/em&gt; não parece permitir interpretações frescas ou interessantes além daquelas consagradas pelos próprios bossanovistas. Há poucas coisas mais chatas do que gringo cantando em português com aquele sotacão empolado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas aí você ouve Elling, o pianista Laurence Hobgood, o guitarrista Guilherme Monteiro, Christian McBride e seu pizzicatto "cheio" no baixo, e tudo passa. Na terceira ou quarta vez que gira o disco, ecos de vozes indianas apimentam seu ouvido - Elling vata-pitta!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu eu espero devorar uma samosa com meu ramanuja chaval enquanto ouço "you are dancing with him since the music begin..."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:webdings;font-size:78%;"&gt;XXXXXX&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;* Ah, a primeira foto é da &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Priscilla Cesar&lt;/span&gt;, no restaurante indiano que fica na Paula Gomes. A foto do Kurt Elling é do &lt;span style="font-size:85%;"&gt;sr. Divulgação&lt;/span&gt;, um cara que está em todas, inclusive no site do cantor.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-6260758502663463754?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/6260758502663463754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=6260758502663463754&amp;isPopup=true' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6260758502663463754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6260758502663463754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/05/dhal-tarkari-ao-modo-vata-pitta.html' title='DHAL TARKARI AO MODO VATA-PITTA!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RjgF3Lk7q7I/AAAAAAAAAGw/EtBexL_LSE0/s72-c/victor+na+%C3%ADndia+3+b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-8601839584603280611</id><published>2007-04-20T14:26:00.000-03:00</published><updated>2007-05-18T14:35:52.108-03:00</updated><title type='text'>LONGO E TENEBROSO VERÃO!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rij9ANE-IuI/AAAAAAAAAGY/T785zcklSRk/s1600-h/Paisagens+de+Ouvir+juri.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5055568761675719394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rij9ANE-IuI/AAAAAAAAAGY/T785zcklSRk/s400/Paisagens+de+Ouvir+juri.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não houve nada de tenebroso no verão, mas, como vocês sabem, a arte do trocadilho modifica a mensagem em favor do efeito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quero dizer, no entanto, que sinto muito pela longa ausência e prometo, agora, voltar à velha regularidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Meu clichê favorito é: "desculpa, não respondi porque estou mergulhado no trabalho".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mantenho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pelo menos ele rende notícias interessantes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Veja essa: o Grutun! - o Grupo de Teatro Unibrasil - que eu briguei tanto para montar, se consolidou exatamente do jeito que eu imaginava. Ainda temos um caminho longo, mas os resultados estão deixando os participantes arreganhados (sem piadas sobre os bastidores do teatro, por favor).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Trouxe o Alex Wolf, diretor, cantor lírico e preparador vocal, para conduzir meu rebanho até "O Santo e a Porca", do Ariano Suassuna. Por que essa temática nordestina, Victor? Porque, entre outras coisas, teremos a oportunidade de mostrar o trabalho para o próprio autor, no Bloomsday. É, o Suassuna faz aniversário no dia dedicado ao personagem mais célebre de James Joyce e passará o festejo em Curitiba. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma de minhas alunas e destacada participante do Grutun!, a Sheila Gorsky, confessou num suspiro: "Me sinto como se estivesse começando a ir para escola agora, pela primeira vez". O mais surpreendente é que ela acha isso positivo!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Montamos uma Cesta Cultural que também deu ótimos resultados até agora. Muitos de meus alunos leram e releram "Dois Irmãos", de Milton Hatoum e o primeiro período inteiro virou especialista em "Hiroshima", de John Hersey.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A última tacada de felicidade foi a seleção final para o projeto &lt;strong&gt;Paisagens de Ouvir&lt;/strong&gt;. Mais de 120 estudantes da Escola de Comunicação se inscreveram para disputar as dez vagas disponíveis. Minha idéia foi criar &lt;em&gt;audiobooks&lt;/em&gt; de literatura brasileira contemporânea e grandes reportagens para consumo de deficientes visuais. A segunda e última fase da seleção foi quinta-feira, no estúdio de rádio da Unibrasil. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A foto aí encima mostra a equipe selecionadora. Eu, de amarelo, só olhei nessa etapa. Assim como minha coordenadora adjunta, a Ana Mira - essa única que é mulher. O Alex Wolf é o indivíduo no primeiro plano, com um pedaço do panda da WWF no peito. O rapaz de cinza é Tiago Ortega, coordenador do setor de leitura para cegos da Biblioteca Pública do Paraná. O Fernando, lá no fundo, de boné, é ator. O Henrique, camarada de verde, é o técnico do laboratório. Além deles, recebemos a visita do Paulo Lago, diretor da editora Nossa Cultura, especialista em &lt;em&gt;audiobooks&lt;/em&gt;. O Paulo soube do projeto pela matéria que saiu domingo passado na Gazeta do Povo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A mulher de véu, do lado direito do Alex, não estava na sala quando a foto foi feita.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O nome dos selecionados, que passarão por oficinas de preparo vocal e leitura (com o Alex e Tiago), áudio (com o professor, cantor e compositor Lydio Roberto) e sessões de fonoaudiologia, está na nossa página do curso: &lt;a href="http://jornal.unibrasil.com.br/"&gt;http://jornal.unibrasil.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;****&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A foto aí no topo da página é, sim, da talentosa &lt;strong&gt;Cristiane Dias&lt;/strong&gt;. Sou um monstro - a autoria havia escapado. Peço desculpas, muitas vezes, até porque espero contar com a valiosa contribuição em inúmeras outras ocasiões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-8601839584603280611?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/8601839584603280611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=8601839584603280611&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8601839584603280611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8601839584603280611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/04/longo-e-tenebroso-vero.html' title='LONGO E TENEBROSO VERÃO!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rij9ANE-IuI/AAAAAAAAAGY/T785zcklSRk/s72-c/Paisagens+de+Ouvir+juri.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-3999881043635731676</id><published>2007-03-19T13:53:00.000-03:00</published><updated>2007-03-19T14:11:34.522-03:00</updated><title type='text'>PAPO MÍNIMO!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rf7DuYUr2II/AAAAAAAAAGM/mPBKVQantgQ/s1600-h/Papo+MÃ&amp;shy;nimo+making+off.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5043683834272143490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rf7DuYUr2II/AAAAAAAAAGM/mPBKVQantgQ/s400/Papo+M%C3%ADnimo+making+off.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O programa muito econômico de webtv Papo Mínimo está no ar desde sexta-feira, no site da Unibrasil. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Anote aí: &lt;a href="http://jornal.unibrasil.com.br/"&gt;http://jornal.unibrasil.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esse que vos fala entrevista professores, alunos e outros agregados às nossas atividades pedagógicas e culturais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O compromisso é jamais passar de dois minutos de conversa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O primeiro convidado foi justamente o presidente da Unibrasil, doutor Clemerson Clève. Ele conta em primeiríssima mão sobre o projeto da TV Campus, já em andamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ou seja, meu modesto programazinho já começa com um &lt;em&gt;scoop&lt;/em&gt;!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Preste atenção na trilha: Duke Ellington e os Mill Brothers, numa daquelas deliciosas &lt;em&gt;silly songs&lt;/em&gt;, Diga Diga Doo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E, ouvindo meu sotaque e vendo meus ombros encolhidos de pobre garoto do interior, nada mais apropriado do que uma canção que diga: "&lt;em&gt;I'm very diga diga doo by nature&lt;/em&gt;..."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por outro lado, no sábado de trabalho duro eu ministrei um divertidíssimo curso de oratória para alunos dos mais variados: direito, serviço social, educação física, farmácia, publicidade e jornalismo. Queria contar mais detalhadamente o progresso de alguns participantes muito tímidos, em meras quatro horas, mas pareceria mérito meu - quando na verdade é a manifestação do empenho e talento de quem se dispõe a enfrentar as próprias limitações sem lamúria.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quer dizer: eu não precisei falar para nenhum deles que aquele bloqueio era falta de uma enxada e um quintal para carpir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para completar o sábado, fizemos os primeiros exercícios de voz, gestual e sensibilidade espacial com o grupo de teatro da Unibrasil - que até agora batizei de Grutun e ninguém se ofendeu. Além disso, contei algumas coisas sobre a história do teatro e as primeiras revoluções do século 20, sobretudo dos métodos derivados das experiências de Stanislavski.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O pessoal se empolgou. Até com palmas no final dos exercícios mais difíceis, como aquele de encontrar espaços nos vértices do corpo do outro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Promissor, promissor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;**&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A foto de making off do Papo Mínimo é da jornalista Criselli Montipó, que além de ter um nome ótimo, é assessora de imprensa da Unibrasil.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-3999881043635731676?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/3999881043635731676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=3999881043635731676&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3999881043635731676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3999881043635731676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/03/papo-mnimo.html' title='PAPO MÍNIMO!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Rf7DuYUr2II/AAAAAAAAAGM/mPBKVQantgQ/s72-c/Papo+M%C3%ADnimo+making+off.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-8765868535068129201</id><published>2007-03-15T07:54:00.000-03:00</published><updated>2007-03-15T08:13:35.322-03:00</updated><title type='text'>CURSO DE ORATÓRIA! QUEIMA DE ESTOQUE! SÓ NESSE FINAL DE SEMANA! O GERENTE FICOU LOUCO!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RfkoKUO9I7I/AAAAAAAAAGE/9hCg08aCzAY/s1600-h/Salto+na+piscina.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5042105415513220018" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RfkoKUO9I7I/AAAAAAAAAGE/9hCg08aCzAY/s400/Salto+na+piscina.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No próximo sábado e no da outra semana. Começa às 8 da matina e termina ao meio dia da matina. Lá na Unibrasil, bairro do Tarumã. É aberto à comunidade. Custa míseros 16 reais por cabeça. É tão barato que colocaremos uma placa: "Máximo de 1 unidade por cliente".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tentarei contribuir com a habilidade de expressão dos alunos. A idéia é explorar a "comunicação oral", como me disse a Raphaela, pedagoga que encomendou a empreitada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Usaremos técnicas de teatro e da oratória tradicional, entre outros caraminguás.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não precisa ir com traje apropriado, mas ninguém vai barrá-lo se estiver vestindo o escafandro tradicional normalmente requerido nesse tipo de evento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;No final, todos os oradores serão desafiados a recitar o famoso discurso de Churchill - sobre a resistência dos ingleses ao eminente bombardeio alemão - enquanto tentam mergulhar através de um círculo amarelo na piscina. A vitória será de quem conseguir a proeza de concluir mais ou menos assim: "Tudo o que temos para oferecer é sangue, suor e láglubglubglub..."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-8765868535068129201?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/8765868535068129201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=8765868535068129201&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8765868535068129201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/8765868535068129201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/03/curso-de-oratria-queima-de-estoque-s.html' title='CURSO DE ORATÓRIA! QUEIMA DE ESTOQUE! SÓ NESSE FINAL DE SEMANA! O GERENTE FICOU LOUCO!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RfkoKUO9I7I/AAAAAAAAAGE/9hCg08aCzAY/s72-c/Salto+na+piscina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-1738331232538904173</id><published>2007-03-10T23:11:00.000-03:00</published><updated>2007-03-10T23:36:59.496-03:00</updated><title type='text'>O PRIMEIRO DIA DE TEATRO!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RfNrFkO9I6I/AAAAAAAAAF8/rLPWiQFUTcE/s1600-h/Teatr+Unibrasil+em+10+03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040490151327638434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RfNrFkO9I6I/AAAAAAAAAF8/rLPWiQFUTcE/s400/Teatr+Unibrasil+em+10+03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Hoje, precisamente às quatro horas da tarde, começamos o projeto de teatro na Unibrasil. Eu havia pensado em algo voltado exclusivamente para os cursos de Comunicação, mas entendi que abrir para outros alunos, de outros cursos, poderia dar novas dimensões à proposta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Então, parceiro da professora Ana Tereza Reis - de cócoras, cabelo à Maria Bethânea, blusa laranja e saia indiana -, recebi quase &lt;strong&gt;quarenta&lt;/strong&gt; interessados na formação do grupo - muitos com experiência teatral, musical, de dança e manipulação de bonecos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Melhor que isso, a heterogeneidade ultrapassa a procedência acadêmica. A maioria parece vir mesmo de Jornalismo e Publicidade, mas conhecemos gente de Letras, Serviço Social e até Nutrição. E pessoas brancas, negras, amarelas, índias, jovens e mais maduras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Hoje recebi mensagens de outros tantos que não puderam participar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Muita gente, realmente, mais do que o previsto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um problema delicioso para tratar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-1738331232538904173?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/1738331232538904173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=1738331232538904173&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1738331232538904173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1738331232538904173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/03/o-primeiro-dia-de-teatro.html' title='O PRIMEIRO DIA DE TEATRO!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RfNrFkO9I6I/AAAAAAAAAF8/rLPWiQFUTcE/s72-c/Teatr+Unibrasil+em+10+03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-2445238040692475660</id><published>2007-03-05T13:35:00.000-03:00</published><updated>2007-03-05T14:28:28.868-03:00</updated><title type='text'>ALCAPARRAS!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RexRqLCS3UI/AAAAAAAAAF0/zkwGEluHCUc/s1600-h/SÃ&amp;shy;lvio,+JoÃ£o+Hoffmann+e+DÃ©bora.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5038491868079512898" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RexRqLCS3UI/AAAAAAAAAF0/zkwGEluHCUc/s200/S%C3%ADlvio,+Jo%C3%A3o+Hoffmann+e+D%C3%A9bora.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RexRXLCS3TI/AAAAAAAAAFs/bsNkWXalHKI/s1600-h/Josiane+e+Elisa.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5038491541661998386" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RexRXLCS3TI/AAAAAAAAAFs/bsNkWXalHKI/s200/Josiane+e+Elisa.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RexRPbCS3SI/AAAAAAAAAFk/462RkZN1yDg/s1600-h/Turma+do+Borda.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5038491408518012194" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RexRPbCS3SI/AAAAAAAAAFk/462RkZN1yDg/s200/Turma+do+Borda.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ontem fizemos um jantar de comemoração no meu apartamento. Filé de linguado ao molho branco com alcaparras e espinafre, batatas inglesas a doré, precedidos de mexilhões a milanesa. Aceitei o conselho do Carlos Strapasson, dedicado enófilo, e comprei um pinot noir para acompanhar. A dica era o chileno Casa Viva, que não encontrei. Em troca, bebemos um Saurus, da Patagônia, sob a chancela do sommelier que atendia os clientes do estabelecimento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sim, eu me entrego ao hedonismo até para descrever a comida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E tudo simplesmente porque alguns projetos estão caminhando.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entre eles, o desenlace dos roteiros de meus alunos de documentário. Na sexta e no sábado, orientei a conclusão de alguns projetos que, garanto, serão bastante comentados. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A primeira foto mostra Débora Rodrigues, Sílvio Carvalho e João Hoffmann acertando os ponteiros de um doc que mostrará a mudança de atitude dos personagens apenas com movimentos de câmera - e defenderá, com evidente polêmica, que o Estado se afaste das questões sociais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A outra foto mostra a Josiane Cruz e a Elisa Carneiro redefinindo o tempo das falas num doc sobre contação de histórias. A equipe já viajou por pedregulho, mata e água, passou mal com comida exótica e serviu de alimento para todo tipo de pernilongo. Tudo para chegar aos caboclos contadores de causo - e pretende construir a edição do filme no ritmo e cor da literatura oral.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há mais preciosidades: um trabalho sobre o mágico Bordenovski com efeitos especiais parodiados das primeiras experiências de edição de George Meliès (parte da equipe na foto acima: Gina Bardini, Caroline Figueiró, Neide Campos e Phillippe Lejeune); a história do quadrinista nipo-paranaense Cláudio Seto (que veio para Curitiba porque achou que aqui nevava!); um apanhado das lendas urbanas da cidade, como a sinistra história dos vultos que povoam um pedaço mal assombrado do Cefet; a trajetória do indianista Ynami - este produzido e dirigido, entre outros, pelo Estevan Soares e pela Marlene Seraphim, responsáveis pelo recente &lt;em&gt;Balada do Vampiro&lt;/em&gt;, curta em 35 mm supervisionado pelo próprio Dalton Trevisan e estrelado pelo João Fiani.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até o começo de abril, esses projetos estarão praticamente concluídos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;jj&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em outra esfera, recebi o aval da Unibrasil para tocar algumas outras loucuras, das quais falarei em breve. Duas delas, o grupo de teatro &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Midiabólicos!&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e o projeto provisioriamente apelidado de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Paisagens para ouvir&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, merecerão mais um peixe especial da chef Priscilla e nova garrafa de pinot noir - dessa vez, quem sabe, o vinho chileno tão apreciado por meu colega acadêmico.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-2445238040692475660?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/2445238040692475660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=2445238040692475660&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2445238040692475660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/2445238040692475660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/03/alcaparras.html' title='ALCAPARRAS!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RexRqLCS3UI/AAAAAAAAAF0/zkwGEluHCUc/s72-c/S%C3%ADlvio,+Jo%C3%A3o+Hoffmann+e+D%C3%A9bora.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-812646134523461009</id><published>2007-02-23T15:06:00.000-02:00</published><updated>2007-02-27T23:39:21.110-03:00</updated><title type='text'>FANTASMAS! Parte 2: tira o caminhão!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/ReEAPKaPiGI/AAAAAAAAAEo/_hF7MfJ6p9I/s1600-h/Richter+(66).jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5035306118869387362" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/ReEAPKaPiGI/AAAAAAAAAEo/_hF7MfJ6p9I/s320/Richter+(66).jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Duas semanas depois, um novo divertimento.&lt;br /&gt;Cobria, todos os dias, a já desgastada paralisação de motoristas de cargas na praça de pedágio em São Luiz do Purunã. Chegava pela manhã, recortava uns depoimentos, ouvia as reivindicações dos caminhoneiros, as reclamações sobre o pedágio, as queixas sobre as condições das estradas. Conversava com os funcionários da praça, buscava a versão da PM, do governo, o pacote.&lt;br /&gt;Mas, no dia seguinte, minha matéria saía editada conforme um suposto “manual de redação” do matutino. O jornal tinha um manual de redação como a Inglaterra tem Constituição. Por respeito ao “costume”, o editor solapava tudo que parecesse desagradável para as administradoras do pedágio, para o governo que financiava a privatização das estradas e para a Polícia Rodoviária – que sempre me parava nas rodovias e liberava sem medir a infração, já que o jornal “é um grande parceiro nosso”.&lt;br /&gt;Em nome de “manter uma distância prudente”, “não sugerir através de conotações irresponsáveis” e da velha “imparcialidade”, as reportagens eram publicadas acusando os motoristas de baderneiros e injustos, quando não insanos.&lt;br /&gt;Houve fonte indicada pelo editor (“Precisa ouvir todos os lados!”) que aventasse uma sinistra ligação entre as Farc e as lideranças dos motoristas. Em certo momento da história recente do país, a paranóia direitista via as forças revolucionárias colombianas em tudo: no PT, no MST, nos sindicatos, "em certos setores da Igreja" e quem sabe até nas aulas de culinária.&lt;br /&gt;E, apesar de todas as mudanças realizadas nas reportagens, a edição mantinha a minha assinatura.&lt;br /&gt;Na manhã seguinte, eu enfrentava centenas de olhares recriminadores e o conseqüente silêncio dos manifestantes. “Ninguém dá entrevista para a Globo nem para o teu jornal” era a declaração mais longa que eu conseguia.&lt;br /&gt;No meio da semana, no dia em que a tensão era quase palpável, eu circulava entre os caminhões, articulando uma explicação “prudente” para a edição tendenciosa das matérias, quando ouvi as sirenes. Começaram todas juntas e, em poucos segundos, as pomposas viaturas do Centro de Operações Especiais, negras como o batmóvel, cantaram os pneus em volta da manifestação. Os cães pulavam por todos os lados e, armados de escopetas, os policias berravam como se estivessem estourando uma célula da Al Qaeda.&lt;br /&gt;“Tira o caminhão!”&lt;br /&gt;E os inimigos da corporação, homens de meia idade barrigudos e suados, com as camisas abertas, protegidos por um elmo de pelos que saíam da virilha e encontravam, indistintos, os chumaços do peito, corriam assustados para suas cabines, quase todos sufocando a coragem e a ousadia por causa das fotos de família no painel.&lt;br /&gt;“Tira o caminhão!”&lt;br /&gt;Eu me perguntava distraído se o fotógrafo havia registrado os dentes dos cães, os motoristas levantando as calças, a grelha improvisada sendo pisoteada. Um policial, tão ou mais jovem que eu, cheio de fúria ensaiada nos olhos, empunhando sua arma com visível excitação, virou repentinamente para mim, deu dois passos “de soldado” e gritou como se fosse acometido de inusitada surdez: “Tira o caminhão!”&lt;br /&gt;Não sou a pessoa mais prudente do mundo. Sou orgulhoso, sangue italiano e alemão, escorpiano, tomo muito café, talvez viciado em sexo. Há muita adrenalina sendo incendiada.&lt;br /&gt;“Não vou tirar caminhão nenhum!”&lt;br /&gt;O rapaz enrubeceu. O cão dentuço que lhe servia de parceiro acompanhou: pareciam o velho Salamano e seu vira-latas, confundindo-se pela convivência. Minha imaginação chegou a ouvir o clique da arma sendo engatilhada (eu nem sei se escopetas são “engatilhadas”).&lt;br /&gt;“Não brinque comigo! Tira o caminhão”.&lt;br /&gt;Naquele momento, minha lucidez voltou: “Eu sou jornalista!”&lt;br /&gt;“Cadê a identificação?”&lt;br /&gt;Cadê? Tateava a calça e a camisa e repentinamente temi que o sujeito suspeitasse de uma arma escondida. Finalmente: ali no primeiro compartimento da calça, misturado a duas notas de um real, meu crachá – escondido por causa dos ânimos da outra metade da manifestação. Mas quando achei que o exu tinha ido embora do meu corpo... peguei o documento e coloquei entre os olhos do soldado, pressionando com o indicador sobre seu nariz. O cano gelado tocou minha pele pela primeira vez. O cão expelia a baba na minha perna. Eu pensava num testamento.&lt;br /&gt;Então aparece o tenente-coronel, o notável comandante! Grande e feio como o John Rambo, talhado à feição de mariner dos filmes xenófobos americanos. E voz de donzela. Softly as in a morning sunrise. Ele era o sujeito certo para o cargo: amendrontador na aparência, cheio de etiquetas com imprensa e políticos.&lt;br /&gt;“Calma, senhor jornalista”, sob sua sombra, eu imaginava uma biruta tremulando suave, alheia ao tornado, “só queremos que o senhor se afaste um pouco do conflito para protegê-lo. Em seguida, teremos o maior prazer em oferecer todas as informações sobre a operação”.&lt;br /&gt;Proteger-me?&lt;br /&gt;“É melhor ficar um pouco à distância... esses agitadores de sindicato podem ser violentos”.&lt;br /&gt;Ah, o glamour!&lt;br /&gt;Preciso de férias, foi tudo o que eu pensei durante a semana.&lt;br /&gt;Mas não haveria. Precisava encontrar outra forma para relaxar. Eu teria que me divertir do único jeito que eu podia: trabalhando.&lt;br /&gt;E veio a idéia, acalentada desde que entrei no jornal.&lt;br /&gt;Voltava de uma matéria sobre miséria no campo e ofereci carona para o presidente de uma associação de lavradores. Ele deve saber, pensei, gente do campo sempre sabe dessas coisas: “Seu Antônio, conhece alguma história de casa mal-assombrada no meio do mato?”&lt;br /&gt;“Uma porção”, ele disse, relaxando a sisudez campesina, “mas esses dias eu ouvi uma que é de deixar qualquer um arrepiado...”&lt;br /&gt;Ah, o paraíso. A pauta do desafogo. Sempre adorei histórias de fantasmas. Criar um “guia turístico” das fazendas assombradas do Paraná era meu projeto mais excitante.&lt;br /&gt;“Fica lá na Colônia Adelaide”, se animou Antônio, “Faz um ano que ninguém entra na casa por causa dos gemidos”.&lt;br /&gt;Daí o itinerário. A Colônia Adelaide é distrito de Ipiranga, cidade a uns 20 quilômetros de Ponta Grossa, cabeça de região. No mesmo dia, convenci o editor da “importância” da pauta, disse que era uma boa solução para a escassez do final de semana. Na manhã seguinte, eu, o fotógrafo e o motorista cruzamos os Campos Gerais sob um céu cinza e o vento sibilante do segundo planalto paranaense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;continua&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*A imagem do post é uma reprodução da pintura a óleo "Ema", do alemão Gehard Richter. A obra é de 1966. Outros quadros de Richter são até mais impressionantes como exemplo desse realismo obcecado de muitos artistas contemporâneos. "Betty", por exemplo, é uma pintura de 1988 que sempre mostro em aula para testar o diagnóstico dos alunos. Quase invariavelmente, a resposta é "fotografia".&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-812646134523461009?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/812646134523461009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=812646134523461009&amp;isPopup=true' title='30 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/812646134523461009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/812646134523461009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/02/fantasmas-parte-2-tira-o-caminho.html' title='FANTASMAS! Parte 2: tira o caminhão!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/ReEAPKaPiGI/AAAAAAAAAEo/_hF7MfJ6p9I/s72-c/Richter+(66).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>30</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-7569343987889309237</id><published>2007-02-20T13:14:00.000-02:00</published><updated>2007-02-20T13:54:07.966-02:00</updated><title type='text'>FANTASMAS! parte 1: ouvir a própria voz</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RdsSqqaPiDI/AAAAAAAAAEE/UGf1uJyR4Dw/s1600-h/fantasmas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5033637532664825906" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RdsSqqaPiDI/AAAAAAAAAEE/UGf1uJyR4Dw/s400/fantasmas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ser jornalista era uma coisa glamourosa naquele tempo.&lt;br /&gt;O tempo era o final dos anos 90. A paisagem: o interior do Paraná.&lt;br /&gt;Ainda assim era uma vida glamourosa.&lt;br /&gt;Como quase tudo, você só percebe muitos anos depois. Naqueles momentos era só trabalho. Exaustivo, mal pago, desacreditado, inútil, às vezes recheado de preguiça.&lt;br /&gt;Agora a memória evoca uma vibração jovial, romântica: o cotidiano alimentava a vaidade, oferecia flashes que sugeriam antever um futuro promissor. Talvez esse mundo só exista na impressão, pois quando presente não parecia com o que se parece hoje.&lt;br /&gt;Veja como era.&lt;br /&gt;Eu estava esgotado naquelas primeiras semanas da primavera de 1999.&lt;br /&gt;Pouco mais de um mês antes, o prefeito irrompeu na sucursal. Furioso, ou &lt;em&gt;simulando fúria&lt;/em&gt;, se lamuriava pelo que dizia considerar uma “conspiração” contra ele próprio e, por extensão, contra a cidade que governava.&lt;br /&gt;“Isso é mentira!”&lt;br /&gt;Não era. Havia meses que o prefeito lutava para dar forma a um “programa de saúde municipal” que serviria para “resolver o sucateamento de uma vez por todas”: cobrar do contribuinte dez reais por consulta nos postos de saúde e hospitais públicos.&lt;br /&gt;O que, naturalmente, é inconstitucional.&lt;br /&gt;A Câmara Legislativa até tendia a concordar com a Constituição, mas todo mundo que freqüentava os bastidores tinha mais ou menos por certo a existência de uma folha paralela de pagamento aos vereadores. Trinta mil mensais para cada um que estivesse disposto a colaborar.&lt;br /&gt;O fato é que a Câmara não se limitou a aprovar o projeto do poder Executivo. Em tempo recorde, ainda endossou a transformação da propalada Associação Saúde em “entidade de utilidade pública” e, com isso, permitiu que a prefeitura repassasse alguns milhares de reais para o início de seu funcionamento.&lt;br /&gt;Eu escrevi quase uma dezena de matérias sobre o assunto. Mas, obviamente, as reportagens não influenciavam quase nada no desenrolar dos arranjos políticos. Até que, depois de ler e reler e reler e reler o estatuto da entidade, concluí que a única ação que me restava era visitar a sede da Associação. Ver de perto se, além da primeira-dama, outros parentes deste ou daquele “parceiro” foram premiados com encostos profissionais.&lt;br /&gt;Mas não havia nenhuma "empresa municipal de saúde" no endereço descrito pelo projeto.&lt;br /&gt;Tratava-se de uma lavanderia.&lt;br /&gt;E nenhum dos funcionários tinha a menor notícia da Associação Comunidade Saúde.&lt;br /&gt;Era por isso que o prefeito estava ali, na minha frente, bufando e arregalando os olhos dramaticamente. Era por causa da primeira frase do meu texto, publicado naquela manhã: “&lt;em&gt;Isso sim é que é lavar dinheiro!&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;Ele se acalmou. Sempre se acalmava, por isso ganhava as eleições. Aprendera a controlar o gênio explosivo. A contornar a falta de erudição, a ausência épica de sensibilidade. Gentilmente me convidou para andarmos até o seu carro, estacionado a uma quadra do jornal. Abriu a porta para entrar e, simulando acidente, deixou que eu flagrasse um revólver mal escondido sob o banco. “Ah, eu ando com isso, ultimamente, porque essa cidade já não é mais como antes. A gente tem que se cuidar”.&lt;br /&gt;Eu olhei para ele sem nenhuma emoção. Por algum motivo, até ali não parecia uma ameaça. Mas ele continuou.&lt;br /&gt;“Eu, se fosse você, se cuidava. A cidade anda um perigo! Veja tua mãe, por exemplo, toda terça ela vai a pé, no final da tarde, para o Sesc perto do cemitério. Aquela rua que ela pega não é das mais iluminadas...”&lt;br /&gt;Entende o glamour?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mais tarde eu atenderia ao telefone duas vezes, em casa, e ouviria minha própria voz gravada. Passei anos tentando, em vão, achar um jeito de incluir essa ameaça nas conversas que tive com o então prefeito. Queria simplesmente elogiar a sofisticação da advertência, mas suspeito que pareceria revanchismo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;(continua).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;* a foto acima é de Rodolfo Bührer, tal qual publicada em 31 de outubro de 1999 por um jornal da capital.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-7569343987889309237?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/7569343987889309237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=7569343987889309237&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7569343987889309237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7569343987889309237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/02/fantasmas-parte-1-ouvir-prpria-voz.html' title='FANTASMAS! parte 1: ouvir a própria voz'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RdsSqqaPiDI/AAAAAAAAAEE/UGf1uJyR4Dw/s72-c/fantasmas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-3135882717702345005</id><published>2007-01-18T15:38:00.000-02:00</published><updated>2007-01-21T23:53:16.823-02:00</updated><title type='text'>UM DOS GÊMEOS SEMPRE É MAIS DOCE!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Ra-xmltewZI/AAAAAAAAABo/PziUJ1epS4U/s1600-h/Azul+MediterrÃ¢neo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5021427386057408914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Ra-xmltewZI/AAAAAAAAABo/PziUJ1epS4U/s400/Azul+Mediterr%C3%A2neo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aquela cidade não é pequena, mas conta com apenas um policial.&lt;br /&gt;E ele representa toda a força de segurança e repressão.&lt;br /&gt;Por outro lado, os habitantes se preocupam com um único criminoso. É um sujeito traiçoeiro, jamais preso por mais do que dez minutos. Mesmo assim, o tamanho do município quase pulveriza suas ações. É uma questão de azar histórico ser surpreendido pelo mau elemento, algo tão raro que chega mesmo a ser um privilégio. A não ser, é claro, nos casos de latrocínio, estupro, tortura gratuita, seqüestro e castração.&lt;br /&gt;Há outro item curioso nessa pitoresca cena policial: detetive e bandido são gêmeos univitelinos. Iguais em tudo, até na curiosa cicatriz que cruza a sobrancelha direita. Ninguém sabe muito sobre o passado dos dois, mas aparentemente foram submetidos à mesma educação, o que os levou a adotar roupas parecidas, modos idênticos de se portar à mesa e preferências artísticas complementares – não obstante os caminhos morais divergentes, sem dúvida germinados no mais profundo de suas personalidades opostas.&lt;br /&gt;O leitor já deve desconfiar que, na verdade, não se tratam de irmãos gêmeos, mas de uma mesma pessoa que se faz passar por seu duplo, buscando assim, messiânico, um equilíbrio entre o bem e o mal, o yin e o yang, o lumpullis abbos e o tannacklos brapta. Ou que se esmera em garantir o próprio emprego numa cidade isenta de criminalidade.&lt;br /&gt;Engana-se! Realmente são gêmeos e, na eventualidade de um linchamento, no caso sempre possível de a população, armada de archotes e ancinhos, encurralar num beco os dois protagonistas e se debater na dúvida de quem seria o verdadeiro vilão, há apenas uma forma de verificar a identidade de um e outro.&lt;br /&gt;O esperma do bandido tem gosto de batata doce.&lt;br /&gt;Tanto que os gêmeos são conhecidos menos pelos seus nomes de batismo e mais pelos apelidos arquetípicos. Um deles é O Policial. O outro, Batata Doce. No cartaz de recompensa fixado no poste da pracinha centenária, eternamente balouçante ao vento como um envelope mal colado, podemos ler: “Procura-se Batata Doce. Em tudo se assemelha ao irmão, heróico homem da Lei, que, no entanto, goza como todas as pessoas normais”. É um curioso cartaz sem foto, já que as autoridades municipais temem a compreensiva confusão e preferem evitar o constrangimento de denunciar justamente o homem mais admirado da cidade.&lt;br /&gt;Naquela tarde ensolarada, Batata Doce foi visto no telhado da casa episcopal. A moça apontou, logo depois de um grito estridente. Ele levantou a mão e acalmou os passantes: “Ei, sou eu, o Policial. Estou consertando o telhado do Bispo”. Lá embaixo todos riram e continuaram seus afazeres, não sem antes admirar a bela arquitetura mediterrânea do casarão, ainda mais alvo contra o céu de brigadeiro. Assim que a rua ficou tranqüila, o semblante simpático, tão simpático que até esconde a misteriosa cicatriz, se espremeu e tomou os contornos sensuais do gêmeo malvado. Mais uma telha e... Batata Doce conseguiu invadir o sótão da casa onde dorme o venerável religioso.&lt;br /&gt;Adaptando-se ao escuro, pouco ajudado pela minúscula passagem no telhado, Batata Doce tateou ansioso. Tenso, pois seu coração está intumescido de rancor. O homem mais perigoso da cidade veio com um propósito sádico. Ele quer se vingar. E tem idéias muito cruéis de como dará cabo do padre que tantas vezes lhe condenou ao inferno. Sopra um mantra como uma correnteza sibilante: “Hoje você vai saber qual é o doce mais doce que batata doce, seu filho de uma puta”.&lt;br /&gt;Desceu pela clarabóia do banheiro principal. Ágil como um mangusto, se esgueirou pelos móveis suntuosos, atravessou o corredor calçado pelo piso em mosaico e colocou-se de prontidão ao lado da porta do escritório. Pela janelinha de vidro canelado, reconheceu o vulto alto e empertigado do Bispo acomodando-se na escrivaninha espartana. Levou as mãos à braguilha e, como num gesto simbólico de tocaia, abriu o primeiro botão da calça de brim. Conhece bem esta porta – nos seus pesadelos, ela sempre emite a mesma música daqueles dias da infância, um rangido uniforme e agudo. O próprio Bispo, então Padre, ensinou na prática como evitar o som inconveniente: é só forçar para baixo, cuidando para que o estalido da lingüeta não denuncie a aventura.&lt;br /&gt;Aqui está, suave, a revelação da porta, vencida até na ardilosa superfície escorregadia da maçaneta, incolor sob o ácido úrico deixado ao longo das décadas pelas mãos do santo homem.&lt;br /&gt;Não há mais necessidade de tanto cuidado. O Bispo volta o perfil aquilino para trás e fixa o rosto limpo de expressão no corpo trêmulo de Batata Doce.&lt;br /&gt;“Vim aqui porque agora é minha vez, padre”.&lt;br /&gt;O peso no ombro do algoz revela um terceiro personagem.&lt;br /&gt;“Você não vai fazer nada, irmão!”&lt;br /&gt;O Policial, que estava no porão consertando o encanamento do Bispo, ouviu a voz de seu duplo e se apressou em salvar o dia.&lt;br /&gt;“Não se meta, mano. Isso é entre eu e o canalha ali”.&lt;br /&gt;“Nenhum trauma justifica teu comportamento!”&lt;br /&gt;Batata Doce, quase sem mexer o quadril, girou o corpo com o punho fechado até afundar os dedos no abdômem do irmão. “O que você sabe sobre isso?” O Policial ergueu a face distorcida pela dor e, no impulso das pernas dobradas, lançou-se ao pescoço do gêmeo. Logo eram uma mistura de carne e panos, roupas iguais até no encontro imprevisto.&lt;br /&gt;O Bispo foi até a janela e gritou por socorro. Por sorte, a pequena Filha do Prefeito passava por ali. A garota correu até o galpão, onde o pai fazia a sesta, e convenceu-o a intervir, apesar do horário inconveniente. Vestir-se era complicado, dada a urgência da situação e da peculiaridade do político: sofria de um gigantismo tão acentuado que não dispunha de muitas roupas apropriadas; daí seu costume de andar nu pela cidade - atração que os cidadãos já haviam assimilado, mas que ainda provocava a ira da ciumenta Filha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Ra-xSltewYI/AAAAAAAAABg/xkJApjbzOb0/s1600-h/Pai+gigante.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5021427042460025218" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Ra-xSltewYI/AAAAAAAAABg/xkJApjbzOb0/s320/Pai+gigante.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;Embora um tanto avexado pela severa repreensão da filha, o Prefeito andou pelado até a casa episcopal e tirou os gêmeos pela janela. Lá de cima, o Bispo explicou o ocorrido: “Eu estava prestes a ser assaltado por esse monstro, quando o irmão me salvou!”&lt;br /&gt;Eis que nos deparamos com a situação sempre imaginada pelos moradores da cidade: qual é qual, agora que arfam, arranhados e arroxeados, na calçada? Imediatamente, ambos apontam o indicador para o outro e exclamam, em uníssono: “Prendam-no!”&lt;br /&gt;Bem, bem. Sabemos a única forma de resolver o problema – e os gêmeos nunca deixaram de ter ciência disso, tanto que, antes de qualquer menção, já desabotoavam as calças e examinavam, curiosos, a boca murcha do Bispo, os pequenos lábios da Filha e a caverna misteriosa no rosto do Prefeito.&lt;br /&gt;O Prefeito soltou um longo suspiro e, cuidadoso com sua voz tonitruante, explicou a novidade: “Não tive tempo de avisá-lo, Policial (o alcaide olhava estrategicamente para o vazio), mas acho que resolvemos o problema da identificação”. Assobiou e, em poucos segundos, um ajudante trazia, a muito custo, dois cães encrespados, rosnando feito motosserras enquanto cuspiam a saliva lubrificante de seus dentes afiados como mandíbulas de tubarão.&lt;br /&gt;“Cães Experimentadores!”&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-3135882717702345005?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/3135882717702345005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=3135882717702345005&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3135882717702345005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3135882717702345005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/01/um-dos-gmeos-sempre-mais-doce.html' title='UM DOS GÊMEOS SEMPRE É MAIS DOCE!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/Ra-xmltewZI/AAAAAAAAABo/PziUJ1epS4U/s72-c/Azul+Mediterr%C3%A2neo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-7796276330002370799</id><published>2007-01-08T15:32:00.000-02:00</published><updated>2007-01-08T23:24:08.836-02:00</updated><title type='text'>ROCKY OMBRO NO HALL DA FAMA DOS DETETIVES!</title><content type='html'>&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RaLsA-z6clI/AAAAAAAAABQ/1lJhgNshUXM/s1600-h/Benett+mostra+Rocky+na+Zongo.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5017832436449047122" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RaLsA-z6clI/AAAAAAAAABQ/1lJhgNshUXM/s400/Benett+mostra+Rocky+na+Zongo.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Uma foto raríssima de&lt;em&gt; Benett,&lt;/em&gt; conhecido por organizar piqueniques tão secretos que só eram encontrados por J.D. Salinger e Harold Pincher. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A supreendente cena acima retratada aconteceu há pouco. O "ermitão do humor"  mostra o &lt;em&gt;print&lt;/em&gt; do Ombro na &lt;strong&gt;Zongo&lt;/strong&gt;. Em fevereiro, O AVATAR vai dar o que falar na revista que faz o bico rachar!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RaLq3Oz6ckI/AAAAAAAAABI/df5q8azDeKk/s1600-h/Benett+mostra+Rocky+na+Zongo.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RaKBgez6cjI/AAAAAAAAAA8/htWPEAFnzHQ/s1600-h/Rocky+Ombro+e+seus+imitadores.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5017715329870754354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RaKBgez6cjI/AAAAAAAAAA8/htWPEAFnzHQ/s400/Rocky+Ombro+e+seus+imitadores.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;Vemos aqui Rocky Ombro cercado de alguns de seus imitadores!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;É uma escultura da &lt;em&gt;Priscilla Cesar&lt;/em&gt;, homenageando o único detetive que realmente se comunica com o além.&lt;/span&gt; Cuidado, AVATAR! Essa pilha pode ser mortal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-7796276330002370799?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/7796276330002370799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=7796276330002370799&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7796276330002370799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7796276330002370799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/01/rocky-ombro-no-hall-da-fama-dos.html' title='ROCKY OMBRO NO HALL DA FAMA DOS DETETIVES!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RaLsA-z6clI/AAAAAAAAABQ/1lJhgNshUXM/s72-c/Benett+mostra+Rocky+na+Zongo.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-1416514130336022784</id><published>2007-01-06T22:28:00.000-02:00</published><updated>2007-01-07T00:57:38.314-02:00</updated><title type='text'>O MÉDICO BATEU NA ESPOSA E FOI EMBORA!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RaBYhuz6ciI/AAAAAAAAAAw/YGv6kBiy_v8/s1600-h/Sherlock.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5017107321415430690" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RaBYhuz6ciI/AAAAAAAAAAw/YGv6kBiy_v8/s320/Sherlock.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ando empolgado com a leitura de Sherlock Holmes. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No meu aniversário, em novembro, quando ganhei os dois lindos volumes da Jorge Zahar, anunciados como "edição definitiva", com milhares (não é hipérbole!) de notas explicativas e especulativas, além de desenhos originais de Sidney Paget - os mesmos que ilustravam os contos da Strand Magazine na última década do século 19 - havia mais de 15 anos que não me dedicava ao "maior detetive de todos os tempos". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Recentemente, eu li um conto de horror do Arthur Conan Doyle, numa coletânea da Companhia das Letras, mas confesso que desconfiava do sabor que Holmes me traria.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sherlock Holmes foi uma das minhas primeiras e mais impressivas influências. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É bem possível que eu tenha escolhido o jornalismo, em parte, porque exercitar o cérebro de forma tão analítica, mergulhar em mistérios arrepiantes, perigo eminente, flertar com o medo e promover a justiça, tudo isso parecia mais improvável através de um escritório de detetive particular. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Além do mais, sou incapaz de fumar cachimbo e hoje compreendo que um sobretudo de &lt;em&gt;tweed&lt;/em&gt; seria um erro lamentável no calor dos trópicos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mesmo assim, a nostalgia se misturava com um pouco de preguiça quando pensava nas aventuras de Holmes. Agora percebo exatamente o motivo. Minha leitura, no começo da adolescência, dependia das edições velhas, baratas e mal conservadas disponíveis na esforçada, mas sôfrega, biblioteca pública de Ponta Grossa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As letras miudinhas, um certo mal gosto no uso dos itálicos e a encardenação frouxa me fizeram confundir o andamento da leitura com seu manuseio. Então, nessa última década e meia, toda vez que me animava para rever Doyle, um preconceito tapava meus olhos: &lt;em&gt;literatura de mistério do século 19 soa mais redundante que excitante, mais pretensiosa do que envolvente, mais ingênua do que desafiante&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Non sense&lt;/em&gt;. Agora, com essas caprichadas páginas impressas com Fairfield nas minhas mãos - e talvez dotado de mais maturidade -, percebo que os contos de Sherlock Holmes e Watson são leves como pluma. Lêem-se com rapidez estonteante. Comecei a examiná-los despreocupado e quando vi, em dois dias, quase metade das 495 páginas do primeiro volume já haviam sido desvirginadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Veja bem, não sou crítico literário nem tenho a intenção de sê-lo, mas sinto que Doyle alcançou leveza e fluência que colocam Holmes em vantagem quanto ao seu próprio inspirador, o August Dupin criado por Poe para &lt;em&gt;Os Assassinatos da Rua Morgue&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;**&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Então.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não dá para ler e passar impune.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Decidi botar meu senso de observação para funcionar e saí por aí "deduzindo".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Hoje, no supermercado, uma mulher beirando os 30 atendeu, tensa, ao telefone celular:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Quando cheguei, ele não estava mais! Liguei para lá e aquela secretária idiota, com aquela voz fininha, veio com o &lt;em&gt;Clínica Doutor Herr, boa tarde!&lt;/em&gt; Mas eu sei que ele não volta, mãe, não adianta. Depois que ele fez comigo... o problema é que..." &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A conexão parece ter caído e a garota fechou o aparelho, irritada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em seguida, acrescentou quase uma dúzia de bananas à sua modesta cesta. Deu um passo, olhou para o vazio com seu olho bom, levou a mão ao outro, inchado, e voltou para o estande. Trocou por uma penca bem menor, não sem antes dar um suspiro melancólico. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu lustrava uma maçã a dois passos. Ela derrubou uma parte das bananas e eu me apressei para ajudá-la.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Obrigada", disse num sopro de voz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sorri e, um segundo depois...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Isso sempre acontecia na minha casa. Saem, mas, no final, voltam".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ela ficou estupefacta... Olhou para as bananas, confusa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Como assim? quem volta?"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Alemães. São durões. Às vezes até violentos". Fiz menção com o nariz em direção ao olho machucado. "Meu avô era alemão. Bravo... Médicos, então, são piores!"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ela franziu o cenho. Tateou a cesta como quem protege a carteira: apalpou o pacote de absorvente, um único pepino e um par de pilhas. Acompanhei os dedos e apresentei minha conclusão:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Você se sente solitária, não é?"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A mulher abriu a boca e deu um passo para trás. Espiou sobre o meu ombro e viu alguém.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Cledir!"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O homem se aproximava, curioso, abotoando o jaleco branco.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Dr. Herr, eu presumo".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Ah", ele disse, "não deu tempo nem de tirar o uniforme..."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Cledir, vamos embora daqui". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ela deu o braço para o rapaz e saiu cochichando.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mais tarde, quando saía do supermercado, vi a mulher se ajeitando numa cadeira do salão de cabelereiros em frente. Lá do fundo, repentinamente, o suposto marido, o médico de sobrenome germânico, veio em sua direção. Não sou dado a testemunhar quebra-pau, mas me aproximei da porta para confirmar minhas brilhantes deduções sobre a separação intempestiva do casal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Cledir, você destruiu meu cabelo ontem! Olha para mim, como vou aparecer na formatura? Tudo acontece comigo no mesmo dia: inflamação no olho, dor de barriga, caminhos de rato por toda a minha cabeça... por que você fez isso comigo? O que falta acontecer? Blá, blá, blá..."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Desconsolado, coloquei a mão na porta para abaixar a cabeça e lamentar minha tolice. Aí li o ridículo nome do salão de beleza: DOUTOR HAIR. CLÍNICA DE ESTÉTICA CAPILAR.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Lá de dentro, a mulher desviou o olho raivoso do pobre Cledir e me encontrou na calçada. Abriu um berreiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Olha lá o tarado! Ele tá me seguindo!"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Elementar. Esse tipo de coisa só acontece comigo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-1416514130336022784?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/1416514130336022784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=1416514130336022784&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1416514130336022784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1416514130336022784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2007/01/o-mdico-bateu-na-esposa-e-foi-embora.html' title='O MÉDICO BATEU NA ESPOSA E FOI EMBORA!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RaBYhuz6ciI/AAAAAAAAAAw/YGv6kBiy_v8/s72-c/Sherlock.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-4625133515618935081</id><published>2006-12-24T11:03:00.000-02:00</published><updated>2006-12-25T00:43:28.854-02:00</updated><title type='text'>UM ANO DE BLOG DANDO A OUTRA FACE!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RY6KtHtM2OI/AAAAAAAAAAk/x1p578Zd-1Y/s1600-h/Victor+por+Bntt+(detalhe).jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5012095943077320930" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RY6KtHtM2OI/AAAAAAAAAAk/x1p578Zd-1Y/s200/Victor+por+Bntt+(detalhe).jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu inaugurei blog há mais ou menos um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era bastante reticente, pois há, claro, algo de vaidoso &lt;em&gt;demais&lt;/em&gt; numa página própria da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me interprete mal, eu sou muito vaidoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a vaidade evidente é sempre parceira do ridículo. Por isso, mantenho distância dos sítios de relacionamento. Pouco do mundo é mais constrangedor do que "recados no orkut".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para falar a verdade, eu raramente abro o msn, talvez porque seja rabugento, talvez porque aquelas frases que expõem a vida monótona das pessoas me deixam ruborizado e com vontade de esconder a cabeça sob a mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma nova modalidade de parachoque de caminhão, sem, no entanto, conservar a simpática poesia popular das estradas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Agora acabo"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Quero te perdoa mais vc sempre da pra traz"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Amanha eh lonje de mais"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas essa postagem não é para falar mal do mundo. É mais uma comemoração: no ano passado, nesse mesmo dia, eu me preparava para passar o Natal completamente sozinho, apelando, inclusive, para alguns minutos melancólicos no shopping Barigui, onde um &lt;em&gt;crooner&lt;/em&gt; curitibano interpretou Frank Sinatra enquanto, ao meu lado, um casal de evangélicos tagarelava com amigos, de costas para o palco, sobre seu noivado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ei, amigos, vocês poderiam falar mais baixo, eu gostaria de ouvir a música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menina me olhou de cima a baixo. O noivo balançou a cabeça com a firmeza das pessoas de fé. Ela, claramente dominante e naturalmente mais interessada no quiprocó todo de noivado, levantou a voz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A gente tá noivando, sabia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas tem tanto lugar para noivar nesse shopping. Não dá para vocês noivarem na praça de alimentação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como ela é do time de Jesus, impôs aquela segurança arrogante dos jovens crentes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cristo te abençoe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falou como se me perdoasse, a vagabunda! Cheia de falsa generosidade no queixinho duplo levantado. Ah, essa garota nunca me viu transtornado! Naquele brilho vermelho e branco das lojas, ela perdeu, por pouco, a chance de vislumbrar o capeta dançando vanerão na minha retina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tá, tá. Feliz Natal. Desculpe. Vá com Deus. Saravá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final das contas, eu quase sempre sou mais cristão que os cristãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, véspera de Natal, não estou exatamente cercado de gente. Mas daqui algumas horas vou para São Francisco para passar o final de ano na casa do Felipe. Não estou tenso como nos últimos dias de 2005, quando fui vítima de algumas armadilhas de gente doentiamente invejosa (trapaças que também afetaram, em ondas, pessoas que eu gosto) e tive que gastar meu cérebro com planos de recuperação emocional, profissional e financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto que um dos primeiros textos do meu antigo endereço era um conto deprimente de Natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, olha só, 2006 não foi ruim. Pelo contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arte voltou ao meu cotidiano, o que definitivamente não era possível quando eu trabalhava em vão, de manhã, tarde e noite, para garantir clientes para gente medíocre e de caráter movediço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve uma época, em 2006, em que eu escrevia todo santo dia, o que permitiu material para pelo menos três livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recuperei minha parceria com o Benett, que é uma das coisas pelas quais serei lembrado (além das extremidades exageradas, como os pés e o nariz).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui ao teatro (escrevi uma peça) e ao cinema com frequência antes inimaginável - incentivado, sem dúvida, pela Priscilla, a quem devo a recuperação do amor pela dramaturgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, a Juliana Galvão, de quem gosto muito, descobriu um tumor "do tamanho de uma laranja" no cérebro. Neurocisticircose. Isso mesmo, a mítica doença da carne de porco. Ela fez uma tenebrosa operação de quatro horas e ficou meio louca por duas semanas, costurada com 27 pontos ao longo do crânio. A boa notícia é que ficou novinha em folha, talvez até mais esperta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos dois meses, tive o prazer de voltar a trabalhar com o Emerson Cervi e com o Hélio Marques, duas pessoas extraordinárias, entre outros camaradas. Na Curitiba, comecei um projeto conjunto com a Anuschka e a Juliana, algo que fez das tardes de quarta um deleite de cinema, moda e séries de TV. Colaborei com o grande Luís Fernando na excelente pós de Arte, Cultura e Saberes Contemporâneos e ainda coordenei a pós de Documentários, o que me rendeu ótimas oportunidades. Entre outras coisas, como o convite para coordenar o curso de Jornalismo da Unibrasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que esse ano foi melhor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano novo passado, eu finalmente cruzei a meia-noite dentro do mar. E estava chovendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chuva!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou uma pessoa muito difícil, pois sinto um peso constante empurrando meus ombros para baixo. Tenho a impressão que perco tempo. Sempre. Sinto culpa. Uma dor que, compreendo, não faz o menor sentido. Mas sinto. Pela minha irmã, pelo meu primo Gruber, o fracasso amoroso dos meus pais. Há algo escuro e latejante que se acumula em alguma parte do meu corpo - não do que chamariam de espírito, pois é claramente físico, a ponto de entorpecer os sentidos, pesar o cérebro como se ele fosse uma massa de papelão encharcada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chove, talvez um pouco disso escorra.&lt;br /&gt;Feliz Natal, enfim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-4625133515618935081?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/4625133515618935081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=4625133515618935081&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/4625133515618935081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/4625133515618935081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/12/um-ano-de-blog-dando-outra-face.html' title='UM ANO DE BLOG DANDO A OUTRA FACE!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RY6KtHtM2OI/AAAAAAAAAAk/x1p578Zd-1Y/s72-c/Victor+por+Bntt+(detalhe).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-682602060439130536</id><published>2006-12-20T08:54:00.000-02:00</published><updated>2006-12-20T09:46:35.890-02:00</updated><title type='text'>UM NOVO GÊNERO: CELULAR!</title><content type='html'>O que &lt;strong&gt;Cassino Royale&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Os Infiltrados&lt;/strong&gt; e o seriado &lt;strong&gt;24 horas&lt;/strong&gt; têm em comum?&lt;br /&gt;Assim como a maioria dos filmes de ação que são lançados todo mês, dependem umbilicalmente de aparelhos celulares.&lt;br /&gt;Se não houvesse celular no mundo, o que seria dos roteiristas?&lt;br /&gt;O curioso é que, cronologicamente, &lt;strong&gt;Cassino Royale&lt;/strong&gt; é anterior a todos os outros 20 filmes de 007. A história se passa antes de &lt;em&gt;O Satânico Dr. No&lt;/em&gt;, quando os telefones convencionais eram de discar e tinham um charmoso fio enrolado.&lt;br /&gt;Claro, claro. Liberdade poética, instrumento artístico esplêndido para derrubar essa barreira reacionária do tempo - e garantir a bilheteria merecida.&lt;br /&gt;O novo James Bond é um grande filme de ação, com uma perseguição inicial espetacular: Daniel Craig e o coadjuvante negro de pele queimada pulando feito o Hulk pelas construções no interior de Uganda.&lt;br /&gt;Craig tem seu charme, uns erros humanizadores obrigatórios e o lábio superior talvez um pouco pronunciado além da conta, o que sugere um agente secreto dado a um tipo de vaidade gay, como se concorresse com o antagonista, Le Chiffre, até no beiço (aliás, já estava na hora de as produções americanas-britânicas desistirem de batizar todos os vilões com sotaque francês. Haja rancor!)&lt;br /&gt;Mas a tese escondida do filme é o que há de mais divertido: o homem apaixonado até o limite do açúcar só pode ter os testículos esmagados. Depois de passar por uma sessão de tortura que nos faz, homens, contorcer na poltrona do cinema, James se entrega feito Polliana Moça ao amor de Vesper. Velejam até a Veneza dos apaixonados. Os dois desempregados, vivendo de amor. Ah, um Bond chamado desejo!&lt;br /&gt;Você dirá: é um toque "cínico" do roteiro. Mas espere até as últimas revelações para dizer, com sentimento de vingança, que o imbecil confiou feito um amador na "vagabunda". Como nas novelas do SBT, o amor ainda é mais forte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-682602060439130536?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/682602060439130536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=682602060439130536&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/682602060439130536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/682602060439130536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/12/um-novo-gnero-celular.html' title='UM NOVO GÊNERO: CELULAR!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-3394741925324782870</id><published>2006-12-20T08:44:00.000-02:00</published><updated>2006-12-20T08:52:17.181-02:00</updated><title type='text'>CONCURSO PARA PROFESSOR DE JORNALISMO NA UNIBRASIL!</title><content type='html'>As inscrições encerram no dia 18 de janeiro,  às 12 horas.&lt;br /&gt;O cronograma de provas será publicado na internet. Avisaremos por telefone todos os candidatos a partir do final da tarde do dia 19 de janeiro. Os sorteios dos pontos para aula prática iniciarão na segunda-feira, dia 22 de janeiro.&lt;br /&gt;As provas começam na terça, dia 23, e o término depende da quantidade de inscritos.&lt;br /&gt;Até dia 26, os resultados serão entregues ao departamento de Recursos Humanos da Unibrasil.&lt;br /&gt;A divulgação fica para segunda, dia 29 de janeiro.&lt;br /&gt;O contrato será assinado antes de 05 de fevereiro.&lt;br /&gt;Leia mais em &lt;a href="http://www.unibrasil.com.br/detalhe_categoria.asp?id=11"&gt;http://www.unibrasil.com.br/detalhe_categoria.asp?id=11&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-3394741925324782870?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/3394741925324782870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=3394741925324782870&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3394741925324782870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3394741925324782870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/12/concurso-para-professor-de-jornalismo.html' title='CONCURSO PARA PROFESSOR DE JORNALISMO NA UNIBRASIL!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-3228991898679634104</id><published>2006-12-13T16:25:00.000-02:00</published><updated>2006-12-13T17:44:11.345-02:00</updated><title type='text'>17 DE FRIEZA E 81 DE ANJO EXTERMINADOR!</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RYBVfeKBtGI/AAAAAAAAAAU/V86fHqJZ9NE/s1600-h/Girardon+(1687).JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5008096784795415650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RYBVfeKBtGI/AAAAAAAAAAU/V86fHqJZ9NE/s200/Girardon+(1687).JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5008096479852737618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RYBVNuKBtFI/AAAAAAAAAAM/cCAxIikEcGA/s200/Bernini+(1670).JPG" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se o pathos da equipe gaúcha não ajudou, paradoxalmente o Pato sequer desmontou de felicidade ao achar o gol. Mesmo aos 17, na sua precoce transformação em depositário das esperanças coloradas, apenas levantou a mão, sem sorrir, como homenagem ao amigo Tales.&lt;br /&gt;No mesmo dia, 25 anos atrás, o melhor time que vi jogar definiu o parâmetro do que eu considerava futebol - e me fez sonhar com traves e bola durante quase toda a infância e adolescência, me deu inúmeros perfis imaginários de atletas finos e suaves, como Zico, nos intermináveis campeonatos de rebatida em que tinha como adversário e única platéia o Benett, nós dois forçando a vista no lusco-fusco do meu jardim, às vezes à sombra de um ipê amarelo.&lt;br /&gt;O Inter que acordei cedo para ver, hoje, é um time tão ruim quanto o São Paulo que ganhou o mundial interclubes no ano passado.&lt;br /&gt;Nenhum dos dois parece remotamente com o Mengo de Carpegiani, o São Paulo de Telê ou até o Grêmio do Felipão dividindo pizza na madrugada com o Renato Gaúcho.&lt;br /&gt;No ano passado, o vencedor tinha apenas dois jogadores, Ceni e Mineiro. Nesse, também há miseravelmente uma dupla, Fernandão e aquele que veio cantando alegremente, na beira da lagoa, mas não tinha marreco ou ganso afinados o suficente para o tico-tico no fubá.&lt;br /&gt;Anyway, continuarei torcendo para o Internacional, mesmo que sequer dobre para quatro os jogos profissionais de Alexandre com a camisa do time brasileiro. E do jeito que leiloam barato os jovens jogadores do país, é bem capaz que o garoto de Pato Branco faça como seu homônimo famoso e vá parar numa praça tão relevante para sua história como a Índia.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;kk&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não tive tempo de falar a respeito, ainda.&lt;br /&gt;Mas ver B. B. King a quatro filas de distância é emocionante. Ele fala mais do que canta. E anda menos ainda, naturalmente. Quando chega, arrastando o corpanzil, está antecedido dos batedores. Foram duas longas interpretações da (ótima) banda até que o paletó vinho e brilhante arrancasse a abastada platéia do Guaíra de suas cadeiras abarrotadas. Normalmente essa gente de 780 reais por assento não se mexe muito, coisa bem ensinada por Luís XIV, que recusou uma belíssima escultura equestre de Bernini porque não tolerava ser representado em atitude tão... tão... animada. Chacoalhar os quadris, levantar-se e sentar-se muitas vezes e gritar interjeições de motivação são hábitos demasiado plebeus.&lt;br /&gt;Mas a aura de B. B. King, a senhoria de seus 81 anos, e, claro, o preço selecionador arrancaram a batelada do chão. No final, como no famoso filme de Luís Buñel, os brancos bem-vestidos perderam de vez a pose e se acotovelaram aos pés do ancião negro e gordo para implorar paletas e medalhinhas douradas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;ll&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No topo da página, à direita, a maquete exuberante de Gianlorenzo Bernini recusada pelos asseclas do Rei Sol em 1670. À esquerda, olhando para fora da página, o modelo em terracota daquela que finalmente foi aceita, assinada pelo protegido François Girardon na década seguinte. Ambas são lindas, é verdade, mas a sólida e impassível é bem mais, digamos, &lt;em&gt;curitibana&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-3228991898679634104?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/3228991898679634104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=3228991898679634104&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3228991898679634104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3228991898679634104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/12/17-de-frieza-e-81-de-anjo-exterminador.html' title='17 DE FRIEZA E 81 DE ANJO EXTERMINADOR!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_W3X2PXv_YnA/RYBVfeKBtGI/AAAAAAAAAAU/V86fHqJZ9NE/s72-c/Girardon+(1687).JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-5621435447827048579</id><published>2006-11-21T01:15:00.000-02:00</published><updated>2006-11-23T09:32:29.935-02:00</updated><title type='text'>O AVATAR # 12! Nova temporada das aventuras de Rocky Ombro!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/2749/3852/1600/651812/Elizabete%20Ombro.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger2/2749/3852/200/649326/Elizabete%20Ombro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Episódio de hoje:&lt;/strong&gt; "Doce como a baba de um dragão de komodo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Distraído, o detetive Rocky Ombro leu todo o primeiro caderno, passou pelas&lt;br /&gt;notícias sobre comida no suplemento de artes, mencionou os resultados do handebol&lt;br /&gt;infanto-juvenil da seção de esportes e só percebeu que Elizabete já havia&lt;br /&gt;dormido quando se espantou com a popular coluna social de Dona Berga Motta, o &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Lagarteando&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. Era uma edição velha do jornal Noticiário Redigido.&lt;br /&gt;Velha, mas nem tanto assim. Lá estava o empresário da noite, ex-modelo,&lt;br /&gt;ex-celebridade instantânea e ex-presidiário Jaime Donho. A coisa toda era&lt;br /&gt;trivial. Posava ao lado de quatro fileiras de dentes bem escovados, mas&lt;br /&gt;amarelos. O letreiro ao fundo confirmava a legenda: “Chegando de Bombinhas, onde&lt;br /&gt;curtiu um findi com a namo Juraci (ao lado), o bon vivant Donho inaugurou ontem&lt;br /&gt;a Boate dos Sonhos em Romeniatown”. Isso foi sábado passado, dia mundial das&lt;br /&gt;inaugurações. O problema é que Donho morreu uma semana antes.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Ombro deu um grito. Quer dizer, não bem um grito, foi mais uma interjeição. “Rá!”. O suficiente para Elizabete acordar e escrever na bolha OTSUS UEQ. “Pobrezinha”, disse Rocky, acariciando a superfície do plástico, “ainda está grogue de sono”. Depois leu metade do artigo assinado por advogado, para devolver a filha ao mundo dos sonhos, e se perdeu mais uma vez nos próprios pensamentos: “Como alguém morto inaugura uma boate?”&lt;br /&gt;Olhou de novo a foto que ocupava três quartos da coluna social. Tinha algo ali que não parecia certo.&lt;br /&gt;O letreiro em neon, atrás de uma palmeira de plástico. As duas garotas loiras - a da esquerda era, sem dúvida, Berga Motta, embora sua última plástica tenha causado algumas confusões nas lojas de eletrodomésticos.&lt;br /&gt;A mulher da direita, Juraci Alecsandra West, também era inconfundível: o sorriso, as sobrancelhas cuidadosamente aparadas, o queixo arredondado das italianas, a franja lisa sombreando os olhos levemente orientais e um buraco no lugar do nariz.&lt;br /&gt;Ombro notou que o brinco esquerdo de Juraci era curioso. Parecia um oito... ou seria macarrão espiralado... ou um pedaço de taenia saginata...&lt;br /&gt;Quando estava prestes a desistir, um cão latiu no final da rua do Tatu Esperto. Um ouvido destreinado entenderia “au au auooooouuu”, mas Ombro ouve o invisível. “Aulhe de nouvuuuuuu” foi o que interpretou.&lt;br /&gt;Então desceu até o porão e recuperou a máquina de ampliação fotográfica utilizada pelo inspetor Deckard num caso com replicantes. Montada na mesa de centro da sala, a geringonça justificou a campanha liderada pelo Departamento de Polícia contra o photoshop. Ali estava: o “brinco” nem se aproximava de comida ou lombriga. Era um número em perspectiva, colado ao fundo da paisagem: 80.1.&lt;br /&gt;Amanheceu e Rocky ainda virava de um lado para outro, procurando uma posição que fosse tão confortável quanto descobrir o que aquele número significava. Como nada lhe ocorreu, decidiu sair da mesa de centro e ir para a cama. Inútil. Sentia-se mais desconfortável do que um faquir numa piscina de bolinhas. “Vou dar uma volta”. Vestiu o sobretudo herdado de Peter Folk, pegou as chaves e tirou a ambulância reformada da garagem.&lt;br /&gt;Ao dobrar a esquina, ligou o rádio na esperança de, pelo menos, adormecer um pouco ao volante.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Eu vou contar uma história&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vejam só, que legal&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Apareceu na cozinha&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Rostos de gente morta&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Que horrível, que nojo, vou fugir daqui”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ombro se espantou com a qualidade da letra e esperou por duas canções até que o locutor descrevesse o bloco.“&lt;em&gt;Essa e muito mais, você escuta na 70.5, a rádio que só toca assombração...”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;“Bah! Romeniatown”, resmungou o detetive, “Vamos ver o que tem aqui...”&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“... Hoje é o Dia da Cura do Berne aqui na 70.6, a rádio que Jesus escuta no céu”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Mais uma empurradinha do dial:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Queria oferecer para a Lidiânia lá da Cachoeirinha dos Curupiras e queria dizer que escuto a 70.7 o dia todo...”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Amanhã de manhã, no mesmo horário, aqui na 70.8...”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“70.9, a rádio que repete mais!”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Quem gosta de britadeira, só si-si-sintoniza a 80.0”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“80.2, mais zumbido no seu enxame...”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A essa altura, Ombro estava tão irritado que... espere! Procurou as últimas três freqüências e ouviu atentamente. Havia uma emissora ocupando cada palmo daquele latifúndio sonoro. Menos onde a haste vermelha de seu Autorádio Samburá, que veio com a ambulância, marcava 80.1. Apenas estática.&lt;br /&gt;E um mistério cuja rocambolesca resolução Ombro jamais esqueceria.&lt;br /&gt;*(continua)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-5621435447827048579?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/5621435447827048579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=5621435447827048579&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/5621435447827048579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/5621435447827048579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/11/o-avatar-12-nova-temporada-das.html' title='O AVATAR # 12! Nova temporada das aventuras de Rocky Ombro!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-6703730033935515959</id><published>2006-11-20T18:29:00.000-02:00</published><updated>2006-11-20T21:32:01.128-02:00</updated><title type='text'>QUEM SABE DÊ UM LINHA DIRETA? OU ALÉM DA IMAGINAÇÃO?</title><content type='html'>O empresário do entretenimento, ex-celebridade do Big Brother Brasil, que posou nu para a G Magazine e foi preso com ecstasy e maconha, Edilson Buba, 34 anos, morreu de madrugada e foi cremado ao meio dia.&lt;br /&gt;A imprensa lamentou o que chamou de "câncer" que vinha comendo a vida do empresário curitibano. Vários sites garantiram que ele lutava contra a doença, internado em estado grave, havia mais de &lt;strong&gt;dois meses&lt;/strong&gt;. O UOL, por exemplo, chamou a causa da morte de "infecção generalizada" (um clássico eufemismo para doenças-tabu, aliás).&lt;br /&gt;Leão Lobo até especulou sobre a relação entre infelicidade e tumor cancerígeno - o colunista social da TV parece convicto de que Buba estava muito deprimido por causa dos escândalos em que se meteu.&lt;br /&gt;A família proibiu os médicos do Hospital Vita de dar declarações a respeito.&lt;br /&gt;Mas na &lt;strong&gt;segunda semana de novembro&lt;/strong&gt;, outros colunistas, falaram de Buba e a esposa, felizes, inaugurando um bar novinho em folha na Rua Chile, aquela que o Caderno G chamou, misteriosamente, de "Broadway de Curitiba" uma certa vez.&lt;br /&gt;A tal comemoração teria acontecido no último dia 8.&lt;br /&gt;A convicção da imprensa com dados mal apurados é um deleite para fãs do mistério.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-6703730033935515959?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/6703730033935515959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=6703730033935515959&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6703730033935515959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6703730033935515959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/11/quem-sabe-d-um-linha-direta-ou-alm-da.html' title='QUEM SABE DÊ UM LINHA DIRETA? OU ALÉM DA IMAGINAÇÃO?'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-5549389901398480617</id><published>2006-11-16T03:24:00.000-02:00</published><updated>2006-11-16T23:28:59.740-02:00</updated><title type='text'>ESSA É UM TANTO PROIBITIVA PARA NEOPENTECOSTAIS!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/2749/3852/1600/Nemo%20no%20terreiro.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/2749/3852/200/Nemo%20no%20terreiro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Numa quinta-feira de outubro, registramos uma imagem que diz algo sobre o sincretismo religioso no Sul do país.&lt;br /&gt;Na mesa de cerimônia no terreiro do Caboclo Arruda, perto do Tarumã, várias estátuas decoravam os trabalhos conduzidos pelo Pai James Edward, o Jimmy – um homem de meia-idade, tido por “muito conservador” pelos companheiros de lida, temperamento claramente sugerido pelos severos olhos azuis e pela sua resistência a adotar atabaques no serviço religioso da casa.&lt;br /&gt;Jesus, ou Oxalá, é o ícone principal das mesas de Umbanda, mas no mesmo ambiente temos Iemanjá, um Preto Velho, São Jorge, representações de ciganos, índios e boiadeiros. Seguindo as imagens, chegamos a uma popular Nossa Senhora Aparecida, que democraticamente divide o espaço com Cosme e Damião. E, no final, o Nemo.&lt;br /&gt;Sim, Nemo, o peixe que acabou no aquário de um dentista na Austrália.&lt;br /&gt;Espere! É aqui que o sensacionalista se esbalda. Com a matéria desse jeito, o leitor certamente concluirá que “agora não falta mais nada”: se o rito for africano, rezaremos para o Rei Leão?&lt;br /&gt;Imagino que ninguém idolatra ou muito menos “recebe” o peixinho Nemo. Ele estava ali para agradar as entidades infantis representadas por Cosme e Damião.&lt;br /&gt;Mas também a menção não é tão gratuita.&lt;br /&gt;Ontem eu, Adalgisa e Roberval, meus alunos de Documentário, além do meu irmão João Felipe, registramos uma cerimônia comemorativa aos 98 anos de Umbanda no Brasil. Quinze de novembro é também Dia Municipal da Umbanda, e cinco dos cerca de 2500 terreiros de Curitiba realizaram uma gira coletiva no Parque da Barreirinha.&lt;br /&gt;As imagens vêm sendo captadas há mais de mês – e foi o Rober que “achou” o &lt;em&gt;travelling&lt;/em&gt; que culmina com o Nemo.&lt;br /&gt;Mas os próprios personagens encarnados, digamos assim, formam um presépio dessa diversidade pós-moderna.&lt;br /&gt;Do outro lado da cidade, bem longe de onde o pai de santo Marco Boing, um louro ex-jogador de futebol de salão, prepara a casa para comemorar o aniversário de casamento com a Fátima, raro caso de “aparelho” que recebe entidades informes e silva como uma sereia, um terreiro do Bairro Água Verde é recanto favorito de médiuns jovens e descolados.&lt;br /&gt;Isso já seria interessante, pois o Candomblé, que guarda algumas semelhanças com a Umbanda, sequer tolera um filho de santo com menos de 14 anos de dedicação religiosa. Invariavelmente, um líder candomblista é idoso. Sérgio, nosso pai de santo &lt;em&gt;teen&lt;/em&gt;, tem 22 anos e conduz um grupo cuja média de idade não passa de 24: “Meu corpo é jovem, mas o espírito é eterno”.&lt;br /&gt;Quem freqüenta um terreiro e vê o interesse das crianças, principalmente, não tem dúvidas do apelo desses ritos de raízes negras. Opostos ao kardecismo, corrente racionalista do espiritismo, as religiões afro-brasileiras são cheias de música, coloridos elementos cênicos, variedade instigante de símbolos, dança, erotismo, abraços e uma barulhenta democracia de gestos. A coisa toda pulsa. Sérgio não nega que o suor é combustível da paixão que sente pela Umbanda: “Eu abomino o silêncio”.&lt;br /&gt;De todos os médiuns participantes da gira, Sérgio é certamente o mais janota. Há pelo menos uma dúzia de guias adornando seu pescoço, cada uma presenteada por uma entidade. Essa ele ganhou de um Preto Velho, aquela vermelha e preta foi do seu Exu protetor. Há um colar maior, verde, que atravessa o peito e representa o Caboclo Pena Azul, “padroeiro” do seu terreiro. E esse laço verde na cintura? “Eu uso porque é bonito. E Umbanda é alegria”.&lt;br /&gt;Conversador, cuidadoso com o gel que desenha o penteado negro, e orgulhoso do irmão, parecidíssimo, que integra a curimba da sessão – grupo responsável pelos atabaques e por puxar os pontos de canto –, Sérgio é um típico... &lt;strong&gt;sansei!&lt;/strong&gt; Leia o sobrenome: Kunio Kawanawi.&lt;br /&gt;Como bom japonês, se formou em Engenharia Eletrônica e é professor de Física. Pacientemente, explicou para mim que todos os elétrons produzem energia e que para pensar, precisamos de um movimento de elétrons. Daí, a &lt;em&gt;força do pensamento&lt;/em&gt; não é bem uma força de expressão...&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;xx&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Marco Boing, que foi nosso anfitrião nas filmagens, gosta de dizer que a Umbanda é democrática.&lt;br /&gt;Se “democracia” é um conceito difícil de confirmar em qualquer caso, não podemos negar a diversidade.&lt;br /&gt;Quantos japoneses você encontraria numa festa de Umbanda? Ontem haviam três entre as quase 50 pessoas que participaram das giras.&lt;br /&gt;E quantos negros?&lt;br /&gt;Apenas cinco. Duas senhoras, uma mãe e seus dois filhos.&lt;br /&gt;Vejamos essa mãe.&lt;br /&gt;Já havíamos encontrado Vera Borges na Associação Espiritualista Mensageiros de Aruanda, terreiro conhecido pela sigla, Assema, e liderado por Boing. Ela e o filho, Withmarlus, de 12 anos, eram os únicos negros presentes naquele sábado. A família mora com a avó evangélica, em frente, e Vera me disse ontem que passou um ano escutando os atabaques do terreiro até que um dia decidiu vencer a timidez e atravessar a rua.&lt;br /&gt;Ela é divorciada e, para sustentar Whitmarlus e a filha Pâmela, de 10 anos, trabalha como lavadora de carros. “A gente precisa se virar e então aproveita o que aparece”.&lt;br /&gt;Whitmarlus é aluno dedicado na escola e ainda freqüenta a Guarda Mirim. Seu sonho é ser policial. “Para cuidar das pessoas”. Ele quer fazer como o Exu Sete Cruzes, que protege a Assema dos espíritos ruins.&lt;br /&gt;Vera faz 33 anos no Natal. Parou de estudar no segundo grau, mas ainda espera, um dia, ser bióloga e fazer isso que &lt;em&gt;ela&lt;/em&gt; faz. &lt;em&gt;Ela&lt;/em&gt; é a Adalgisa, que filmava a entrevista. Pedimos então a Vera que registrasse parte da cerimônia. Alguns minutos depois, com a gira a plenos pulmões, e Whitmarlus engrossando os percussionistas da curimba, a garota se esmerava em planos de detalhe das mãos, pés e olhos dos celebrantes. Mais um pouco e aliviei-lhe o peso da câmera: visivelmente, Vera se envolvia com o frenesi de palmas e repiques do adejá. Com a maior felicidade, passou a incorporar as entidades.&lt;br /&gt;Do outro lado do salão, branco e sorridente, o prestigiado professor universitário Celso Klammer, vestido com um guarda-pó branco, não se acanhava em dançar, abraçar os colegas e receber os espíritos. Celso é disputado nos cursos do Centro Universitário Positivo e chegou a ser meu colega, responsável pela sisuda cadeira de Metodologia Científica em Jornalismo. “Há um maravilhoso clima de fraternidade”, descreve com a voz em tom cuidadosamente gentil.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Webdings;"&gt;ll&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O brilho do Dia da Umbanda no Parque da Barreirinha só foi um pouco ofuscado por causa de uma ausência. Todos contavam com a participação de Norberto Peixoto, escritor e dirigente da tradicional Choupana Caboclo Pery, de Porto Alegre.&lt;br /&gt;Marco Boing começou e terminou os trabalhos explicando o motivo do cancelamento da ilustre visita: “São forças que não podemos controlar”.&lt;br /&gt;Atraso de pousos e decolagens nos aeroportos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-5549389901398480617?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/5549389901398480617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=5549389901398480617&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/5549389901398480617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/5549389901398480617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/11/essa-um-tanto-proibitiva-para.html' title='ESSA É UM TANTO PROIBITIVA PARA NEOPENTECOSTAIS!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-3253448399661410674</id><published>2006-11-13T10:12:00.000-02:00</published><updated>2006-11-13T11:10:39.696-02:00</updated><title type='text'>VOLVER!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/2749/3852/1600/Eddy%20(1974).jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/2749/3852/320/Eddy%20%281974%29.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pedro Almodovar não faz um filme facilmente contestável desde &lt;em&gt;Carne Trêmula&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na verdade, &lt;em&gt;Tudo Sobre Minha Mãe&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Fale Com Ela&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;A Má Educação&lt;/em&gt; e esse &lt;strong&gt;Volver&lt;/strong&gt; são a filmografia de uma outra pessoa, que guarda traços nítidos do diretor anterior - de &lt;em&gt;Kika&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Ata-me&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Mulheres a Beira de um Ataque de Nervos&lt;/em&gt; -, mas que parece olhar para trás como quem contempla a juventude distante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Almodovar lembra hoje John Ford. Não pela temática ou pelo sentido de fracasso por trás do heroísmo. Simplesmente por causa do ritmo da narrativa e pela precisão com que maneja os planos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Numa das cenas mais lindas do filme, a câmera vê, por dentro de uma vitrine colorida, Raimunda e Paula saindo do ônibus. A sobreposição é, ao mesmo tempo, um momento clássico do cinema (como em &lt;em&gt;Sunrise&lt;/em&gt;, de Murnau, ou &lt;em&gt;The Cameraman&lt;/em&gt;, com Buster Keaton) e a assinatura pop do espanhol, tal citasse explicitamente Don Eddy ("Sapatos Novos para H", de 1974, cujo detalhe ilustra o post) ou outro colorido representante do novo realismo americano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas também soa como Hitchcock, pelo prazer com que engana e, em seguida, convoca o espectador como cúmplice daquilo que os personagens não conseguem ver claramente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Passados alguns minutos depois que a sessão acaba, &lt;strong&gt;Volver&lt;/strong&gt; não deixa a impressão vigorosa de &lt;em&gt;Tudo sobre Minha Mãe&lt;/em&gt;. É muito mais leve, embora trate de abuso, violência e solidão. O amor à condição feminina dissipa suas dores, e sentimos uma doçura esquisita ao ver a velha Carmen Maura voltando à condição de fantasma para cuidar, mais um vez, de uma mulher doente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É bem fácil oferecer a Pedro o apelido de "cineasta das mulheres", já que não conseguimos enxergar, hoje em dia, ninguém tão hábil e tão sensível no retrato de mães e filhas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Veja a Raimunda de Penelope Cruz. É apaixonante do primeiro ao último fotograma, enfrentando o medo com o olhar de raiva contido. Todas as mulheres de &lt;strong&gt;Volver&lt;/strong&gt; são maternais e tolerantes. Perdoam, não importa o que lhes tenha acontecido. Mas nem se suspeita que estamos diante de um comentário machista. Pelo contrário: só há três homens com fala no filme. Dois deles são moldura, o outro... bem, o outro se resume, em sua grande cena, a um lindo quadro de branco tomado abrupto de vermelho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mesmo assim, não conseguimos chamar o espanhol pela simplória alcunha de "cineasta das mulheres". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que mostra o grande artista que ele é.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-3253448399661410674?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/3253448399661410674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=3253448399661410674&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3253448399661410674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3253448399661410674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/11/volver.html' title='VOLVER!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-1469630188264765359</id><published>2006-11-06T00:27:00.000-02:00</published><updated>2006-11-06T08:04:35.266-02:00</updated><title type='text'>SEMANA DE COMUNICAÇÃO!</title><content type='html'>Hoje, na Unibrasil, começamos nossa &lt;strong&gt;Semana da Comunicação Solidária&lt;/strong&gt; 2006.&lt;br /&gt;Se nada atrapalhar, nada envolvendo caos em aeroportos, teremos jornalistas como &lt;strong&gt;Ricardo Noblat&lt;/strong&gt; (&lt;a href="http://noblat1.estadao.com.br/noblat/index.html"&gt;http://noblat1.estadao.com.br/noblat/index.html&lt;/a&gt;)&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Domingos Meirelles&lt;/strong&gt;, peças musicais e teatro, entre outros convidados ilustres e benfazejos.&lt;br /&gt;No meio de outras tantas atividades, uma entrevista coletiva com o prefeito Beto Richa - num momento em que o calor da campanha ainda faz esse e aquele pulularem na cadeira.&lt;br /&gt;Leia mais:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unibrasil.com.br/noticias/detalhes.asp?id_noticia=1401"&gt;http://www.unibrasil.com.br/noticias/detalhes.asp?id_noticia=1401&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E preste atenção nas atrações artísticas: a proposta é que as performances sejam acompanhadas de explicação didática e algum debate. No programa, lados B da música popular brasileira e uma peça de Strinberg à moda autenticamente expressionista.&lt;br /&gt;O evento é aberto à comunidade. Pedimos a contribuição de três quilos de alimento não perecível - que serão encaminhados, naturalmente, a instituições de auxílio aos carentes.&lt;br /&gt;Como diriam os garotos-propaganda de loja de eletrodomésticos: &lt;em&gt;você não vai perder essa, vai?!&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-1469630188264765359?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/1469630188264765359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=1469630188264765359&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1469630188264765359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1469630188264765359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/11/semana-de-comunicao.html' title='SEMANA DE COMUNICAÇÃO!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-3931677842027698996</id><published>2006-11-05T23:44:00.000-02:00</published><updated>2006-11-06T00:25:49.007-02:00</updated><title type='text'>CHOVE!</title><content type='html'>Daqui 16 minutos eu entro no dia dos meus 33 anos, supostamente a idade em que Jesus bateu as sandálias.&lt;br /&gt;O histórico materno da minha família não é típico do velho testamento: Bisavô Domingos, 67. Bisavó Maria, 65. Avô Lauro, 70. Avó Anita, 64.&lt;br /&gt;O ramo paterno é mais abrupto e mesmo misterioso, o que inclui cirroses, desaparecimentos e suicídios. Minha avó Eleonor até que durou, mas caduca por mais de década.&lt;br /&gt;E nenhum deles era professor ou jornalista, nem dormia menos de seis horas por dia.&lt;br /&gt;Quer dizer, com sorte, estou mais ou menos no meio do caminho.&lt;br /&gt;No último dia da primeira metade da minha vida, assisti Avenida Dropsie, de Felipe Hirsh, no Guairão. Ótima leitura de Will Eisner. Ouvimos Louis Armstrong, Coltrane, Terrence Blanchard. Chove no palco durante uns quinze minutos.&lt;br /&gt;Desnecessário dizer que Eisner, teatro e jazz são veias do meu coração.&lt;br /&gt;Mas o que eu amo mesmo é chuva.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-3931677842027698996?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/3931677842027698996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=3931677842027698996&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3931677842027698996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3931677842027698996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/11/chove.html' title='CHOVE!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-1047460123876174757</id><published>2006-11-01T12:34:00.000-03:00</published><updated>2006-11-01T13:22:50.038-03:00</updated><title type='text'>SALVO TODOS OS OUTROS!</title><content type='html'>Não sei se poderia me filiar tão apaixonadamente ao epíteto de Hannah Arendt, a quem Habermas chamava de "democrata radical".&lt;br /&gt;Estou mais para aceitar Churchill: "a democracia é o pior dos regimes, exceto todos os outros".&lt;br /&gt;Podemos reclamar de muita coisa no Brasil, mas acho que é quase dever comemorar o processo democrático, legitimado como nunca na eleição de domingo.&lt;br /&gt;O nosso governador tem lá seus motivos para desconfiar da urna eletrônica - e, por mais exótica que pareça sua reclamação, há muitas instituições que temem pela possibilidade de manipulação. Mas, fora isso, o sistema eleitoral brasileiro é exemplar, tanto na forma como nos resultados práticos. Em poucas horas, tínhamos o resultado completo do país-continente (pensem nos nervos das turmas de Requião e Osmar se a contagem demorasse dias!).&lt;br /&gt;Também não se ouve falar de voto de cabresto ou compra sistemática de eleitores. Não há dúvidas de que isso ocorre aqui ou ali, mas seria alarmismo considerar que esse tipo de crime caracteriza o pleito.&lt;br /&gt;O resultado da eleição, a bem da verdade, foi um triunfo da democracia.&lt;br /&gt;Lula ganhou por uma extraordinária margem de votos, o que lhe dá grandes condições de governabilidade. O que é bom para todo mundo, basta pensar nas enroladas reformas política e da previdência.&lt;br /&gt;O PSDB se tornou um partido de oposição com excelente espaço de manobra: perdeu na majoritária e no número de governadores aliados, mas controla estados que representam 51% do PIB brasileiro. Além de ter, ao lado dos partidos de oposição, representativade indiscutível no congresso.&lt;br /&gt;Ou seja, a vitória de Lula não desmontou a oposição, como muitos temiam.&lt;br /&gt;O jornalista polonês Ryszard Kapuscinski conta que um de seus primeiros choques ao desembarcar na África - onde passou 40 anos como repórter das agências internacionais - foi perceber que, na Gana pós-revolucionária dos anos 50, um certo partico político ganhava salário da República para ser oposição. O Estado se empenhava para &lt;em&gt;forçar&lt;/em&gt; a pluralidade.&lt;br /&gt;Ninguém negará que o nosso presidente jamais precisará baixar um decreto remunerando opositores.&lt;br /&gt;No primeiro discurso informal, Lula não ficou empoleirado no muro. Reafirmou a agenda política, chamando a oposição para debater - reconhecendo sua importância - e disse, com todas as letras, que o combate à pobreza continuará sendo prioridade. Ou seja, não assumiu prosa demasiado cuidadosa para agradar a classe média.&lt;br /&gt;Pode parecer pouco para quem nunca viu de perto ou participou do processo político partidário. Ou para quem não leva em consideração o passado tão próximo de golpismo.&lt;br /&gt;Mas, sendo realista, é algo para se comemorar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-1047460123876174757?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/1047460123876174757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=1047460123876174757&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1047460123876174757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/1047460123876174757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/11/salvo-todos-os-outros.html' title='SALVO TODOS OS OUTROS!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-7710422357542794981</id><published>2006-10-30T22:22:00.000-03:00</published><updated>2006-10-30T23:10:30.811-03:00</updated><title type='text'>POUCOS OU MUITOS MILHARES DE VOTOS NA BOBAGEM!</title><content type='html'>Foi uma tarde divertida, como já esperávamos depois do apertadíssimo segundo turno paranaense.&lt;br /&gt;O que foram esses pouco mais de dez mil votos que reelegeram Roberto Requião?&lt;br /&gt;O próprio governador e Osmar Dias resolveram lamentar, agradecer e prometer em público.&lt;br /&gt;E daí podemos tirar algumas idéias sobre o quase empate e o aproveitamento e esperdício fatais desse zero dois pontos percentuais que decidiu o pleito.&lt;br /&gt;Requião chegou batendo em todos, xingando o desafeto Francisco Cunha Pereira, um dos manda-chuvas da RPC, constrangendo os jornalistas e assim vai. Mas, descontada a suscetibilidade exagerada de alguns, todo mundo dormiria mais ou menos bem na madrugada que está chegando.&lt;br /&gt;Mas quando ele anuncia o presidente municipal do PMDB, Doático Santos, para ser o "interlocutor" entre o governo estadual e a prefeitura de Curitiba, abre a modesta caixinha de Pandora com alguma originalidade.&lt;br /&gt;Doático, com a sutileza de um representante de torcida organizada, declara aos jornalistas que vai cobrar agilidade de Beto Richa. Segundo o peemedebista, o prefeito é muito lento para honrar os repasses do Estado, mas rapidíssimo para chegar à sauna do Country Club.&lt;br /&gt;Richa, numa atitude bem provinciana para quem é prefeito da segunda cidade do Sul do país, resolveu devolver. Não vai discutir nada com Doático.&lt;br /&gt;- Não falo com o cachorro, falo apenas com o dono do cachorro.&lt;br /&gt;Brigar em público com um assessor do governador parece o que alguns chamariam de erro da juventude. Uma coisa bem PSDB esse lance de "juventude": quando fala de sua biografia, o Alckmin faz a gente imaginar que ele já fazia transplante de esqueleto aos onze anos e era presidente da Federação dos Planetas aos treze.&lt;br /&gt;Aliás, a atitude do prefeito logo depois da derrota de seu candidato ao governo estadual foi, no mínimo, interessante. Orgulhava-se de ter contribuído para que Osmar se aproximasse de Requião nos números finais. Considerou-se um vencedor.&lt;br /&gt;Hora ruim para comemorar - o que mostra, quem sabe, uma das deixas simbólicas para o retumbante fracasso do PSDB na eleição para presidente.&lt;br /&gt;No fim do round, Osmar Dias fala à mídia sobre a derrota. Começa bem - e eu até fiquei comovido com a serenidade. Agradeceu aos eleitores do opositor, pois segundo ele - e talvez só ele - não foi hostilizado nenhuma vez durante a campanha (eu mesmo não votei nele e realmente não joguei ovo ou tomate naquela barba bem aparada).&lt;br /&gt;Depois disse que o departamento jurídico do PDT ou da coligação iria trabalhar sobre algumas informações - em resumo, uso da máquina pública pelo governador e suposta manipulação de resultados dos institutos de pesquisa. Acho importante que um ator social relevante como o senador reagende os fatos, pois a imprensa curitibana gastou muito mais tempo e espaço publicando declarações absurdas dos candidatos do que tentando comprovar as denúncias lançadas ao público.&lt;br /&gt;Aí, repentinamente, o pedetista volta ao normal e cede ao factóide: ele diz que apresentará projeto que sentencia os institutos de pesquisa a pagar as despesas de campanha do candidato que perder a eleição caso a previsão anunciada não se concretize.&lt;br /&gt;Entendeu?&lt;br /&gt;Em suma, por algum critério mágico, o derrotado conseguirá provar que perdeu a eleição porque o opositor teria sido beneficiado por números que o indicavam como vencedor.&lt;br /&gt;Embora ninguém tenha instrumentos para medir tal hipotese, é costume acreditar que o eleitor indeciso se fia na candidatura que está liderando as pesquisas - é o que o sociólogo Paul Lazarsfeld, da Universidade de Columbia, chamou de &lt;em&gt;bandwagon effect&lt;/em&gt; lá nos anos 40 (&lt;em&gt;The part played by the people in the flow of communication&lt;/em&gt;, estudo publicado pela primeira vez em 1955, com pesquisas de dez anos antes).&lt;br /&gt;Osmar está dizendo, mesmo de forma atrofiada, que o notório erro de 400 mil votos na previsão do Ibope foi determinante na sua derrota.&lt;br /&gt;Ou seja, depois da homilia cuidadosa, o lamento bobo.&lt;br /&gt;Pensemos: tanta energia gasta com temas tão "importantes" não podem ter custado, nas suas versões de semanas atrás, 10 mil votos para o perdedor e uns 400 mil para o suado vencedor?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-7710422357542794981?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/7710422357542794981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=7710422357542794981&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7710422357542794981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7710422357542794981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/10/poucos-ou-muitos-milhares-de-votos-na.html' title='POUCOS OU MUITOS MILHARES DE VOTOS NA BOBAGEM!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-3262039663830088662</id><published>2006-10-30T09:40:00.000-03:00</published><updated>2006-10-30T11:15:06.034-03:00</updated><title type='text'>CLONE ECOLÓGICO!</title><content type='html'>Durante a campanha eleitoral, o exótico presidente do PFL Jorge Bornahausen saiu dizendo que as eleições iriam extinguir o Partido dos Trabalhadores.&lt;br /&gt;O PT cresceu em todas as instâncias, fez cinco governos estaduais e tomou pelo menos dois milhões e meio de votos que foram depositados diretamente para Alckmin no primeiro turno.&lt;br /&gt;Melhor: Lula ganhou no Distrito Federal, único e inexpressivo estado onde o PFL fez governador.&lt;br /&gt;Quem está se extinguindo?&lt;br /&gt;Agora dá para entender porque o PSDB está tão empenhado em se tornar cópia do PFL. Sendo o tucano uma ave frequentemente arriscada a desaparecer, o partido do também exótico Arthur Virgílio sente uma empatia preservacionista pela última sigla de ascendência 100% golpe militar.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;XX&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A polícia federal prendeu ontem, em Rondônia, um infeliz que usava o adesivo dos "quatro dedos" de Lula no carro. Ele pode pegar 8 meses de prisão.&lt;br /&gt;Se a lei fosse cumprida aqui no Paraná, o trânsito seria bem mais seguro.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:webdings;"&gt;bb&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;André Vargas dizia ontem que foi o PT que deu a margem mínima para Requião se reeleger.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Reinhold Stephanes reclamava que o apoio explícito de Requião a Lula é que atrapalhou a reeleição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Parece que o peemedebista pinta o quadro mais provável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Paraná e Santa Catarina devem ser os estados mais reacionários da federação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Aqui ainda reina uma sensação de que o Sul é outro país. Parte da elite decadentista de Curitiba, essa cujos maiores eventos políticos são festa de debutante e missa na Igreja Santa Terezinha, chegou a simpatizar com idéias separatistas e vez ou outra, numa festinha à beira da piscina nos balneários "exclusivos" do Paraná e SC, proclama, entre um queijinho e uma caipirinha, que o Sul "sustenta" os "vagabundos" do resto do Brasil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;À noite, de volta ao seu apartamento no Batel, que era chique nos anos 80, passa pela cozinha com ladrilhos branco-encardidos, brilhantes como uma estrela morta, junta sua coleção de artigos edificantes publicados na Gazeta do Povo, olha para o retrato do ancestral que livrou o Paraná de algumas centenas de índios e grilhou uns bons quilômetros de terra em nome do progresso, pensa que o filho será um brilhante advogado agora que, graças ao incentivo de um carro mais ou menos na moda, passou no vestibular cuja concorrência era cinco vagas por candidato, balbucia alguns palavrões sobre a burrice de quem vota naquele bandido ignorante do Lula, coça o saco escrotal e, imediatamente, ao perceber o antiquado abridor de cartas perto de um rosário de prata, enrolado no porta-retrato da filha adolescente, lembra da gonorréia que infernizou sua vida por uns seis meses da juventude. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Tenta esticar o corpo, desatar os nós dos nervos, feridos com a dupla derrota nas urnas. Quer mostrar que sobreviveu. Ergue os braços, coloca as duas mãos, dedos entrelaçados, na nuca, e finge para si e para os fantasmas de sua mansão de tacos soltos que ainda está no combate. Olha o retrato da filha, sente que não se acostuma com essa lâmpada de luz pálida e amarelada de 60 volts, enfia a mão por dentro da calça e conclui: "Cristo, como essa merda coçava!"&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-3262039663830088662?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/3262039663830088662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=3262039663830088662&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3262039663830088662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/3262039663830088662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/10/clone-ecolgico.html' title='CLONE ECOLÓGICO!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-283280491635172218</id><published>2006-10-30T01:08:00.000-03:00</published><updated>2006-10-30T01:14:25.735-03:00</updated><title type='text'>CLASSE SOCIAL!</title><content type='html'>A melhor análise da vitória de Lula, publicada no blog do &lt;strong&gt;Ricardo Noblat&lt;/strong&gt;, e assinada pelo &lt;strong&gt;Marcos Coimbra&lt;/strong&gt;, presidente do Instituto Vox Populi. Está em &lt;a href="http://noblat1.estadao.com.br/noblat/visualizarConteudo.do?metodo=exibirArtigo&amp;codigoPublicacao=27755"&gt;http://noblat1.estadao.com.br/noblat/visualizarConteudo.do?metodo=exibirArtigo&amp;amp;codigoPublicacao=27755&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;em&gt;29/10/2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por que Lula foi reeleito&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Marcos Coimbra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitas razões que explicam a vitória de Lula nas eleições deste domingo e muitas serão discutidas nos próximos dias, mas há uma que me parece  fundamental: Lula ganhou porque, para a maioria da população, não estava na hora de mandá-lo de volta para casa com apenas quatro anos de mandato.&lt;br /&gt;Nas pesquisas, essa opinião vinha sendo claramente expressa por aqueles que pretendiam votar nele, mas não estava ausente do raciocínio de muitos que não. Em meados de julho, por exemplo, em pesquisa não destinada a divulgação, a quase totalidade dos entrevistados que tinha intenção de voto em Lula concordava com a frase “não está na hora de eleger um candidato do PSDB, pois eles já tiveram os oito anos de FHC e fizeram pouco”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o relevante é que metade dos eleitores de Alckmin dizia o mesmo, ou seja, que, para muitos deles, talvez não fosse, ainda, a hora da troca de comando.&lt;br /&gt;Os eleitores que decidiram  a eleição de 2002, aqueles que nunca haviam votado em Lula e que então votaram, fizeram sua escolha depois de superar o conflito entre um forte desejo de mudança e o temor por suas conseqüências. Para eles, era preciso dar, nas eleições presidenciais, o mesmo passo que consideravam normal em outras, o da alternância, mas tinham receio que fosse “arriscado demais”. Mudar, nas cidades e até nos estados, era possível, mas, no país, talvez não. &lt;br /&gt;Por razões que não precisamos relembrar, “a esperança venceu o medo” e a maioria do eleitorado promoveu a mudança.&lt;br /&gt;Completava-se, assim, a construção democrática depois dos longos anos do arbítrio: finalmente, acontecia a desejada alternância, nem que fosse apenas para mostrar que era possível.  &lt;br /&gt;Além de um aspecto formal, importante ao alargar o espaço da democracia, mas restrito ao plano institucional, a alternância com Lula tinha um sentido adicional e muito concreto para seus eleitores: o de ser, também, uma alternância de classe no centro do sistema, a presidência da república. Ou seja,  o que estava em curso era uma ampliação democrática em dupla acepção, a possibilidade da troca e a possibilidade da troca por alguem como Lula. O Brasil mostrava para si mesmo (e para o mundo) que uma pessoa do povo podia ser tudo em nosso sistema político, vereador, deputado, prefeito, senador, governador e, até, Presidente da Republica.&lt;br /&gt;Pode-se objetar a essa idéia, lembrando que outros presidentes nasceram em famílias simples e enfrentaram graves dificuldades na  vida. Nada, no entanto, se comparava a Lula nesse aspecto, quando mais não fosse porque nenhum, antes dele, teve que lidar com um permanente questionamento de suas qualificações, em grande parte por ser quem era. Assim, foi, em boa parte, a intensa campanha negativa que sofreu em suas tentativas anteriores de chegar à presidência, de manipulação de preconceitos e ativação de estereótipos, que tornou, para o povo, tão extraordinário o resultado daquela eleição. Ao desqualificá-lo no passado para derrotá-lo,  nossa elite o transformou em símbolo ainda mais forte na vitória.&lt;br /&gt;Por essas razões, a alternância era muito mais que política e na política, envolvendo sentimentos profundos de auto-imagem e amor-próprio. Era uma alternância “deles” por “nós” e por “mim”.&lt;br /&gt;Engana-se quem pensa que foi uma decisão simples, até porque ela exigiu uma reavaliação muito ampla. Com Lula, venciam muitos parecidos com ele em muitas coisas, negando seu lugar marcado na sociedade brasileira, de incapacidade de transcender seus limites de origem e de superar as barreiras para “dar certo na vida”. Admitir que Lula podia ser igual a um “bacana” implicava em aceitar que outros Lulas podiam também ser “bacanas”, mesmo aqueles condenados a não sê-lo, pela rigidez de nossas hierarquias sociais.&lt;br /&gt;As primeiras pesquisas feitas logo após as eleições de 2002 e durante o começo  do governo captaram uma nítida mudança nas atitudes dos eleitores de classe popular, apontando para o aumento de sua auto-estima e da  confiança de que o Brasil iria melhorar, agora que as políticas de governo passariam a ter outra intenção e finalidades. Então a alternância se faria completa, chegando à própria ação do governo: um governo diferente, com gente diferente, fazendo coisas diferentes.  &lt;br /&gt;Durante quanto tempo? Qual seria a duração do mandato desse governo tão novo? Ora, aquela que nossos políticos criaram, ao criar a reeleição: oito anos.&lt;br /&gt;Essas  pesquisas mostravam que Lula começou seu governo com o horizonte de tempo que passou a ser a regra para todo governante eleito depois de 1997, mas com um crédito adicional, vindo da tolerância que alguém tão diferente como ele podia ter. Ao elege-lo, seus eleitores contavam com uma demora que poderia ser longa, até que ele e sua turma se familiarizassem com o poder e suas artimanhas. As expectativas não eram de grandes resultados no  curto prazo, mas, fundamentalmente, de que houvesse uma inflexão de prioridades, que sinalizasse a nova direção buscada.&lt;br /&gt;Agora, no meio desse “mandato longo”, os eleitores que confiaram em Lula, com os outros que não, fomos todos chamados a julgar os “primeiros” quatro anos, para que opinássemos se era ou não o caso de deixa-lo “completar” o trabalho. O resultado é conhecido.&lt;br /&gt;Quando votaram Lula, seus eleitores fizeram julgamentos objetivos e subjetivos. Olhando para o que foi feito desde 2003,  já sabíamos há tempo que a maioria da população fazia uma comparação favorável do governo Lula com seus antecessores. Em algumas áreas de ação governamental, esperava-se mais, em outras menos, mas as surpresas positivas (macroeconomia, política externa) sempre foram maiores que as negativas (saúde, emprego, segurança). Em nenhuma houve percalço semelhante à crise cambial de 1999, ao apagão de 2001 ou ao desequilíbrio de 2002, sem aqui discutir suas razões.&lt;br /&gt;Acima de tudo para os eleitores que confiaram em Lula, esses “primeiros” quatro anos foram de cumprimento da palavra empenhada, de resgate do que seria seu compromisso fundamental, tão fundamental que não precisava sequer ser enunciado, de fazer um governo que melhorasse as condições de vida dos mais pobres. Isso, para a maioria da população, Lula fez e fez até mais que muitos esperavam.&lt;br /&gt;O Bolsa Família é o símbolo desse compromisso, mas não está sozinho e não é, nem nunca foi, sua manifestação mais importante. Foi  a melhora do poder de compra, seja pelo aumento do salário real, seja pelo barateamento de inúmeros produtos de consumo popular  (desde tradicionais, como alimentos e materiais de construção, a novos, como muitos eletroeletrônicos), que mais confirmou que Lula fez diferença para quem mais precisava. Junto ao Bolsa Família, programas como o Pro-Uni, o Luz para Todos, confirmaram o que os eleitores pensavam ser as metas mais importantes do governo. Tê-las buscado, obtendo maiores ou menores sucessos, foi o essencial.&lt;br /&gt;E o “mensalão? Por que  não foi capaz de matar a candidatura Lula? Que “blindagem” é essa?&lt;br /&gt;Sem entrar na discussão da histeria da mídia e de “formadores de opinião” frustrados por se perceberem inteiramente incapazes de formar qualquer opinião, a gravidade do que foi suscitado pelas denúncias  nunca foi ignorada ou menosprezada pelo eleitorado. O que a maioria fez, apenas, foi uma ponderação de acertos e erros, chegando à conclusão que os primeiros foram maiores que os segundos, especialmente porque sabia, por experiência ou intuição, que os pecados do”mensalão” são a regra e não a exceção.&lt;br /&gt;Mas essas considerações objetivas não foram tudo nesta eleição que terminou. A seu lado, ainda que de maneira nem sempre consciente, esteve presente outra causa, que me parece decisiva.&lt;br /&gt;Mandar Lula de volta para casa, não lhe conceder a “outra” metade do mandato, seria um golpe grande demais para seus eleitores. Fazê-lo seria como que admitir  que não existe alternância possível no Brasil - não a mera alternância política, mas a alternância de classe a que nos referimos. Às vezes até fazendo com que, deliberadamente, muitos eleitores preferissem não saber de coisas contra ele, a idéia de alternância esteve presente e foi fundamental na eleição e na reeleição de Lula.&lt;br /&gt;A  derrota de Lula  seria o abortamento da alternância,  a admissão que não há saída fora da elite. Era concordar com a idéia de que um presidente vindo do povo não consegue mesmo ser um bom presidente e que nem sequer o direito de completar seu trabalho lhe deve ser estendido. Com ele, perderiam muitos outros Lulas.&lt;br /&gt;Ainda bem que ganhou.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-283280491635172218?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/283280491635172218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=283280491635172218&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/283280491635172218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/283280491635172218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/10/classe-social.html' title='CLASSE SOCIAL!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-6007607657107827811</id><published>2006-10-28T12:34:00.000-03:00</published><updated>2006-10-30T01:19:18.369-03:00</updated><title type='text'>DEPENANDO A AVE!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7674/4011/200/alck-galan.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7674/4011/200/alck-galan.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A disputa, amanhã, não é sobre quem vai ganhar.&lt;br /&gt;É sobre o grau de governabilidade de Lula.&lt;br /&gt;As previsões dizem que ele terá 17 governadores de manifesto apoio como aliados. E ainda torcemos para que a Mestre Yeda diga, para os pampas inchados, que "eleição perdemos, Luke Alckimalkin".&lt;br /&gt;Isso é uma coisa.&lt;br /&gt;A outra é devolver Alckmin para a função de coroinha da Opus Dei. Para tanto, ultrapassar os 25 pontos percentuais de vantagem seria uma benção - certamente não do cardeal Erzinger.&lt;br /&gt;Aécio e Serra, que já tinham jogado o picolé na arena dos sapos barbudos quase só para derretê-lo, deram passos antecipados para se aproximar de Lula. Querem governabilidade, claro.&lt;br /&gt;FHC já disse, nessa semana, porque o segundo turno só tornou a surra maior.&lt;br /&gt;O PSDB não tem proposta, não tem coragem de defender as privatizações que caracterizaram o governo tucano (nem as que deram certo, como da telefonia), não tem, atualmente, nada que o diferencie do PFL, partido que, na época de fundação do tucanato, não poderia ser mais antagônico.&lt;br /&gt;Não teve candidato, para ser bem sincero. Talvez alguém vote no Alckmin porque acha que estaria elegendo o Dráuzio Varella, cujo hipotético governo incluiria o William Bonner como porta-voz, a Glória Maria como ministra das Relações Exteriores e o Zeca Camargo como ministro da Cultura. E a Veja substituiria o Diário Oficial.&lt;br /&gt;Ou acha que, sendo Alckmin adepto da medieval defesa do sexo apenas como mecanismo de reprodução de mão de obra barata, traria Jesus Cristo como adido cultural do Céu.&lt;br /&gt;Sem esses exotismos, o candidato tucano é só um amigo da classe média alta paulistana.&lt;br /&gt;Há outro elemento importante.&lt;br /&gt;Em geral, Serra e Lula fizeram uma campanha menos enjoativa.&lt;br /&gt;Pelo menos não víamos o primitivo adesivo que mostra alguém com a mão mutilada, como a do presidente, e uma lista vermelha trespassada.&lt;br /&gt;Ostentar isso no carro, na janela, em casa, é sinal de ignorância, intolerância, insensiblidade social e, no mínimo, senso de humor tão refinado quando dizer "coisa de preto" para a representação de incompetência.&lt;br /&gt;A palavra incompetência, aliás, fecharia bem o texto. Mas o grau de competência ainda exige alguma inteligência.&lt;br /&gt;Quem é capaz de achar o adesivo dos quatro dedos "divertido" ou "civilizado" não possui tanta sofisticação assim.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-6007607657107827811?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/6007607657107827811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=6007607657107827811&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6007607657107827811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/6007607657107827811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/10/depenando-ave.html' title='DEPENANDO A AVE!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-7632891496086319960</id><published>2006-10-14T12:02:00.000-03:00</published><updated>2006-10-14T12:37:34.002-03:00</updated><title type='text'>MIAMI VICE IS NICE!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/2749/3852/1600/Miami%20Vice%20-%20the%20movie.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/2749/3852/200/Miami%20Vice%20-%20the%20movie.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/2749/3852/1600/Miami%20Vice%20seriado.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/2749/3852/200/Miami%20Vice%20seriado.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Michael Mann francamente não me convence. Ainda não vi &lt;em&gt;Colateral&lt;/em&gt;, mas &lt;em&gt;O Informante&lt;/em&gt; rima com pedante. Tem algo nele que me lembra Steven Sodenbergh, talvez o gosto por aquelas tremidinhas de câmera e o tom "grave" nas conversas sob meia luz. Isso sem falar em &lt;em&gt;O Último dos Moicanos&lt;/em&gt;!.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Menos...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Menos em &lt;strong&gt;Miami Vice&lt;/strong&gt;, que é um ótimo filme.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Muitos de nós reclamaremos, com razão, da velha trama em que "uma paixão pode por tudo a perder". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Essa coisa bem puritana, particularmente norte-americana, de que fazer sexo sempre custa caro para alguém.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Veja lá quando Naomi Harris pega Jammie Foxx no chuveiro. Chegamos bem pertinho da pele negra dos dois. Vemos a bundinha premiada da detetive Trudy. Acompanhamos o movimento pélvico na cama... você pensa: ah, que vida boa essa gente leva. Mas, espere! Jesus irá cuidar para que paguem caro com o próprio corpo pecador. Em chamas, como no inferno.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E esse negócio sobre Jesus é verdade. Literalmente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em seguida, o plot principal leva Collin Ferrel a se apaixonar loucamente por Gong Li. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O castigo para o sexo vem para os dois lados. Como a infeliz é mulher, apanha mais. É humilhada quando descobre o disfarce do amante - e antes é tratada como objeto tanto pelo namorado traficante quanto pelo braço direito barbudo Iago (o personagem se chama Yero, semelhança que não deve ser coincidência), que a deseja com ódio mortal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Outra religião ianque: já que o sexo corrompe, a violência purifica. No terço final do filme, o traço violento da série de TV se repete. Os heróis matam impiedosamente um adolescente, atiram por trás, sufocam, metralham, destróem. E aí não há mais punição, apenas redenção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O fato é que &lt;strong&gt;Miami Vice&lt;/strong&gt;, apesar de tudo, é ótimo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Talvez porque aquele estilo afetado de Mann tenha sido moldado para o seriado &lt;em&gt;Miami Vice&lt;/em&gt;, que a gente não leva a sério e, por isso, adora. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A velocidade da trama, o cuidado com os planos, a mistura de linguagens, o tom de videoclipe. Tudo também funciona na tela grande, e o motivo é um mérito bem considerável para Michael Mann. O filme não se parece com a série, mas é, nitidamente, a mesma coisa. O diretor se esforçou para evitar a nostalgia (tirou Elvis, o jacaré, por exemplo), mas o espírito das roupas, da afetação pop, da música (excelente) e do "buddy style" se mantiveram sem ônus.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31558333-7632891496086319960?l=victorbop.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://victorbop.blogspot.com/feeds/7632891496086319960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31558333&amp;postID=7632891496086319960&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7632891496086319960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31558333/posts/default/7632891496086319960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://victorbop.blogspot.com/2006/10/miami-vice-is-nice.html' title='MIAMI VICE IS NICE!'/><author><name>Escritório de Gestão Integrada</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15015117072774284356</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_W3X2PXv_YnA/SZWK_LTk-cI/AAAAAAAAAp0/z_MxmXNtfww/S220/fotos_inaugurais_quinta+088.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31558333.post-7498697540621645950</id><published>2006-10-13T10:58:00.000-03:00</published><updated>2006-10-14T12:02:24.457-03:00</updated><title type='text'>DÁLIA NEGRA!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger2/2749/3852/1600/Dalia%20Negra.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger2/2749/3852/200/Dalia%20Negra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;"Meu primeiro golpe decepou a caveira do marinheiro, o segundo rasgou a frente&lt;br /&gt;da sua túnica e arrancou o torso fora do resto do esqueleto. As pernas estavam&lt;br /&gt;emigalhadas em pedaços; continuei cavando embaixo delas na areia pura com brilho&lt;br /&gt;de mica. Depois, ninhos de vermes, vísceras, um vestido de crinolina coberto de&lt;br /&gt;sangue, areia, ossos esparsos e nada - então uma pele rósea queimada de sol e&lt;br /&gt;sobrancelhas loiras cobertas de cicatrizes que pareciam familiares. Lee estava&lt;br /&gt;sorrindo como a Dália, com vermes rastejando na boca e nos buracos onde seus&lt;br /&gt;olhos costumavam ficar". &lt;/p&gt;&lt;p&gt;(&lt;strong&gt;Dália Negra&lt;/strong&gt;, de James Ellroy - RJ: Record, 2000. p. 306).&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Sempre evito comparar livros com filmes adaptados. Fãs de certa obra literária geralmente ficam frustrados com a versão para o cinema, na maior parte das vezes porque procuravam sentir algo semelhante àquilo que lhes percorreu o espírito durante a leitura.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;É óbvio que isso não é possível, pois um livro lida com imaginação, "diálogo" pessoal e direto com o leitor, e correr os olhos sobre as letras é um ato solitário - o que nos faz confundir, muitas vezes, a leitura com alguma atividade espiritual, seja para libertar ou agrilhoar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cinema não é pior nem melhor. Mas é óbvio que o melhor filme precisa ser exatamente o contrário de um livro. Ele lida com imagem e som, com texturas, com edição e movimento. Você não estaciona em uma imagem (pelo menos não é para ser assim) e "reflete" antes de prosseguir. O tempo de um filme é fixo, e geralmente é muito mais curto do que o de um livro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É por isso que bons livros podem dar filmes muito ruins e, o que é mais freqüente, maus livros se tornarem ótimos filmes. Às vezes, o problema da primeira categoria é justamente a lealdade à obra original. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há centenas de exemplos dos dois casos, mas basta a gente se lembrar do modorrento &lt;em&gt;Crônica de uma certa Nova Iork&lt;/em&gt; (2000), de Stanley Tucci, que tornou o clássico jornalístico &lt;em&gt;O Segredo de Joe Gould,&lt;/em&gt; de Joseph Mitchell&lt;em&gt;,&lt;/em&gt; em duas horas de chatice insuportável. Por outro lado, é preciso se admirar Kubrick por ter metamorfoseado o tolo &lt;em&gt;O Iluminado&lt;/em&gt; (1980), de Stephen King, em um filme interessante, no mínimo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não dá para negar que, às vezes, a fidelidade à obra original dá certo. Parece ter sido o caso de &lt;em&gt;Garotos Incríveis&lt;/em&gt; (2000), dirigido por Curtis Henson com lealdade comovente ao espírito da obra assinada por Michael Chabon (aqui e ali falam da versão cinematográfica de &lt;em&gt;As Incríveis Aventuras de Kavalier &amp;amp; Klay&lt;/em&gt;. Alguém sabe alguma coisa? Devemos temer?).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enfim, uma obra de arte é tanto mais fascinante quanto mais difícil fica vê-la em outro mecanismo senão aquele em que foi concebida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tudo isso para dizer que o livro Dália Negra é melhor que o filme Dália Negra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não porque a película de Brian de Palma teria sido incapaz de captar a "atmosfera" do clássico policial de Ellroy. Simplesmente porque estamos falando de um grande livro e um filme fraco.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A obra é Ellroy é assustadora, violenta, imoral, vulgar e deliciosa de se ler. Os julgamentos de "valores" são cínicos - não porque Ellroy faça o tipo intelectual niilista. É por sua habilidade em entreter, mesmo na descrição do sofrimento. A coisa toda já começa dolorida. Leia a dedicatória do livro: &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Para Geneva Hiliker Ellroy &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;1915-1958&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Mãe,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;vinte e nove anos depois,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;esta despedida de sangue.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;É bem significativa. Aos dez anos, Ellroy descobriu o corpo da mãe enforcada com uma meia de seda. O assassino teria sido um dos muitos amantes de Geneva. A tragédia empurrou de vez o garoto à sarjeta. Foi preso diversas vezes e o vício em tóxicos levou o antes comportado James à mendicância.&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Antes de tudo se consumar em miséria e infortúnio, veio Elizabeth Short, a Dália. James conheceu a história em livros baratos sobre crimes insolucionáveis. A menina realmente existiu, foi cortada e rasgada, tal qual no livro e no filme. Até hoje ninguém sabe o que aconteceu de fato. Durante 29 anos, James Ellroy leu, investigou e sonhou com Elizabeth.&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Até que, aos 39, resolveu misturar as memórias sobre sua mãe com hipóteses a respeito do assassinato da Dália Negra. Seu romance de estréia acabou se tornando um dos mais importantes livros policiais americanos de todos os tempos.&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;O que nos lembra que é sempre bom escrever sobre o que se conhece.&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;E algo que explica bem porque James Ellroy ficou tão furioso com a adaptação feita por De Palma.&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Há belos enquadramentos, ótimos planos sequência, uma linda e artificial fotografia, excelente trilha sonora. Mas simplesmente não há assombração da mãe. Não há dor de verdade. &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Veja bem, a sra. Geneva não é personagem do livro. &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Mas as distâncias entre os protagonistas, a ação, o tempo... principalmente o tempo em que Lee Blanchard desaparece, deixando finalmente o espaço
